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terça-feira, 3 de março de 2026

CALÇADAS LUSITANAS: MEMÓRIAS QUE CAMINHAM COMIGO


Um olhar poético sobre Lisboa antiga, onde cada pedra guarda histórias e cada rua se transforma em verso.



As velhas calçadas portuguesas são mais do que pedras dispostas em desenhos geométricos: são páginas vivas de uma história que se desenrola a cada passo. Lisboa antiga, com seus becos sinuosos e ruelas românticas, guarda o burburinho matinal, os fados que ecoam nas sacadas e o arrulhar dos pombos que ainda hoje acompanham o caminhar dos transeuntes. O poema "Calçadas Lusitanas" é uma saudação a esse patrimônio afetivo, um tributo às memórias que se entrelaçam entre o passado e o presente, revelando o encanto de uma cidade que respira tradição e poesia.


Ao percorrer essas ruas, percebi que não caminhava apenas sobre pedras, mas sobre lembranças. Vi o bonde elétrico barulhento, ouvi o jornaleiro e o leiteiro, senti a presença das velhas senhoras com seus fados e dos olhares curiosos que se debruçavam nas janelas. Foi nesse instante que compreendi: Lisboa não se mostra apenas aos olhos, mas também ao coração. E foi dessa visão, dessa emoção que me atravessou, que nasceu este poema. Ele é o reflexo daquilo que vivi e enxerguei, transformado em palavras que buscam eternizar o espírito das calçadas lusitanas.

Meu Blog Vendramini Letras

Vendramini Letras não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais


 

terça-feira, 5 de agosto de 2025

O PAÍS QUE SONHEI: LIBERTANDO-SE DO PASSADO, ABRAÇANDO O FUTURO


Uma jornada entre memórias, sonhos e a busca por um lugar onde a alma possa respirar em paz


Todos nós carregamos marcas. Algumas são suaves como brisas nostálgicas, outras pesam como correntes invisíveis. Este texto nasceu de uma noite inquieta, onde o silêncio da madrugada se tornou palco para um sonho revelador. É um convite à reflexão: será que estamos prontos para deixar o passado onde ele pertence e abrir espaço para uma nova aventura chamada vida?

Há algo que te prende ao passado? Uma lembrança da infância, um ambiente familiar conturbado, amizades que deixaram cicatrizes, ou talvez um trabalho que drenou sua essência? Se sua resposta for sim, saiba: esse episódio, por mais marcante que tenha sido, pode se tornar apenas uma lembrança. Ele não precisa mais emperrar sua vida, nem roubar sua paz.

Essa revelação me visitou numa daquelas madrugadas insones, quando a cozinha se torna refúgio e um copo d’água parece mais um ritual de reencontro consigo mesmo. Voltei para a cama, mas os pensamentos vieram como flechas — certeiras, inquietas, venenosas. A mente buscava abrigo, talvez em devaneios tolos, talvez em utopias possíveis.

Já vivi em muitos países, com culturas e crenças diversas, alguns considerados de primeiro mundo. E mesmo nesses lugares, percebi que a verdadeira liberdade não está nas estatísticas, mas na alma de um povo.

Adormeci. E sonhei.

Sonhei com um país pequeno, quase esquecido pelos mapas. Sua população não chegava a milhões. Mas ali, tudo era decidido pelo povo. As manifestações eram ouvidas, os desejos respeitados, a religião era vivida com leveza, e o conceito de raça... inexistente. A comida era repartida com fartura, como se cada refeição fosse um abraço coletivo.

Onde fica esse país? Se alguém souber, me avise. Estarei fazendo as malas. E com minha família, partirei rumo a essa nova aventura chamada vida.

 Vamos ao Gran Finale:

Talvez esse país não exista em coordenadas geográficas. Talvez ele habite nossos sonhos, nossas esperanças, nossa coragem de mudar. Mas se começarmos a viver como se ele fosse real — com empatia, escuta, partilha — quem sabe ele não começa a nascer dentro de nós?

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