![]() Na Praça da Matriz, em Jundiaí, o tempo fez uma pausa. “Acompanhe meu blog e deixe seu comentário no final — sua voz importa!” Foi ali, entre bancos antigos e manhãs frias, que Oswaldo Antonio Begiato e Antonio Vendramini Neto dividiram mais do que palavras: dividiram sentimento, lembrança e poesia. Neste encontro inesperado, não se falou de métrica, nem de estilo. O ENCONTRO DOS POETAS Praça da Matriz
Senhora de uma paisagem de outrora Emudecidos e enegrecidos Fantasias acontecidas A praça está viva!!! UN GRAN FINALEE assim, a praça ganhou voz. Com humildade, celebramos este encontro de mestres. Que esses versos ecoem "Na sombra de um banco esquecido, a poesia acordou."
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A HISTÓRIA DE UM HOMEM PERDIDO
Ao longo da história, o espírito aventureiro tem sido o combustível das jornadas mais desafiadoras, aquelas que levam homens e mulheres a lugares inexplorados, onde os limites do corpo e da mente são postos à prova. Encontros com o desconhecido, com a natureza selvagem, e até com a própria morte, fazem parte do cerne dessas experiências. Um dia, ao assistir a um documentário sobre essas expedições extremas, deparei-me com uma tragédia que me deixou inquieto: um dos participantes de uma caminhada, em um dos lugares mais inóspitos do mundo, morreu no meio da jornada. O local era o Vale da Morte, um deserto cruel onde a aridez da terra e o calor sufocante são os menores dos desafios.
“Este conteúdo integra meu blog, onde registro pensamentos e histórias ao longo do tempo. Se tocou você de alguma forma, siga e compartilhe — e deixe seu comentário no espaço indicado, pois cada leitor é parte dessa caminhada.”
Isso me fez refletir profundamente: o que passa pela mente de alguém que, diante da iminente morte, se vê perdido nesse cenário? Como o espírito humano reage quando confrontado com o fim inevitável? E, mais importante, o que é o medo, senão a reação natural à sensação de que estamos prestes a ser derrotados pela própria existência?
Foi a partir dessa reflexão que decidi imaginar a história de um homem perdido naquele mesmo Vale da Morte, onde cada passo parecia uma luta contra seu próprio corpo e contra a própria vida.
A Narrativa:
A vida, por fim, o havia deixado. O homem que um dia se atreveu a desafiar o impossível, e que em seu último suspiro reconheceu sua própria limitação, agora era parte do deserto. Seu nome, como todos os nomes de aventureiros, seria levado pelo vento. E a lenda de sua jornada, uma história sem fim, eternizada em cada grão de areia.
Final emocionante:


