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sexta-feira, 26 de setembro de 2025

O VALOR DA PONTUALIDADE


  Sementes de Confiança, Frutos de Sucesso

Chegar alguns minutos antes do horário marcado pode parecer um detalhe... mas esse simples hábito reduz o estresse e transmite uma mensagem poderosa: você se importa. Além disso, a pontualidade é frequentemente associada à boa reputação e ao profissionalismo.

Competência com Hora Marcada
Ser pontual revela que você tem domínio sobre sua rotina. Mostra que você se antecipa aos imprevistos, que planeja com consciência, e que valoriza o tempo — o seu e o dos outros.

Confiança que Se Cultiva
Num mundo em que promessas nem sempre são cumpridas, cumprir horários é como manter a palavra silenciosamente. Pessoas pontuais são vistas como confiáveis — por colegas, amigos e pela família. No ambiente profissional, esse valor não passa despercebido: funcionários pontuais tendem a receber mais responsabilidades, reconhecimento e até melhores salários.

O Tempo da Colheita
O agricultor não espera o dia ideal — ele planta quando é preciso. O tempo de plantar não volta, e a pontualidade nesse momento determina tudo. É a natureza ensinando que o tempo, respeitado, é aliado da prosperidade.

 Seja o Agricultor do Seu Próprio Sucesso
A pontualidade é como uma semeadura silenciosa: exige constância, disciplina e respeito. Mas quem a pratica, colhe. Colhe paz, colhe confiança, colhe resultados. Chegar no tempo certo é plantar o amanhã que você deseja viver.

🔸 

Aqui, Toninho Vendramini escreve como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que ainda vivem em mim.

👍

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terça-feira, 23 de setembro de 2025

O TRABALHO, A VIDA E A LIÇÃO DO BAMBU CHINÊS


“É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.”

 Muito mais que um meio de sustento



O trabalho não deve ser visto apenas como um caminho para pagar contas. Ele é também o espaço onde manifestamos nossa criatividade, desenvolvemos talentos e construímos nosso propósito de vida.

Mais do que um dever, o trabalho é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional — um cenário onde podemos transformar esforços em realizações.

 Entre o equilíbrio e os extremos

Vivemos em uma era marcada pela competitividade. Algumas pessoas acreditam que, para se destacar, é preciso colocar o emprego acima de tudo. Esse pensamento pode levar ao desequilíbrio: jornadas exaustivas, saúde negligenciada e relacionamentos pessoais enfraquecidos.

Outros, no extremo oposto, seguem a filosofia do "só faço o que amo" e acabam recusando oportunidades valiosas por julgarem que certas tarefas não correspondem ao seu ideal de carreira. Quando o trabalho não provoca entusiasmo imediato, é rotulado como entediante — e o esforço mínimo se torna regra.

 O valor de dar o melhor

Independente do cargo ou da função, o verdadeiro profissional é aquele que se dedica com integridade. Mesmo que o serviço pareça simples ou distante de seus sonhos, fazê-lo bem é uma demonstração de respeito por si mesmo — e, muitas vezes, essa postura abre portas inesperadas.

Dar o melhor de si gera um senso de realização que vai além do reconhecimento externo. Além disso, trabalhar com responsabilidade e equilíbrio contribui para uma autoestima sólida e fortalece o respeito das pessoas ao nosso redor.

Não menos importante: o descanso também deve fazer parte da jornada. Uma pausa, quando merecida, é mais revigorante e gratificante.

 A lição do bambu chinês

Essa reflexão me fez lembrar de uma história inspiradora, muito conhecida na sabedoria oriental: a do bambu chinês.

Após a semente ser plantada, o bambu chinês leva cerca de cinco anos para começar a despontar da terra. Durante esse período, aparentemente nada acontece. Apenas um pequeno broto discreto surge — e permanece assim por muito tempo.

Contudo, o que os olhos não veem é o que acontece abaixo do solo. Durante esses anos, o bambu está construindo uma estrutura poderosa de raízes, que se espalha para todos os lados, preparando-se para o crescimento.

Então, no final do quinto ano, algo extraordinário acontece: em apenas algumas semanas, ele pode crescer até 25 metros de altura.

O escritor Stephen Covey resumiu isso com perfeição:

“Muitas coisas na vida pessoal e profissional são como o bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir o crescimento… e, por muito tempo, parece que nada acontece. Mas, se tiver paciência e persistência, seu ‘quinto ano’ chegará — e com ele virão crescimento e mudanças que você jamais esperava.”

 Persistência e paciência: as raízes do sucesso

Essa história nos convida a cultivar dois hábitos fundamentais para qualquer jornada: persistência e paciência.

Seja qual for o trabalho que você exerça, lembre-se: cada esforço, mesmo invisível aos olhos dos outros, está ajudando a construir suas raízes. Não desanime se os resultados parecerem lentos. Continue plantando, regando, acreditando.

Afinal, o trabalho — assim como o bambu — floresce no tempo certo.

💬 Concluindo…

O trabalho é uma expressão de quem somos e do que desejamos construir no mundo. Trate-o com respeito, compromisso e equilíbrio. E acima de tudo, nunca subestime o poder dos pequenos começos.

Seja como o bambu chinês: cresça em silêncio, crie raízes fortes e surpreenda quando florescer.

💢

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Toninho Vendramini;

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quinta-feira, 14 de agosto de 2025

REFLEXÕES AO SOM DA NATUREZA

 

O Meu Dia: Entre Uivos, Pios e Primaveras

Uma jornada poética sobre identidade, tempo e renascimento


Hoje pela manhã, como de costume, abri meu escritório nas dependências da minha casa, na linha reta dos gramados. O cenário parecia o mesmo, mas dentro de mim algo pulsava diferente. Fiquei pensando: existe o dia do pai, da mãe, do padeiro, do escritor... Mas e o meu dia? Será que há um dia reservado para cada um de nós nesse mundo vasto e misterioso?

🦉 

Enquanto o pensamento vagava, sons começaram a me visitar. Um uivo distante, talvez de um lobo solitário. Um pio sábio, vindo da coruja que habita a árvore ao lado do meu quarto. Ela me observa, silenciosa, como quem guarda segredos do tempo.

Logo, o vento sopra forte, anunciando uma tempestade. Trovões ecoam e a chuva cai, molhando as plantas e sussurrando que a primavera se aproxima.

 E eu, onde estou nesse mundo de Deus?

Penso nas pessoas amadas que me cercam. Elas são meu alicerce, minha inspiração. E agora, como escritor — será que sou mesmo? — reflito: talvez este seja o meu dia. O dia em que reconheço minha existência, meu papel, meu caminho.

 A última valsa ou o primeiro passo?

Assim, o baile da vida começa. Será minha última valsa? Não sei quem virá dançar comigo. Só sei que guardarei, na caverna da memória, tudo o que vivi.

Saio da minha toca — seria de um lobo? Ou de uma coruja? Talvez de ambos. E a coruja me saúda com seus pios de sabedoria, lembrando que ainda há estrada pela frente.

🌅 

Sim, este é o meu dia. Não marcado no calendário, mas gravado na alma. Um dia em que o tempo me abraça e a natureza me guia. Um dia em que descubro que viver é dançar entre uivos e pios, entre tempestades e primaveras.

🔮 

Meus contos tem um toque de magia

Histórias onde o impossível se torna íntimo.

Onde o tempo dobra, os objetos falam, e o coração é bússola.

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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

OI ZÉ, UM HOMEM SIMPLES



Em meio à correria do mundo, há gestos silenciosos que carregam uma fé imensa. Esta é a história de Zé, um homem simples, cuja oração curta tocou o coração de Jesus — e de todos ao seu redor.



Todo dia, ao meio-dia, um pobre velho chamado Zé entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía.

Um dia, o sacristão, curioso, lhe perguntou o que fazia ali, já que havia objetos de valor no templo.

— Venho rezar — respondeu Zé.

— Mas é estranho — disse o sacristão — que você consiga rezar tão depressa.

Zé sorriu e explicou:

— Eu não sei aquelas orações compridas. Mas todo dia, ao meio-dia, eu entro na igreja e digo:

"Oi Jesus, eu sou o Zé, vim te visitar."

Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, Zé sofreu um acidente e foi internado. Na enfermaria, sua presença começou a transformar o ambiente: os doentes mais tristes se tornaram alegres, risadas passaram a ecoar pelos corredores.

— Zé — disse-lhe um dia a irmã — os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre...

— É verdade, irmã. É por causa daquela visita que recebo todo dia. Me faz tão feliz.

A irmã ficou intrigada. Já havia notado que a cadeira ao lado da cama de Zé estava sempre vazia.

Zé era um velho solitário, sem família.

— Que visita? A que hora?

— Todos os dias, ao meio-dia — respondeu Zé, com um brilho nos olhos.

— Ele vem e fica ao pé da minha cama. Quando olho para Ele, Ele sorri e diz:


"Oi Zé, eu sou Jesus, eu vim te visitar."


Na simplicidade de um “Oi Jesus”, Zé encontrou a maior companhia que alguém pode ter.

E Jesus, fiel ao encontro, nunca deixou de aparecer — porque a fé verdadeira não precisa de palavras bonitas, apenas de um coração sincero.

🌟

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MITOLOGIA MARÍTIMA: ENTRE LENDAS E HORIZONTES

Odisseus em seu retorno à ilha de Ítaca . O mar sempre foi um palco fértil para o nascimento de mitos e lendas . Muito disso se deve à imag...