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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

VOCÊ SE CONSIDERA UMA PESSOA FELIZ?


Como encontrar esse Caminho?

Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade. Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa. É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. 

Sinta-se em casa.


O CAMINHO DA LEVEZA

Descubra como trilhar esse caminho com leveza


A felicidade é um daqueles temas que todo mundo pensa, sente e busca — mas nem sempre sabe explicar. Afinal, o que faz alguém se sentir verdadeiramente feliz?

"Não apenas leia — clique no negrito nas palavras e mergulhe."

Pode ser a companhia da família, a realização profissional, a fé, ou até a expectativa de algo novo: concluir os estudos, conquistar um emprego ou comprar aquele carro dos sonhos.

É comum sentir alegria ao alcançar metas ou realizar desejos. Mas… quanto tempo essa sensação dura?
Na maioria das vezes, ela passa rápido. E aí voltamos a buscar algo novo, como se a felicidade estivesse sempre um passo à frente.

"Este blog é feito com carinho. Clique nos anúncios para apoiar, sem precisar comprar nada!"

Mas e se ela estiver mais perto do que imaginamos?
Alguns dizem que felicidade é um estado de bem-estar que permanece. Outros, que é uma jornada — não um destino. E talvez estejam certos. Quando dizemos “só vou ser feliz quando…”, estamos adiando o agora.

Assim como cuidar da saúde exige hábitos, ser feliz também pede atitudes simples e constantes. Aqui vão algumas ideias para cultivar esse sentimento no dia a dia:

🌱 Valorize o que você já tem e compartilhe com generosidade
💪 Cuide do corpo e da mente com carinho
❤️ Demonstre afeto e pratique o perdão
🌈 Tenha um propósito e alimente a esperança

A felicidade não precisa ser grandiosa. Às vezes, ela mora nos detalhes: um café gostoso, uma conversa sincera, um pôr do sol inesperado.

Então, respire fundo. Viva o presente. E lembre-se: ser feliz pode ser mais simples do que parece.
💦

Este é o meu BLOG.

Aqui,  escrevo como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que ainda vivem em mim.

Cada linha é um convite, cada frase uma travessia.

🌟 

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
📬 Abaixo, - outro espaço de cultura e amizade - clique e divirta-se.

Antonio Vendramini Neto – Face Book. 

domingo, 2 de novembro de 2025

BEM-VINDO A LISBOA: CHARME, HISTÓRIA E POESIA


DESCUBRA LISBOA

DESTAQUES IMPERDÍVEIS
 charme, história e poesia

Lisboa é uma cidade que encanta à primeira vista. Seu centro histórico é compacto e pode ser explorado em um único dia, especialmente durante o período em que o navio permanece atracado. Caminhar pelas ruas estreitas do bairro de Alfama é mergulhar em séculos de tradição, música e arquitetura.

Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade. Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa. É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. Sinta-se em casa.

Construída sobre colinas com vista para o amplo estuário do Tejo, Lisboa é a única capital europeia voltada para o Oceano Atlântico. Essa posição privilegiada moldou sua história e seu espírito aventureiro.

"O negrito nas palavras é o convite. O clique, a resposta. 

Entre os destaques imperdíveis:
Castelo de São Jorge: estilo mourisco, com muralhas em ruínas e vista para o Bairro Alto, famoso por sua vida noturna.
Torre de Belém: símbolo da cidade, localizada às margens do Tejo, com janelas manuelinas e escadarias ornamentadas com arcos e símbolos das grandes navegações.
Mosteiro dos Jerônimos: obra-prima do estilo gótico tardio, declarado Patrimônio Mundial da Humanidade.

Já estivemos em Lisboa diversas vezes, e cada visita me inspira a escrever crônicas que compartilho em sites portugueses e em meu próprio espaço digital.

Um poema português que atravessa pontes e sentimentos

Com grande carinho, incluí neste post o poema de um amigo português de longa data, Jorge Humberto. Sua escrita é profunda, sensível e cheia de imagens poéticas que dialogam com a alma de Lisboa. O poema está reproduzido abaixo em sua totalidade, sem qualquer alteração, para preservar sua essência:


Caminhando, ao sabor da brisa nocturna,
com minhas roupas emitindo um estranho
bailado - pés descalços -
percorro serenamente por sobre uma velha ponte
de madeira, entrando rio adentro.
Amarrado à ponte há um pequeno barco,
para não mais de duas pessoas.
E conforme a ondulação, no seu vai e vem, assim
ele se comporta, indo bater, de
quando em vez, num dos postes,
de há muito refúgio para crustáceos.
Indiferente, ao som surdo que tal impacto
provoca na madeira,
(propagando-se pela noite), sem qualquer
hesitação, continuo o meu caminho:
Até onde a ponte se encontra com as águas
do rio, em destino.
Aí chegando, sentindo o ranger da madeira
antiga, pelo facto de nela me ter sentado,
deslizo meus pés
mergulhando-os suavemente nas águas -
onde uma figura, atrás de mim, parece observar-me
de longe.
Meu coração, sabe bem quem é e que não
são só recordações nem ilusões, o que a
lua traz na sua meia luz.
E resistindo à tentação de espreitar, por de
cima do meu ombro, chamo por teu nome,
baixinho, enquanto vou aguardando que
nova manhã se faça -
e nos braços, um do outro, nos voltemos
a amar.
Jorge Humberto

 Encerramento: Lisboa no coração
Lisboa não é apenas um destino — é uma experiência que se vive com os sentidos. Do aroma dos pastéis de nata ao som do fado ecoando pelas vielas, cada detalhe é uma celebração da cultura, da história e da alma portuguesa.
E como bem diz o poema, há pontes que nos levam ao reencontro. Que a distância aproxime o amor, e que Lisboa continue sendo esse lugar onde memórias se tornam eternas — especialmente quando compartilhadas com quem amamos.

"Cada clique nos anúncios é um empurrãozinho para que eu continue criando. Obrigado por apoiar!


Escrevo como quem recolhe o tempo com as mãos.”

             “Cada linha é um gesto contra o esquecimento.”

             “O silêncio também tem voz — e às vezes, ela escreve comigo.”

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
📬 Abaixo, - outro espaço de cultura e amizade - clique e divirta-se.

Antonio Vendramini Neto – (facebook) 


sexta-feira, 10 de outubro de 2025

O SALTO DO DENTE TRESLOUCADO

 

COMO TUDO COMEÇOU...

"Não apenas leia — clique no negrito nas palavras e mergulhe."

Nos anos 90, um consultório dentário não era exatamente o lugar dos sonhos. Não existia a sofisticação dos aparelhos modernos ou o conforto da tecnologia de hoje. Tudo era artesanal, uma experiência que, para muitos, parecia mais um campo de batalha do que uma simples consulta. O som do motor com cordas girando ao lado de sua cabeça, a broca feroz perfurando o dente, o cheiro de dentina... era tudo uma montanha-russa de sensações! Mas aquele dia seria diferente, e o consultório, um palco para uma das histórias mais insólitas de todos os tempos.

A Narrativa:

Era uma tarde qualquer, por volta das 17h, e eu estava sentado na sala de espera do consultório, ouvindo a conversa do dentista com outro paciente. “Vai demorar mais um pouco”, disse o dentista, “preciso ajustar um dente de madrepérola para colocar como pivô na raiz do dente anterior.” Naqueles tempos, tudo era feito à mão, sem pressa, e com um método que exigia paciência – de ambas as partes.

Enquanto ele explicava, a porta do consultório estava entreaberta, e eu, curioso, pude ver o processo que ele estava conduzindo. O ambiente estava levemente iluminado pela luz do sol da tarde, e o barulho característico da broca começava a ecoar no ambiente. O dentista então disse: “Não encaixou direito. Vou ter que dar uma esmerilhada com o motorzinho para ajustar.” E logo, o som de um dente sendo desgastado começou a preencher o espaço, uma sinfonia de tensão. Foi quando, sem mais nem menos, o dente escorregou das mãos do dentista e foi lançado para fora da janela! E não parou por aí...

Ele saltou de pedra em pedra na rua de paralelepípedos que ficava abaixo, pulando e ricocheteando, como se tivesse vida própria. O dentista, em pânico, correu atrás dele, gritando como se fosse uma corrida contra o tempo. “Vou pegar o dente! Vou pegar o dente!” ele berrava, enquanto a rua começava a se agitar com os comerciantes, que, curiosos, assistiam à cena absurda.

Aquela rua, uma ladeira íngreme, parecia uma verdadeira pista de obstáculos. À medida que o sol começava a se pôr, a luz enfraquecia e o dente continuava sua jornada, agora iluminado apenas pela luz das lojas. O dentista, desesperado, foi até um comerciante de bugigangas e pegou um farolete emprestado. Mas o tempo estava contra ele, e o dente ainda não aparecia.

Enquanto isso, o cliente estava lá, na cadeira, com a boca aberta, esperando pacientemente… mas nada de dente! O dentista, agora exausto e sem alternativas, informou ao paciente que teria que pedir ao protético para fazer um novo. “Volte na próxima semana, que o novo dente já estará pronto para você.” Mas o prejuízo? Ele não podia arcar com isso!

O Climax:

Então, num golpe de sorte (ou desespero), ele contratou Epaminondas, o treinador de cães adestrados. Um homem com um cachorro tão peculiar que ele respondia ao nome de Kid Louco, um especialista em rastrear até as menores pistas. No dia seguinte, Epaminondas chegou com seu cachorro e iniciou a busca pela ladeira. Durante horas, o cachorro farejou cada centímetro da rua, até que, finalmente, lá estava o glorioso dente, resgatado das pedras e da lama!

Mas, mesmo com a vitória, o dentista sabia que havia perdido muito. Ele pagou os serviços de Epaminondas e então, com um sorriso amarelo, enviou uma mensagem ao paciente: “Pode vir hoje, o dente já está pronto!” Quando o cliente chegou, ele olhou desconfiado para o dente e disse: “Mas já? Não era para ser na semana que vem?” O dentista, sorrindo nervosamente, respondeu: “Agora estamos mais modernos! O protético inventou uma nova máquina e o dente ficou ainda melhor!”

Mas o cliente, desconfiado, começou a notar algo estranho... “Esse dente tem um gosto esquisito”, disse ele. “Parece até o cheiro do meu cachorro!” O dentista tentou disfarçar: “Ah, é o material novo, não se preocupe!” Mas, nos dias seguintes, o cliente começou a ter uma tosse muito peculiar, como se estivesse latindo. Seria uma coincidência? Ou o destino havia realmente marcado aquele dente com um toque de Kid Louco?

Final:

Às vezes, os caminhos que seguimos têm um modo curioso de nos devolver o que semeamos. O dentista, orgulhoso de seu dente recuperado, nunca soube se o cheiro de cachorro desapareceu ou se o cliente, que se tornou uma lenda da clínica, jamais conseguiu se livrar do latido estranho que ecoava em sua garganta. A história do dente que pulou pela ladeira ficou marcada para sempre no consultório, um conto de fracassos e vitórias, de risos e aflições – uma verdadeira corrida contra o tempo, e contra o destino.

💢

Contos com um toque de magia

Depois de muitos anos atuando nas áreas de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade (ISO 9001), inclusive como auditor de certificação, troquei os relatórios por passagens aéreas e os manuais por mapas. Hoje, escrevo sobre o que vejo, vivo e sinto — misturando histórias do cotidiano com experiências de viagens que me levaram dos desertos ao gelo, das vielas escondidas às grandes avenidas do mundo. Cada texto é uma bagagem aberta, cheia de curiosidades, reflexões e encontros que merecem ser compartilhados.

 

Obrigado por embarcar em mais uma história.

Chegamos aos 106 mil acessos — e cada um deles é um sorriso na bagagem.

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 Toninho Vendramini

Criador de Conteúdo Digital

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terça-feira, 30 de setembro de 2025

ÉCOS DOURADOS DE UMA JUVENTUDE INESQUECÍVEL


A  FESTA  CRESCEU


 Era uma tarde qualquer, dessas em que o tempo parece pedir uma pausa. Mexendo numa velha caixa de papelão esquecida no fundo do armário, encontrei um tesouro: fotos amareladas, recortes de jornais, bilhetes dobrados com cuidado. Cada item parecia sussurrar histórias que o tempo tentou apagar, mas que a memória — teimosa e afetiva — insistia em guardar.

 E ali, entre lembranças e poeira, revivi os chamados “anos dourados”, uma época vibrante em que a juventude pulsava em cada esquina, e eu, junto com minha turma, éramos protagonistas de uma cena que hoje parece saída de um filme retrô.

 Um recorte em especial me fez sorrir: minha foto, atrás da bateria, animando as domingueiras do Clube Grêmio dos Ferroviários. A festa começava logo após a missa das nove, e quem não ia ao Cine Ypiranga ver Tom e Jerry corria para dançar o frenético rock’n’roll. Elvis Presley reinava nas rádios, e nós, da orquestra, fazíamos questão de reproduzir seus sucessos com toda a energia que cabia em nossos instrumentos.

 Nosso “Elvis tupiniquim” era Ted Milton, dono de uma voz potente e um rebolado que arrancava suspiros. Ele cantava Tutti Frutti, Blue Suede Shoes, e depois suavizava com Love Me Tender. Era impossível não se contagiar.
 
Quando as domingueiras cessaram — por cansaço dos músicos dos bailes de sábado — nasceu a ideia de formar um trio para animar as “brincadeiras dançantes”, inspiradas nos filmes americanos. A primeira foi numa garagem espaçosa, com um piano que nos deu o tom perfeito. Eu era Tony Vendra, estampado no surdo da bateria. Ao meu lado, Joel das Candongas no piano e Joãozinho Boa-Pinta no sax. Uniforme? Camisa vermelha, calça e sapatos pretos. Estilo era essencial.
 
Meu pai, sempre paciente, levava os apetrechos no porta-malas do seu Ford, que mais parecia um barco. As músicas italianas dominavam, e os pais das moças exigiam canções suaves, próprias para danças de rosto colado e conversas ao pé do ouvido.

 A abertura era sempre com “Non Ho L’età”, cantada por uma menina do grupo, imitando Gigliola Cinquetti. A letra dizia que ela ainda não tinha idade para namorar — e os pais, claro, adoravam.

Ficamos conhecidos. Professores jovens vinham dançar, e na segunda-feira, a escola fervilhava de comentários. As meninas nos cercavam, curiosas sobre o repertório da próxima festa.

E tinha o famoso “ponche”, servido pela mãe da anfitriã. Meio sem graça, até que alguém despejava uma vodka sorrateira. A alegria se espalhava, e as declarações de amor surgiam ao som do nosso trio. Nos intervalos, declamações de poemas encantavam — as meninas eram verdadeiras artistas.
 
A festa cresceu. Gente de fora vinha, e a dança se espalhava até a rua. Alguns exageravam no ponche e acabavam “plantando” lembranças nos vasos de flores. Era uma alegria contagiante, mesmo que alguns vizinhos torcessem o nariz.

 Um dia, fui convidado para participar de um programa na rádio Difusora. Atendia telefonemas e lia versinhos antes de tocar músicas italianas — minha paixão. Em troca, ganhava ingressos para os cines Ypiranga e Marabá. Era o auge.

 Modugno, Peppino Di Capri, Luigi Tenco, Lorella Vital… todos embalavam nossos corações. As letras falavam de amor com uma intensidade que hoje parece rara. E eu, ali, vivendo tudo com intensidade, sem saber que estava colecionando memórias para uma vida inteira.

 Hoje, ao revisitar essas lembranças, percebo que os “Anni Moderni” não ficaram presos no passado. Eles vivem em cada música que toca no rádio, em cada dança improvisada na sala, em cada sorriso que surge ao lembrar de uma juventude que soube viver com leveza, paixão e ritmo.

 E quem sabe, com um bom streaming e uma playlist nostálgica, a gente não revive tudo isso — agora com luzes de LED, vídeos no TikTok e declarações por mensagem de voz. O espírito é o mesmo. Só mudou o cenário.

🎶

Este meu blog não tem capa dura nem páginas numeradas.

Ele vive nas entrelinhas do tempo.

Cada texto é uma fresta — por onde escapa o que ainda pulsa.

Escrevo como quem conversa com o silêncio.

Como quem guarda o mundo em palavras pequenas.

Como quem acredita que lembrar é uma forma de amar.

💯

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 Toninho Vendramini

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quarta-feira, 6 de agosto de 2025

A ARTE DE COMUNICAR É TOCAR SEM ENCOSTAR É MARCAR SEM OBRIGAR — É EMOCIONAR


"Cada imagem conta uma história. Cada cor, uma emoção. Cada palavra, um convite para sentir, refletir e transformar."

Apresentamos uma jornada visual em vários atos — quatro banners que não apenas decoram, mas despertam. Eles foram criados para provocar o olhar, tocar o coração e inspirar novas possibilidades. Prepare-se para mergulhar em uma experiência que vai além do óbvio.





"Porque o que nos move não é o que vemos, mas o que sentimos ao ver."

Que cada banner seja uma janela aberta para o extraordinário. Que ao final, reste não apenas a imagem — mas a emoção que ela deixou.
👇

Quer me apoiar de verdade? 

 clique nos anúncios — um gesto simples que impulsiona essa jornada rumo aos 100 MIL! 

 Falta pouco! Já ultrapassamos as 96 mil visualizações — veja o número total à direita, ao lado das fotos dos meus seguidores, vocês são incríveis! 

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VIAGEM DOS SONHOS

  Viajar contigo é percorrer caminhos de alegria, onde o esperado e o sonhado se encontram, levando-nos ao paraíso, seja por uma nave ou por...