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Meus Netos,ORGULHO DA VÓ E DO VÔ.O tempo, com sua dança silenciosa, nos lembra de que a vida é feita de ciclos e de laços que se fortalecem. Há alguns anos escrevi sobre a chegada dos meus netos, quando ainda eram crianças. Hoje, ao reler aquelas linhas, percebo como cada palavra continua viva, mas agora carrega novas cores: Lucas já tem 26 anos e Augusto, 16. E é com o coração cheio de gratidão que atualizo estas memórias. Eu tenho Neto no meu nome — escolha feita para me diferenciar do meu avô. Com o tempo, a vida tratou de dar um novo significado a essa palavra. Primeiro veio Lucas, filho de minha filha Erika e de seu marido Guará. Desde cedo, Lucas se mostrou um garoto esperto, inteligente, estudioso e muito educado. Sua personalidade firme e seu amor pelos esportes — especialmente pelo nosso glorioso Timão — sempre nos encheram de alegria. Hoje, aos 26 anos, continua a trilhar seu caminho com a mesma determinação e brilho que encantavam quando era menino. Anos depois, a vida nos presenteou com mais um tesouro: Augusto, filho de meu filho Alexandre. Quando chegou, em 2 de outubro de 2009, invadiu nossas vidas com sua serenidade de bebê, riso fácil e choro manhoso de quem tem muita vontade de viver. Seu nome soa forte como o de um imperador, e carrega a letra A dos ascendentes, levando com orgulho o sobrenome da família. Hoje, aos 16 anos, continua a caminhar com coração alegre, descobrindo paixões, vivendo seus sonhos e revelando, a cada passo, o homem de bem que se torna. Que privilégio é acompanhar de perto a história desses dois netos queridos! Lucas e Augusto iluminam nossos dias com amor, inspiração e esperança. Ter vocês em nossas vidas é uma dádiva que enche nosso coração de alegria — e faz de cada momento em família uma celebração daquilo que realmente importa. Este é o meu Blog. Aqui, Toninho Vendramini escreve como quem
costura o tempo com palavras. Cada texto é uma janela aberta para o mundo —
um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de
se encantar. Não escrevo para guardar. Escrevo para
libertar. Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas
que ainda vivem em mim.
Cada linha é um convite, cada frase uma
travessia. Às vezes, basta um clique para abrir novas histórias, que ajudam a
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quinta-feira, 18 de setembro de 2025
quinta-feira, 31 de julho de 2025
ORDENS CRIADAS DURANTE O IMPÉRIO NO BRASIL
ORDEM DA ROSA
Heranças do Império: As Ordens Honoríficas e o Legado Vivo da Família Imperial Brasileira
Entre brasões, condecorações e histórias entrelaçadas, o Brasil monárquico deixou um rastro de elegância e propósito que resiste ao tempo. As Ordens criadas por Dom Pedro I não apenas exaltaram momentos marcantes, como também consolidaram valores de honra, fidelidade e reconhecimento. Este ensaio percorre essas relíquias simbólicas e revela como, mesmo após o término oficial da monarquia, o legado da Família Imperial permanece pulsante nas tradições culturais e cerimoniais da nação.
As Ordens Honoríficas do Império
Ordem de Pedro I (1826)
Criada em 16 de abril de 1826 por decreto de Dom Pedro I para comemorar a Independência do Brasil, esta ordem era composta por:
- 100 cavaleiros
- 50 comendadores
- 12 grã-cruzes
Os membros da Família Imperial e convidados estrangeiros de destaque eram considerados supranumerários. A insígnia — conhecida como “Ordem do Dragão” — exibia:
- Dragão com asas vermelhas voltadas à esquerda
- Coroa antiga esmaltada de branco e perfilada em ouro
- Escudo verde com as iniciais “P.I.”
- Fitas verdes com a legenda: “Fundador do Império do Brasil”
- Ramos de café folhados e frutificados
- Coroa imperial forrada de verde
No reverso, apareciam as inscrições:
- Data: “16/04/1826”
- Legenda: “Ao reconhecimento do Império do Brasil”
- Faixas verdes orladas de branco completavam a insígnia
Ordem da Rosa (1829)
Instituída em 17 de outubro de 1829 por Dom Pedro I para eternizar a memória de seu enlace com Dona Amélia de Leuchtenberg. A inspiração teria surgido das delicadas rosas que ornavam o vestido da princesa ao desembarcar no Brasil.
A insígnia civil e militar reunia:
- Estrela de seis pontas esmaltadas de branco
- Grinalda de rosas folhadas na cor natural
- Disco central com o monograma “AP” (Amélia e Pedro)
- Legenda: “Amor e Fidelidade”
- No verso: data do casamento (02/08/1828) rodeada por: “Pedro e Amélia”
Durante os impérios de Pedro I e Pedro II, foi concedida a:
- Professores
- Empreendedores da indústria e da lavoura
- Senhores que libertavam seus escravos — reconhecidos pelo “relevante serviço prestado ao Estado e à humanidade”
A Casa Imperial Hoje
A memória monárquica permanece viva e atuante no Brasil contemporâneo. Após o falecimento de Dom Luiz de Orleans e Bragança em 2022, a liderança da Casa Imperial passou ao seu irmão mais novo:
👤 Dom Bertrand de Orleans e Bragança
- Trineto de Dom Pedro II
- Advogado formado pela USP
- Ativista em prol dos valores monárquicos
- Líder cerimonial e representativo da Família Imperial
Dom Bertrand exerce suas funções com presença marcante em eventos, palestras e atividades oficiais, especialmente na sede da Pró Monarquia, localizada no bairro do Pacaembu, em São Paulo.
Gran Finale
Assim como o brasão imperial guarda em seus símbolos o esplendor de uma era, a Família Imperial Brasileira continua a exercer seu papel representativo com discrição, dignidade e paixão pela memória nacional. A presença de Dom Bertrand não apenas reafirma o vínculo histórico entre passado e presente, como também inspira gerações a valorizar o legado monárquico como parte viva da identidade brasileira.
Mais do que relíquias, as Ordens imperiais são testemunhos duradouros da nobreza de espírito que moldou — e ainda influencia — a história do Brasil.
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