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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

PALERMO A CAPITAL DA ILHA DA SICÍLIA - ITÁLIA


MAIS UMA TRAVESSIA ATLÂNTICA
Visitamos a encantadora cidade de Palermo, a vibrante capital da Sicília/Itália, marcando a primeira parada de uma emocionante travessia atlântica iniciada em Civitavecchia, um centro vital para o transporte marítimo italiano.

FONTANA PRETORIA
Após desfrutar de uma última vista do hotel, seguimos rumo ao porto, onde nosso transatlântico aguardava ansioso para dar início a uma jornada de 20 dias inesquecíveis. Durante essa aventura, exploramos diversos países até finalmente chegarmos ao nosso querido Brasil, desembarcando em Salvador, Bahia.

O Deslumbrante Porto de Palermo

A costa italiana nos recebeu com braços abertos, revelando sua beleza ímpar. Caminhamos e dirigimos por paisagens de tirar o fôlego, comprovando a fama mundial que a Itália carrega tão merecidamente. Palermo, a maior cidade da Sicília, situada ao sul da "volta da bota" no mapa, é um verdadeiro tesouro cultural e histórico que encantou nossos olhos e nossos corações.


A subida ao Monte Pellegrino foi uma experiência sublime. No topo, nos deparamos com o Santuário de Santa Rosália, padroeira de Palermo, incrustado em uma gruta deslumbrante. A vista panorâmica de lá é simplesmente de tirar o fôlego! Além disso, a história das relíquias da santa adiciona um toque místico ao local.

O Magnífico Palazzo Reale

No nosso caminho, o impressionante Palazzo Reale, também conhecido como Palazzo dei Normanni, surgiu como um marco de grandiosidade. Sede da Assembleia Regional da Sicília, sua fachada renascentista e histórias envolventes reforçaram nossa admiração por este monumento tão importante.

Teatro Massimo: Um Gigante da Ópera

Entre as muitas surpresas, o majestoso Teatro Massimo Vittorio Emmanuele brilhou como uma joia incomparável. Famoso mundialmente e o maior da Itália, sua arquitetura é de encher os olhos. Além disso, o local foi cenário de momentos marcantes do cinema, incluindo uma das cenas mais icônicas de "O Poderoso Chefão III".

Fontana Pretoria: Beleza e Controvérsias

No coração histórico de Palermo, encontramos a elegante Fontana Pretoria, adornada com estátuas nuas que foram alvo de protestos no passado, rendendo à praça o apelido de "Piazza della Vergogna". Um cenário fascinante que misturou história e beleza artística.

Encerramos nosso dia com chave de ouro: apreciamos petiscos deliciosos acompanhados de vinho branco antes de embarcar. Do alto do mirante do navio, assistimos as manobras para deixar o porto, enquanto nos despedíamos da Sicília com vistas maravilhosas e rumávamos à próxima parada: Valência, na Espanha.


“Entre retratos e ruídos, sigo escrevendo o que ainda ecoa.

Às vezes, basta um clique para abrir novas histórias — e manter este espaço vivo.

"Escrevo para quem não teme abismos. Os mais lidos te esperam abaixo. À direita, palavras que abrem portas."

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Pensador | Criador de conteúdos culturais

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CINQUE TERRE E OS ECOS DA ETERNIDADE




Uma Odisséia pela Riviera Ligure

Algumas viagens são meros deslocamentos; outras, transformam-se em encontros com o tempo, com a natureza, e consigo mesmo. Este relato é uma celebração dos instantes em que o mar sussurra segredos antigos, as pedras falam de história, e os aromas da terra despertam emoções esquecidas. É também um tributo à beleza silenciosa das vilas italianas, onde cada passo parece traçado por mãos invisíveis que desenham poesia na paisagem.

"Clique nas palavras em negrito e vá além do texto."

 Uma visão e um contexto

Ao despedirmo-nos da efervescente Roma, o trem nos levou ao coração da Ligúria, onde o tempo corre lento e as paisagens parecem sonhadas por deuses antigos. Gênova foi nosso ponto de partida — e também de contemplação — para as vilas que pontuam a costa com cores vivas e histórias profundas.

Baseados ao lado da estação Brignole, nos lançamos, em dias intercalados, ao curso da ferrovia La Spezia. Cada viagem era um rito: o deslizar sobre trilhos, a curva do litoral, o olhar fixo nas encostas que sustêm vinhedos centenários, como se a terra tivesse sido moldada para o prazer de quem passa.

Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore não são meras vilas — são versos que se encontram com o mar. Em cada uma, descobrimos sabores, texturas, vozes e silêncios. O vinho branco Sciacchetrà embalava os almoços sob tendas acolhedoras, acompanhando frutos do mar e o dourado do pesto genovês, enquanto o sol fazia o mar brilhar como ouro líquido.

Vernazza foi uma canção: sob um promontório guardado por um castelo, caminhamos entre vielas e igrejas góticas, ouvimos ecos de piano, e vimos mãos depositarem sonhos em forma de euros num chapéu velho no chão. Em Corniglia, o mundo parecia suspenso — uma vila encravada no rochedo, onde o trem ecoa como um sussurro no subterrâneo, e o horizonte se estende como um abraço.

Em Manarola, os vinhedos em terraços eram versos na encosta, e os barcos repousavam nas ruas estreitas como personagens adormecidos. Riomaggiore, escondida entre rochas, guardava a Via dell’Amore — caminho que não percorremos com os pés, mas que sentimos no espírito.

Santa Margherita Ligure surgiu depois, como uma pausa vibrante entre a contemplação e o movimento — ali tomamos café sob risos italianos e almoçamos no Ristorante Antonio, envoltos por praças monumentais e mares que refletem palácios. E então veio Portofino — o suspiro final, o promontório que divide dois golfos e une memórias. Ali, sentados diante do Golfo Paradiso, vimos o tempo aquietar-se, como se todo o universo pedisse licença para repousar.

Nossa viagem terminou, mas não acabou. A Riviera Ligure continua em nós, como uma página que se escreve ao vento, na lembrança das rosas desenhadas nas janelas, nos vinhos sorvidos à sombra dos vinhedos, e na certeza de que há lugares onde a alma reconhece o eterno.

🌟

Este é o meu caderno.

Aqui, escrevo como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que ainda vivem em mim.

Cada linha é um convite, cada frase uma travessia.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
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domingo, 19 de outubro de 2025

UM CONTO ABORDANDO O FINAL DO REINADO DO PAPA SÃO JOÃO PAULO II



A memória de São João Paulo II, nascido Karol Józef Wojtyła, continua viva e pulsante no coração dos fiéis e da história da Igreja. Seu pontificado, encerrado em 2 de abril de 2005, permanece como um marco de fé, coragem e humanidade. Hoje, ao revisitarmos esse conto, entrelaçamos realidade e imaginação com reverência, como quem contempla um vitral iluminado pela luz divina.

O seu longo reinado — o terceiro mais duradouro da história — foi marcado por encontros com líderes mundiais e gestos de profunda empatia com os humildes. Naquele momento derradeiro, o mundo se unia em oração na Praça São Pedro, envolta por estátuas de santos e pela esperança de um milagre. O Papa, já reconhecido como santo por muitos, parecia sentir a alma em levitação, prestes a deixar o corpo terreno.

A doença e a idade avançada não apagaram sua missão. Guardava um segredo, talvez espiritual, talvez simbólico, que desejava revelar. Seu confessor, o cardeal Joseph Ratzinger, compreendia seus gestos com a precisão de quem partilhou anos de devoção e serviço. A Bíblia repousava ao lado, marcada por um crucifixo e anotações íntimas. O colóquio entre os dois, feito de sussurros e lágrimas, selava o início de uma nova era.

A Guarda Suíça, com seus trajes desenhados por Michelangelo, permanecia firme à porta, como há séculos. Dentro, os assessores rezavam ou preparavam os protocolos do funeral. Aquele reduto religioso tornava-se palco de um silêncio sagrado.

Recordo, com emoção, a missa campal que assisti com minha esposa, sob chuva persistente. João Paulo II presidia os ritos com serenidade, enquanto os fiéis permaneciam firmes no solo sagrado. Ao fundo, a Basílica de São Pedro, erguida sobre o túmulo de Simão Pedro, testemunhava séculos de fé e poder. A história do Vaticano, com seus mil habitantes e mais de um bilhão de fiéis representados, é uma monarquia espiritual onde o trono é conquistado pelo voto dos cardeais.

Na Capela Sistina, onde a arte e a fé se encontram, vislumbrei o cenário ideal para este conto. Ali, após o funeral, os cardeais se reuniram sob a liderança de Ratzinger. A fumaça branca anunciou ao mundo: “Habemus Papam!”. Bento XVI surgia à janela, emocionado, prometendo seguir os passos do querido João Paulo II.
Mas o conto ganha contornos de ficção. Surge Ângelus Nero I, o “anjo negro”, eleito em segredo. Despojado das vestes papais, parte pelo mundo como um homem comum, evangelizando com uma linguagem universal. Após anos de peregrinação, retorna ao Vaticano como assessor direto de Bento XVI, preparando o caminho para uma nova era de paz.

A utopia se desenha: dois papas, um visível, outro oculto, unidos pela missão de unir os povos sob uma única fé. Quando o mundo estiver pronto, o novo líder falará da janela papal: “Povos de todas as raças, hoje começa uma nova era: é o ano I; sem um Papa para conduzi-los, o mundo falará um único idioma e haverá somente uma religião para os povos de boa vontade.”

Assim, entre realidade e ficção, reverenciamos a figura de São João Paulo II — um estadista da fé, um peregrino da paz, um santo da humanidade.



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sábado, 9 de agosto de 2025

LA DOLCE JUVENTUDE


 Campodimele: A Vila Italiana Onde o Tempo Sorri




                                                  
Há lugares no mundo que parecem desafiar as leis da natureza — onde o tempo desacelera, a saúde floresce e a vida pulsa com uma leveza quase mágica. Foi exatamente isso que senti ao visitar Campodimele, uma vila medieval incrustada nas montanhas entre Roma e Nápoles, na região do Lácio.
Com pouco mais de 800 habitantes, Campodimele é conhecida por algo extraordinário: seus moradores parecem mais jovens do que realmente são. E não é exagero. Muitos têm entre 80 e 100 anos — e continuam ativos, trabalhando no campo, cuidando da casa, jogando cartas e sorrindo com uma vitalidade que impressiona.
 
O Segredo da Longevidade?

Jornalistas e médicos do mundo inteiro já tentaram desvendar o mistério. E os próprios moradores, sempre bem-humorados, compartilham com simplicidade:

A alimentação é natural, rica em fibras e sabor. A rotina é tranquila, mas cheia de propósito. O clima também ajuda: os invernos são suaves, e o verão é refrescado por uma brisa que sopra do mar, a apenas 20 quilômetros dali.

Uma Aldeia Que Encanta
Campodimele faz parte da rede das Aldeias Mais Bonitas da Itália — e com razão. Suas ruas de pedra, casas históricas e paisagens montanhosas criam um cenário digno de filme. Mas o que mais me tocou foi o espírito da comunidade: acolhedora, alegre e cheia de histórias.
Durante minha visita, registrei momentos que traduzem essa atmosfera única. As fotos que acompanham esta postagem mostram não só a beleza da vila, mas também a energia de um lugar onde a vida é celebrada todos os dias.

 Está Faltando Você Aqui
Sim, eu disse isso enquanto caminhava por Campodimele: “Está faltando eu aí.” E talvez esteja faltando você também. Porque mais do que um destino turístico, essa vila é um convite para repensar o ritmo da vida, valorizar o essencial e descobrir que juventude é, acima de tudo, um estado de espírito.

 
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quarta-feira, 6 de agosto de 2025

A ARTE DE COMUNICAR É TOCAR SEM ENCOSTAR É MARCAR SEM OBRIGAR — É EMOCIONAR


"Cada imagem conta uma história. Cada cor, uma emoção. Cada palavra, um convite para sentir, refletir e transformar."

Apresentamos uma jornada visual em vários atos — quatro banners que não apenas decoram, mas despertam. Eles foram criados para provocar o olhar, tocar o coração e inspirar novas possibilidades. Prepare-se para mergulhar em uma experiência que vai além do óbvio.





"Porque o que nos move não é o que vemos, mas o que sentimos ao ver."

Que cada banner seja uma janela aberta para o extraordinário. Que ao final, reste não apenas a imagem — mas a emoção que ela deixou.
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MITOLOGIA MARÍTIMA: ENTRE LENDAS E HORIZONTES

Odisseus em seu retorno à ilha de Ítaca . O mar sempre foi um palco fértil para o nascimento de mitos e lendas . Muito disso se deve à imag...