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segunda-feira, 17 de março de 2025

CAMINHANDO POR AVIGNON

CAMINHANDO POR AVIGNON



ROUSSILON


Desde Marselha, percorremos cerca de 100 quilômetros até chegar a essa bela cidade. Fizemos a viagem com pouco mais de 1h de van. 

Possui uma população em torno de 90 mil pessoas. Localizada no Sul da França, foi uma excelente base para explorarmos a região de Provence, possibilitando-nos até mesmo um bate-volta, até as cidades/vilarejos mais próximas. Além de ser um verdadeiro museu a céu aberto, notamos que Avignon tem boas opções de hotéis, excelentes e variadas opções gastronômicas, vida cultural e belezas naturais, tudo o que um visitante espera encontrar. Foi na Idade Média, que passou a ser sede da Igreja Católica e residência oficial do papado ganhando reputação mundial. Lá está o maior de seus símbolos: o Palácio dos Papas - uma fortaleza/castelo considerado o maior e mais importante da Europa. Por vários anos, os papas ali se estabeleceram. 

A cidade está cercada por muralhas. Quem como nós visitando a região, nutre um profundo desejo por ver os campos de lavandas repletos de flores, não demos sorte de encontrar. A floração é imprevisível, pode ocorrer de, em alguns anos, florirem antecipadamente e, em outros, um pouco mais tarde. Avignon não é uma cidade muito grande, mas repleta de boas atrações. Passeando a pé pelo centro visitamos outros locais, e após, com a nossa condutora no volante, continuamos nossa viagem até Isle sur la Sorgue; trata-se de uma pequena cidade situada na Região. 

A grande atração é sua feira livre, no centrinho em torno do cais do rio, onde se espalha pelas ruas, com lojinhas em um ambiente festivo. Após algumas comprinhas, fomos almoçar no restaurante Le Vivier, que fica na beira do rio, onde contemplamos um belo panorama, saboreando um prato tradicional da Região, regado com vinho local. Após visita a igreja, rumamos para outro vilarejo encantador chamado Gordes. É um lugar apaixonante e belíssimo. No alto de um morro ficam as casas branquinhas de pedras, a igreja e um castelo renascentista. A história da cidade remonta aos tempos romanos, mas ali parece que o tempo parou. O mirante no lado direito da pista, pouco antes de chegar na cidade, dá a dimensão do lugar. É possível ver todo o desenho das casas no alto da colina. As tradicionais feiras acontecem pela manhã, momento em que o lugar fica mais efervescente. Moradores e turistas saem às ruas para umas comprinhas ou simplesmente para observar o movimento. Na feira é possível encontrar comidas, ervas da Provence, pães, peixes, bijuterias, roupas, itens de decoração e muita, muita lavanda. Simplesmente caminhamos sem destino entre as ruelas estreitas curtindo o clima provinciano e imaginando as inúmeras histórias que já se passaram no lugar. A apenas 10 km de distância de Gordes, Roussillon é outra parada bem interessante para quem quer conhecer um vilarejo diferente. 

A começar por sua arquitetura, que assim como a cidade anterior, foi esculpida no alto de uma montanha, mas se caracteriza pela sua cor avermelhada, que está presente em todos os edifícios e casas do local – o ocre, espécie de argila vermelha, era muito comercializado e explorado na região, por isso tudo por lá apresenta essa coloração. Além da visita às vielinhas e lojinhas de souvenirs, é possível conhecer mais sobre a história do ocre e fazer um tour em uma antiga mina. 

Terminado o momento contemplação, regressamos para Marselha estávamos hospedados.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

LICOR DE CASSIS

 


Essa foi mais uma viagem pela França, com a esposa Dija, a mana Maria Clara e o cunhado Antônio Luiz. O destino inicial foi Paris, onde percorremos por alguns dias, locais já conhecidos e em outros conforme nossa programação.

Depois partimos para Marselha com um trem de alta velocidade. De lá, voltamos ao Brasil em um transatlântico com um percurso de 21 dias até o porto de Santos.

Fizemos por lá uma pequena temporada e, nesse período, visitamos, algumas cidades culminando com a bela Cassis.

Saímos de Marselha por via férrea tradicional. Tivemos que caminhar da estação até o pequeno centro, pois não havia ônibus, estavam enfrentando problemas na área de transportes urbano.

Muitas pessoas não sabem, mas os belos locais, nada tem a ver com o famoso licor, trata-se de uma cidade litorânea, a oeste de Marselha, é um destino de praias, encravada entre falésias.

Situa-se no sul da França, com apenas 7 mil moradores, que mantém o   charme de outrora. Como é de se esperar para um reduto de pescadores, o porto é atração maior, sempre colorido, cheio de vida e muitos de barcos de pesca e passeios.

O clima é mediterrâneo, com verões muito quentes, e solo muito pobre. O nome vem da época do império romano, quando era conhecida como Carsicis Portus.

Supõe-se que tenha origem em línguas de povos que existiam ali antes dos gregos e romanos, e significaria “rochedo à beira-mar”, mas isso não vem ao caso. O que importa é que não há nenhuma relação do famoso licor com a cidade. 

O licor não vem de Cassis. A cidade é uma região especializada na fabricação de vinhos brancos.

Em nossa passagem pelos arredores da cidade, encontramos adegas ou bodegas onde pudemos conversar com alguns os produtores. Não entendi quase nada, mas no final, ficamos alegres com algumas taças de vinho que nos foram oferecidas.

Mas o que nos moveu até a cidade, foi a crença que estaríamos vendo em algum lugar a fabricação do licor, que sempre acreditei ser originário de lá. Somente na volta ao Brasil é que fui pesquisar, porque não obtivemos melhores explicações do produto.

Graças a pesquisa, encontrei a verdade. O povo local explora muito bem essa nossa ignorância, na medida que não fazem nenhum esforço em desmistificar esta crença.

O licor tem esse nome devido ao fruto com que é feito – é a groselha-preta, ou Cassis, em francês. A principal região produtora na França é a Borgonha, mais especificamente nos arredores da cidade de Dijon.

É de lá que vem os bons licores de explorados pela cidade. Trata-se de um produto com mais de 170 anos de tradição. 

 

 http://www.sergrasan.com/toninhovendraminislides/


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

MARSELHA



DESCUBRA MARSELHA

Continuando nossa travessia Europa Brasil, chegamos a terras francesas. A estibordo do transatlântico, enxergamos Planier, uma ilha natural, localizada perto do porto de Marselha, uma atração para os turistas que passam pela região, também mencionada no famoso livro,

”The Count of Monte Cristo”, 

é um romance da literatura francesa escrita por Alexandre Dumas.


Marseille é a segunda cidade mais populosa da França (cerca de 1.000.000 de habitantes) é a mais antiga.




A margem do mar mediterrâneo dedicou-se à atividade marítima e comercial: por isso, é hoje, o maior porto comercial. É uma cidade cultural, e de fato foi eleita Capital Europeia da Cultura.

É também é considerada a cidade da arte e da história. 

O Hino nacional da França, La Marseillaise, tem este título por causa das tropas revolucionária dessa importante cidade.

Pronto para passear pelas ruas da metrópole?  

Começamos pelo bairro Le Panier, o mais antigo, é cheio de pequenas ruas estreitas e íngremes, com muitas lojas e elegantes restaurantes e cafés. É o coração antigo de Marselha, a típica Vielle Ville da Riviera Francesa.

A cidade é um exemplo de multiculturalismo e dinamismo.

Admiramos a vista do Porto Velho, no promontório Fort Saint-Nicolas, e visitamos a Notre-Dame-de-la-Garde, o mais importante dos marcos da cidade, localizado no topo na colina.




Desde Marselha, começamos nossa jornada de descoberta da fascinante Aix-em-Provence, mergulhamos na história de Avignon.

 Suas muralhas medievais baixas cercam a cidade antiga, fechando em um ângulo que acompanha a curvatura no rio Ródano. Em um tour especial, visitamos as encantadoras cidades/vilarejos de; Isle-Sur-La-Sorgue, Gordes e Roussillon, que mostraremos em outras postagens.

As magistrais cores de Provença atraíram muitos artistas.

O pequeno porto de L’Estaque, no final na baía de Marselha, foi um refugio para Renoir, Braque, Dufy e Cézanne, que pintaram muitos ângulos da agua em todas as estações.

CIÚMES DA VIOLA

  UM TEXTO HUMORADO E ALUSIVO AS VIOLAS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO. Em uma longínqua cidadezinha do interior, conhecida por Jacundá Mirim, vivia...