sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

XIXI POR CONTROLE REMOTO

MEDICINA & TECNOLOGIA


Um controle remoto que opera os músculos do esfincter - aqueles que tem a função de segurar o xixi - é a solução encontrada por pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, para pessoas com problemas de incontinência urinaria. 

A partir da remoção de tecidos de outras partes do corpo, os médicos criaram um anel muscular cuja contração é regulada por um pequeno estimulador elétrico semelhante as marcapasso. 

Depois de implantado no corpo do paciente, o esfincter artificial pode ser acionado quando a pessoa quiser ir ao banheiro, via controle remoto. 

"É uma ideia genial", diz Eric Wroclawski, professor de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo. Ele lembra os tratamentos existentes hoje para a incontinência ainda são muito limitados, principalmente para os homens."As vezes se resolve o problema com remédios ou com exercícios. Mas há casos em que a única alternativa é a cirurgia, e essa opção é muito-bem vinda"  
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PRATO INDIGESTO


CANIBALISMO

O Governo das Ilhas Fiji, na Oceania, apresentou um pedido oficial de desculpas por uma refeição feita há mais de 150 anos. O prato principal foi o missionário inglês Thomas Baker, morto pelo povo do vilarejo de Navatusia por ter retirado um pente do cabelo do chefe da comunidade. Até hoje é proibido tocar a cabeça do chefe, mas os fijianos estão arrependidos porque acreditam ter sido amaldiçoados  desde o fatídico  episódio cometido por seus ancestrais. Baker, que converteu muitos nativos ao cristianismo, foi o único europeu devorado nas Ilhas Fiji, que já foram conhecidas pelo hábitos canibais de suas tribos. Em relatos da época, um dos homens que se esbaldaram com o corpo do reverendo teria dito:" Nós o comemos todinho. Só faltaram as botas" Uma delas é parte do acervo do museu da capital, Suva.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

ORDENS CRIADAS DURANTE O IMPÉRIO NO BRASIL

A primeira foi a ORDEM DE PEDRO I, através do decreto de 16/04/1826 para comemorar a Independência do Brasil. 

Constituía-se, de 100 cavaleiros, 50 comendadores e 12 grã-cruzes. Os membros da Família Imperial seriam grã-cruzes, mas tanto esses como os estrangeiros faziam parte da Ordem como membros supranumerários.

Essa insígnia é chamada de “Ordem do Dragão” com as asas estendidas à esquerda e linguado de vermelho, sainte de uma “coroa antiga” esmaltada de branco, perfilada e maçanetada de ouro; sobre o peito, pendente de duas correias azul-claro, um escudo verde perfilado de ouro coma iniciais “P.I.” do mesmo metal. Contornando as asas, duas fitas de verde perfiladas de ouro com a legenda “Fundador do Império do Brasil”, sobre ramos de café folhados de frutificados de sua cor. Tudo decorado com a Coroa imperial forrada de verde.

No reverso, com as mesmas características, mudam apenas as inscrições do escudo e da fita, que são respectivamente:
  “16/04/1826” e “Ao reconhecimento do Império do Brasil”. Fitas e bandas verdes orladas de branco completam a condecoração.      



ORDEM DA ROSA
Para perpetuar a memória do enlace com D. Amélia de Leuchtenberg, por decreto de 17/10/1829, essa Ordem brasileira, militar e civil.
Acredita-se que as veneras dessa belíssima Ordem tenham sido inspiradas, “nas miúdas rosas que ornavam, com uma chuva de pétalas, o vestido que D. Amélia vestia ao desembarcar no Rio de Janeiro”.
É composta por uma estrela de seis pontas, esmaltadas de branco e maçanetadas de ouro, assente sobre a grinalda de rosas folhadas em sua cor. No disco central do anverso, em ouro cinzelado, a monograma “AP (Amélia e Pedro), circundado pela legenda “Amor e Fidelidade”. No reverso, a data “02/08/1828” (dia do casamento em Munich), circundada pela legenda “Pedro e Amélia” nos mesmos esmaltes.
Foram concedidas durante os dois impérios de Pedro I e Pedro II. As concessões foram em favor de professores, de homens de iniciativa da indústria e na lavoura e de senhores que libertavam seus escravos. Neste último caso, “pelo relevante serviço que prestou ao Estado e a humanidade”.



A casa Imperial do Brasil continua presente, sendo conduzida pelo atual chefe, o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, que porta essas Ordens em cerimônias especiais, na sede da Pró Monarquia, no bairro do Pacaembu em São Paulo.


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