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sexta-feira, 3 de abril de 2026

COLEÇÃO DE TEXTOS RENOVADOS





Nos últimos tempos, vocês têm visto por aqui muitos textos com datas recentes. 

Mas há um detalhe especial: muitos deles nasceram há anos, guardados comigo, quando eu ainda não tinha nos meus textos os maneirismos de escritor que hoje cultivo. Resolvi revisitar esse acervo, dar nova vida às palavras e compartilhar com vocês essa coleção que mistura passado e presente.

Um olhar atual sobre escritos antigos

Hoje, mais calejado e amadurecido na escrita, percebo como cada texto revisitado carrega não apenas a memória de quem eu era, mas também a evolução de quem me tornei. 

É um prazer dividir com vocês essa jornada literária, onde o tempo não apaga, mas fortalece as palavras.


Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

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Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

quarta-feira, 25 de março de 2026

ESCRITOR, UMA EXPERIÊNCIA APAIXONANTE

Dançando com as Letras

Palavras que Me
 Habitam

Desde criança, as palavras exercem sobre mim um fascínio que nunca se dissipou. Lembro-me das tardes silenciosas em que me perdia entre livros antigos, imaginando histórias que ainda não haviam sido escritas. A literatura, para mim, sempre foi um refúgio — um universo paralelo onde podia criar mundos, dar voz às emoções e transformar experiências em narrativas.

Foi desse encantamento que nasceu meu desejo de escrever.

No início, eram apenas anotações soltas, pensamentos guardados em cadernos que, com o tempo, se transformaram em pequenas histórias. E então percebi: escrever não era apenas um passatempo — era uma parte essencial de quem eu sou.

Esse amor pelas palavras me proporcionou momentos inesquecíveis. Um deles ocorreu quando fui convidado, por meio de um projeto que conectava escritores e estudantes, a visitar uma escola para falar sobre meu livro Vozes no Silêncio da Noite.

Era uma manhã serena. Ao entrar na sala de aula, senti-me envolvido por uma energia especial — uma mistura de expectativa e nostalgia. Os rostos jovens diante de mim carregavam aquela curiosidade genuína de quem está prestes a descobrir um novo mundo.

Enquanto discutíamos um dos contos, pedi que os alunos lessem trechos e tentassem interpretar seus significados. Era uma troca viva, cheia de olhares atentos e frases que revelavam o despertar do encantamento literário. Foi então que um deles me lançou uma pergunta inesperada:

— Como o senhor se tornou escritor?


Por um instante, silenciei.

“Enquanto o mundo corre, eu caminho — e escrevo o que tropeça.”

A pergunta era simples, mas provocou em mim uma reflexão profunda. Nunca havia realmente parado para pensar na dimensão dessa jornada. Ali, diante daquelas mentes sedentas por inspiração, compreendi com mais clareza o sentido da minha vocação.

Ser escritor não é apenas colocar palavras no papel. É sentir profundamente, reviver experiências, dar forma ao invisível e permitir que outros enxerguem o mundo através de novas perspectivas.

Expliquei a eles que cada autor carrega histórias que se entrelaçam com a própria vida. Alguns se inspiram em romances, outros em contos, outros ainda nas pequenas coisas do cotidiano. No fundo, o escritor é um artesão — alguém que molda emoções em palavras.

A conversa fluiu como um rio tranquilo. E ao final, compartilhei um pensamento que sempre me acompanha:

Nascemos com o dom de escrever, independentemente de nossa origem. Podemos ser empresários, moradores de rua, professores ou estudantes — o talento reside na vontade de transformar sentimentos em palavras.

Com esforço, leitura e entrega, cada escritor constrói seu próprio universo. Dá vida a personagens, a paisagens e a vozes que atravessam o tempo e tocam outras almas.

Ainda guardo na memória o brilho nos olhos daqueles alunos. Saí da escola naquele dia com mais do que a satisfação de ter falado sobre literatura. Levei comigo o prazer de, talvez, ter despertado o sonho de futuros escritores.

Meu Poema - La Perra Gorda

(Uma cena singela, capturada com olhos contemplativos)

Aproximou-se, de forma suave, na varanda.
Veio ao meu encontro com passos lentos.

Cansada, sentou-se ao meu lado.
Seduziu-me com um olhar!

Acompanhei o seu caminhar...
Notei que seu corpo estava diferente.

Caminhou até sua casinha,
bem debaixo da janela da cozinha.

Lá dentro, guardava um segredo:
três perritos!

Negrito, Pedrito e Marquito.

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segunda-feira, 16 de março de 2026

ASTROLOGIA: O CÉU COMO METÁFORA


Desde que o ser humano 

aprendeu a olhar para 

cima, o céu se tornou 

espelho de seus desejos. 


As estrelas cintilavam como promessas, os planetas pareciam guardiões de segredos, e a Lua, companheira silenciosa, inspirava sonhos e medos. Daí nasceu a astrologia: uma tentativa de traduzir o infinito em símbolos que falassem da vida.

A ciência, porém, nos mostra que os astros seguem indiferentes ao nosso destino. Não há forças invisíveis moldando nossa essência, nem cálculos antigos capazes de revelar quem somos. O céu é vasto, mas não dita nossos passos.

E, no entanto, a astrologia persiste. Não como verdade científica, mas como poesia. Como linguagem que nos lembra que somos parte de algo maior, que nossos dias se entrelaçam com ciclos e ritmos que ecoam no universo. Ela nos oferece metáforas, não certezas; imagens, não destinos.

Mensagem de otimismo 

O que realmente nos guia não está escrito nas constelações, mas na coragem de escolher, na delicadeza de mudar, na ousadia de sonhar. 

Somos mais livres do que qualquer signo, mais complexos do que qualquer previsão.

Que o céu seja inspiração, não prisão. Que as estrelas nos lembrem da beleza de existir, mas que nunca nos limitem. O futuro não está gravado no firmamento: ele nasce em cada gesto, em cada palavra, em cada esperança que cultivamos.

Assim, seguimos — não como criaturas determinadas pelos astros, mas como autores de nossa própria história, iluminados pela certeza de que podemos reinventar o amanhã.

“O futuro não está nas estrelas, mas na coragem de cada escolha que fazemos.” 

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Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais


quarta-feira, 11 de março de 2026

PADROEIRO DE UMA NAÇÃO


Diz uma lenda que, por volta do século dois, uma princesa do país Líbio, incrustado no continente africano, seria dada como oferenda a um dragão que atemorizava a cidade. Todos os outros recursos para combatê-lo foram feitos à custa de muitos sacrifícios, não surtindo resultados satisfatórios, uma vez que seus ataques mortíferos vinham dizimando a população. 

 Essa proposta foi alardeada ao povo por um dos súditos do rei, informando que essa alternativa saciaria a sede da fera, em razão de uma visão na noite anterior, como a mais apropriada, e assim, a população seria salva por mais algum tempo. 

 O rei não achou nenhuma graça da situação e não queria perder a sua bela filha; lembrou, então, que, em suas fileiras de soldados, havia um guerreiro de nome Jorge, homem de sua inteira confiança e ferrenho admirador da princesa, e tudo faria por ela. Foi, então, escalado, no time do rei, para aniquilar o monstro que incomodava o povo e que vivia próximo a uma caverna e, à noite, lá se escondia. Jorge chegou ao local com um ar de quem não queria nada; pesquisou a situação, analisou sua estratégia guerreira, procurando um lugar para atacar e depois defender-se do animal. Senhor de si, montou em seu cavalo e com um escudo sobre o peito nas cores branco, preto, e de contornos vermelhos, entrou por uma abertura da caverna e foi logo “atiçando” o monstro com a sua espada pontiaguda, convidando-o a sair. 

 Fala a lenda que a luta foi infernal! O vento assoprado por suas narinas misturava-se com as labaredas que soltava pela boca e iam sendo lançadas por onde o guerreiro Jorge estava se protegendo. 

Mas, não deu outra: Jorge avançou mais um pouco e, meio sorrateiro, chegou à retaguarda do bicho e fincou sua lança, ferindo-o mortalmente. 

 Muito se fala de animais cuspidores de fogo, mas sem dúvida o mais famoso é o dragão. E, na escalada de emoções do povo daquela época, surgiu o guerreiro Jorge que, depois de salvar a donzela daquela situação de morte, entrou para a história como um símbolo de coragem, acabando com o monstro, exibindo toda a sua efervescência de um nobre lutador por amor à princesa, e que, por sua bravura e tenacidade, acabou virando um santo. 

 Desde então, passou a ser adotado como um ideal de coragem e abnegação. Fato que é transportado até os nossos dias, onde é tido como o padroeiro do nosso glorificado e sagrado time de futebol, chamado Corinthians, a paixão de mais de trinta milhões de brasileiros. Acredita-se que a devoção e a fidelidade à princesa fez com que se tornasse venerado por muitas pessoas; e o nosso ‘coringão’ adotou o termo fiel, para expressar a paixão de uma nação. Em 2009, a chegada do Ronaldo foi um baluarte na conquista do Paulistão e da Copa do Brasil; mas não conseguiu ajudar, no ano seguinte, conquistar a sonhada ‘Libertadores’. 

 Após sua aposentadoria, tornou-se um torcedor fanático pelo ‘timão’, sendo considerado por alguns, como um “guerreiro, discípulo de São Jorge”, entrando para a história do clube também como um embaixador, levando o nome do Corinthians aos quatro cantos do mundo. Os mais alucinados disseram que viram Ronaldo, após os jogos, em noites de conquistas, cavalgar no cavalo branco de São Jorge, pelas ruas do Parque, saudando as estátuas de Claudio, Luizinho, Baltazar, Idário, Gilmar e outros craques do passado e acenando para a imensa nação de torcedores, que foram lá reverenciá-lo.


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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

TONINHO VENDRAMINI - UM CAMINHANTE DAS PALAVRAS


A literatura sempre foi mais que expressão: é travessia. E foi nesse espírito que iniciei minha jornada como escritor, movido por inquietações silenciosas e pela vontade de dar voz ao que pulsa no invisível. Desde os primeiros passos em antologias até a publicação de obras autorais, cada página escrita é um reflexo da minha busca por sentido, beleza e verdade.

Primeiros Passos: A Antologia “Cidade”

Em 2010, dei meu primeiro passo no universo literário ao participar da antologia Cidade, publicada pela Word Press. Embora não fosse uma obra individual, estar entre autores consagrados foi um marco simbólico — uma estreia que me apresentou ao calor dos encontros literários e à vibração dos saraus.

O lançamento ocorreu no II Encontro de Poetas, em Salto-SP, no dia 9 de outubro de 2010. Ali, sob o céu aberto da Praça do Memorial do Tietê, autografei exemplares ao lado de poetas vindos de diversas partes do Brasil. Foi um momento de celebração e pertencimento.

Ainda em dezembro daquele ano, recebi uma edição especial de agendinhas de bolso para 2011, onde meu nome aparecia no rodapé das páginas de quintas e sextas-feiras — uma delicada forma de divulgação que me trouxe alegria e motivação para seguir escrevendo.

O Primeiro Livro Solo: Vozes no Silêncio da Noite

Em abril de 2011, comecei a preparar meu primeiro livro solo, Vozes no Silêncio da Noite, lançado em fevereiro de 2012. A obra nasceu da necessidade de aprofundar temas que me habitavam e de construir uma narrativa mais íntima e autoral. Foi um processo intenso, marcado por descobertas e revisões profundas.

No final do livro, deixei registrada uma reflexão que sintetiza bem essa travessia:

 Um Convite à Curiosidade

Cada livro, cada participação, cada encontro literário é uma peça de um mosaico que ainda está sendo formado. As fotos dos lançamentos — que guardo com carinho — são testemunhos visuais dessa caminhada. E há muito mais por vir.

Se você chegou até aqui, talvez esteja pronto para descobrir o que há nas entrelinhas. 




Às vezes, basta um clique para abrir novas histórias, que ajudam a manter este espaço vivo.

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domingo, 4 de janeiro de 2026

MEDITAÇÃO E CONTEMPLAÇÃO: O SILÊNCIO QUE ACALMA A ALMA

A meditação sempre se ergueu sobre dois pilares fundamentais: concentração e contemplação. Em muitas culturas, foi praticada como religião, especialmente entre os povos orientais.

Há registros históricos que comprovam sua antiguidade, tão remota quanto a própria humanidade. Não nasceu de um único povo ou região, mas floresceu em diferentes civilizações, recebendo nomes diversos. Tornou-se mais evidente no Egito, na Índia e entre os Maias.

Hoje, além de seu aspecto espiritual, a meditação é também um instrumento de desenvolvimento pessoal em contextos não religiosos. Pode ser praticada como simples relaxamento ou como caminho para o Nirvana. Muitos afirmam que ela aprimora a concentração, a consciência e a autodisciplina.


O sol, ao se despedir do horizonte, pinta o céu em tons de vermelho e dourado. Para este lado do mundo, parece agonizar; para o outro, anuncia uma nova manhã repleta de emoções.

Nesse instante sublime, uma melodia suave se insinua nos ouvidos, acariciando-os após o tumulto da cidade. É um momento de paz, em que o silêncio se torna soberano e dissolve as ansiedades do dia.

A nostalgia desse cenário divino oferece à mente o descanso merecido, permitindo ouvir até os ruídos de uma longínqua quietude.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | 

sábado, 22 de novembro de 2025

TENTANDO PREVER O FUTURO


Como você acha que vai ser o seu futuro e o da sua família? Vocês vão ter muito dinheiro ou dificuldades financeiras? 
Vão estar cercados de amor ou levando uma vida solitária? 

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Você vai viver muito tempo ou sua vida vai acabar de repente? Há milhares de anos, as pessoas tentam adivinhar como vai ser o futuro.

"Clique nas palavras em negrito e vá além do texto."


Hoje, especialistas estudam os acontecimentos mundiais e fazem previsões sobre o futuro. 

Algumas se cumpriram, outras não. Em alguns casos, fracassaram totalmente. Veja o caso de Guglielmo Marcone, inventor de um tipo de telegrafia sem fio. Alguns contam que em 1912, ele fez a seguinte previsão: " A era da tecnologia sem fio vai tornar a guerra impossível". E um representante da gravadora Decca, que rejeitou os Beatles em 1962, pensava que grupos que tocavam guitarra iam parar de fazer sucesso.

Muitas pessoas buscam no sobrenatural dicas sobre o futuro. Algumas procuraram a orientação de astrólogos. Por exemplo, elas leem os horóscopos que sempre aparecem em jornais e revistas. Já outras consultam adivinhos e videntes que dizem conseguir "ler" o futuro usando cartas de tarô, numerologia ou a palma da mão de alguém.

No passado, algumas pessoas tentavam saber o futuro consultando oráculos, que eram os que se consideravam representantes de certo  deus e que passavam para outros mensagens desse deus.

"Viaje comigo pelas curiosidades do mundo — e se puder, clique nos anúncios. Não custa nada e ajuda muito!"

Por exemplo, dizem que o rei Creso, do reino de Lídia, mandou presentes muito caros para o oraculo de Delfos, Grécia. Ele queria saber qual seria o resultado se ele lutasse contra Ciro, o rei da Pérsia.

O oraculo disse que Creso destruiria "um grande império". Confiante na vitoria, Creso foi para a guerra.

Mas o grande império que Creso destruiu foi o dele mesmo!

A previsão feita pelo oraculo foi bem genérica e inútil. Ela ia parecer verdade não importando quem vencesse a guerra. Creso pagou muito caro por causa dessa previsão enganosa - seu império foi destruído.

E Hoje? As pessoas que procuram formas populares de prever o futuro estão conseguindo resultados melhores? 

"Escrevo para quem sente o mundo em desalinho. Role, explore os mais lidos e deixe que as palavras te levem."


Antonio Toninho Vendramini Neto

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Antonio Vendramini Neto – Face Book 




domingo, 2 de novembro de 2025

BEM-VINDO A LISBOA: CHARME, HISTÓRIA E POESIA


DESCUBRA LISBOA

DESTAQUES IMPERDÍVEIS
 charme, história e poesia

Lisboa é uma cidade que encanta à primeira vista. Seu centro histórico é compacto e pode ser explorado em um único dia, especialmente durante o período em que o navio permanece atracado. Caminhar pelas ruas estreitas do bairro de Alfama é mergulhar em séculos de tradição, música e arquitetura.

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Construída sobre colinas com vista para o amplo estuário do Tejo, Lisboa é a única capital europeia voltada para o Oceano Atlântico. Essa posição privilegiada moldou sua história e seu espírito aventureiro.

"O negrito nas palavras é o convite. O clique, a resposta. 

Entre os destaques imperdíveis:
Castelo de São Jorge: estilo mourisco, com muralhas em ruínas e vista para o Bairro Alto, famoso por sua vida noturna.
Torre de Belém: símbolo da cidade, localizada às margens do Tejo, com janelas manuelinas e escadarias ornamentadas com arcos e símbolos das grandes navegações.
Mosteiro dos Jerônimos: obra-prima do estilo gótico tardio, declarado Patrimônio Mundial da Humanidade.

Já estivemos em Lisboa diversas vezes, e cada visita me inspira a escrever crônicas que compartilho em sites portugueses e em meu próprio espaço digital.

Um poema português que atravessa pontes e sentimentos

Com grande carinho, incluí neste post o poema de um amigo português de longa data, Jorge Humberto. Sua escrita é profunda, sensível e cheia de imagens poéticas que dialogam com a alma de Lisboa. O poema está reproduzido abaixo em sua totalidade, sem qualquer alteração, para preservar sua essência:


Caminhando, ao sabor da brisa nocturna,
com minhas roupas emitindo um estranho
bailado - pés descalços -
percorro serenamente por sobre uma velha ponte
de madeira, entrando rio adentro.
Amarrado à ponte há um pequeno barco,
para não mais de duas pessoas.
E conforme a ondulação, no seu vai e vem, assim
ele se comporta, indo bater, de
quando em vez, num dos postes,
de há muito refúgio para crustáceos.
Indiferente, ao som surdo que tal impacto
provoca na madeira,
(propagando-se pela noite), sem qualquer
hesitação, continuo o meu caminho:
Até onde a ponte se encontra com as águas
do rio, em destino.
Aí chegando, sentindo o ranger da madeira
antiga, pelo facto de nela me ter sentado,
deslizo meus pés
mergulhando-os suavemente nas águas -
onde uma figura, atrás de mim, parece observar-me
de longe.
Meu coração, sabe bem quem é e que não
são só recordações nem ilusões, o que a
lua traz na sua meia luz.
E resistindo à tentação de espreitar, por de
cima do meu ombro, chamo por teu nome,
baixinho, enquanto vou aguardando que
nova manhã se faça -
e nos braços, um do outro, nos voltemos
a amar.
Jorge Humberto

 Encerramento: Lisboa no coração
Lisboa não é apenas um destino — é uma experiência que se vive com os sentidos. Do aroma dos pastéis de nata ao som do fado ecoando pelas vielas, cada detalhe é uma celebração da cultura, da história e da alma portuguesa.
E como bem diz o poema, há pontes que nos levam ao reencontro. Que a distância aproxime o amor, e que Lisboa continue sendo esse lugar onde memórias se tornam eternas — especialmente quando compartilhadas com quem amamos.

"Cada clique nos anúncios é um empurrãozinho para que eu continue criando. Obrigado por apoiar!


Escrevo como quem recolhe o tempo com as mãos.”

             “Cada linha é um gesto contra o esquecimento.”

             “O silêncio também tem voz — e às vezes, ela escreve comigo.”

Antonio Toninho Vendramini Neto
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Antonio Vendramini Neto – (facebook) 


EGITO: A CASA DA ALMA

O Cairo: A Joia do Oriente Situada no coração das rotas entre Ásia, África e Europa, a cidade do Cairo é um verdadeiro tesouro do Oriente. ...