Mostrando postagens com marcador Natureza & Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natureza & Vida. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de junho de 2026

DOIS POETAS, DOIS OLHARES - SILÊNCIO CARREGADO DE MEMÓRIAS



Na Praça da Matriz, em Jundiaí, o tempo fez uma pausa.

“Acompanhe meu blog e deixe seu comentário no final — sua voz importa!”

Foi ali, entre bancos antigos e manhãs frias, que Oswaldo Antonio Begiato e Antonio Vendramini Neto dividiram mais do que palavras: dividiram sentimento, lembrança e poesia.

Neste encontro inesperado, não se falou de métrica, nem de estilo.
Falou-se da vida, das esquinas da memória, do pulsar da cidade.
E, como só os grandes sabem fazer, transformaram o momento em poema.
Um testemunho simples e profundo da beleza que ainda habita o mundo.

O ENCONTRO DOS POETAS
Poema por mim idealizado em um dos bancos da praça.

Praça da Matriz

Senhora de uma paisagem de outrora
Personagens soltos
Visão perdida no tempo
Velhos bancos de cimento

Emudecidos e enegrecidos
Inertes como sentinelas
Gelados pelo frio da manhã
Na espreita de algum pensador
Distraído na imensidão do dia

Fantasias acontecidas
Lembranças perdidas
No tempo e na memória
Na história de muitas vidas

A praça está viva!!!
Apresenta-se a alma do poeta
Oswaldo Antonio Begiato
Sem espalhafato declina a sua verve
Amigo do peito com muito respeito

 UN GRAN FINALE 

E assim, a praça ganhou voz.
Não pelas pedras, nem pelos bancos,
mas pela presença dos que sabem ouvir o silêncio.

Com humildade, celebramos este encontro de mestres.
Sem pretensão, sem palco — apenas o sagrado da escuta e da palavra.

Que esses versos ecoem
como um sino antigo ao entardecer,
lembrando a todos que a poesia vive
onde houver alma, respeito e olhar atento.



"Na sombra de um banco esquecido, a poesia acordou."

Toninho Vendramini

📌 Acesse meus espaços de cultura e amizade:

 🔗 YouTube 🔗 Slides e conteúdos 🔗 Blog Vendramini Letras

FÊNIX" MESMO SEM VER, ELA VOA - PORQUE ACREDITA NO FOGO QUE A RENASCE


A História de Uma Lenda – Reescrita e Enaltecida

Contos são obras e textos de ficção, onde é permitido criar um universo paralelo de acontecimentos, fantasias e muita imaginação. Esses tipos de textos costumam ser curtos em extensão, porém seus significados nos fazem pensar e refletir muito...


Na tapeçaria mitológica da Grécia Antiga, há uma criatura que transcende o tempo e a morte: a fênix. Um pássaro de plumagem flamejante — dourada como o sol, vermelha como brasas — que, ao sentir o fim se aproximar, constrói sua própria pira com ramos de canela, sálvia e mirra. Em um ato de sublime entrega, incendeia-se e se consome em chamas. Mas das cinzas, renasce. Sempre.
A nova fênix, reverente, recolhe os restos de sua predecessora, guarda-os em um ovo sagrado e o leva até Heliópolis, a cidade egípcia do sol, onde o deposita no altar. Um ciclo eterno de morte e renascimento, de luz e sombra, de fim e começo.

 A Minha Visão – Uma Fênix Cega

Desde sempre, esse mito me fascinou. Mas em minha imaginação, a fênix não apenas renasce — ela desafia ainda mais. Ela voa cega, guiada por instintos, por fé, por magia. Mesmo sem ver, ela impõe sua presença nos céus, reafirmando sua lenda com uma nova camada de mistério e poder.

MEU POEMA
de um Voo Cego

Pensamentos vagueiam tateando a escuridão.
 Asas insólitas experimentando o vazio. 
 Solstício de verão com fachos de luz. 
 Mergulhou no ar com olhos vendados. 
 Trovoadas guiaram o seu caminho. 
 O sonar ecoava estridente. 
 Passeou pelo vale entre as montanhas. 
 Ressurgiu elegante das cinzas. 
 Recobrou a visão e voltou para a vida. 

 Nota do Autor
Este poema integra minha antologia poética, lançada em uma noite memorável de autógrafos.   Uma celebração da palavra, da imaginação e da força que renasce mesmo quando tudo parece perdido.

 Encerramento Glorioso
A fênix cega não é apenas uma criatura mitológica — é símbolo de todos que, mesmo sem enxergar o caminho, seguem em frente. Que mergulham no desconhecido, guiados por algo maior. E que, ao final, renascem mais fortes, mais sábios, mais vivos.

👊

"Escrevo para quem sente o mundo em desalinho. Role, explore os mais lidos e deixe que as palavras te levem."

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Pensador | Criador de conteúdos culturais

📬 Meus espaços de cultura e amizade:

https://www.youtube.com/channel/UCRlNHGeM8Akv-xN-gtVK0rw

Antonio Vendramini Neto - (facebook)

Toninho Vendramini Slides - Sergrasan

quarta-feira, 17 de junho de 2026

AMIZADES NA ERA DIGITAL: CONEXÕES QUE REALMENTE IMPORTAM


Graças à tecnologia, nunca foi tão simples se conectar com tantas pessoas ao mesmo tempo. Mas, paradoxalmente, muitos sentem que suas amizades se tornaram superficiais. Já percebeu isso?

Meu Blog Vendramini Letras

Vendramini Letras não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. 

Continuando o texto...

Um jovem me disse recentemente: “Tenho a impressão de que minhas amizades não vão durar muito tempo. Já meu pai mantém os mesmos amigos há décadas!” Essa reflexão mostra como, hoje, é um verdadeiro desafio construir laços duradouros.

Parte dessa dificuldade vem da forma como usamos a tecnologia. Mensagens rápidas, redes sociais e curtidas criam a ilusão de proximidade, mas muitas vezes substituem conversas profundas por interações breves. Estudantes, por exemplo, passam mais tempo diante de uma tela do que olhando nos olhos uns dos outros.

Em alguns casos, a tecnologia até fortalece a aparência de uma amizade, mas não sua essência. Eu mesmo percebi que era sempre quem puxava conversa. Quando parei de mandar mensagens, poucos se lembraram de mim. Foi um choque perceber que alguns laços não eram tão sólidos quanto pareciam.

Claro, redes sociais podem ser úteis para manter contato, especialmente quando também existe convivência fora da internet. O problema é quando elas viram apenas uma ponte frágil, sem aprofundar a relação.

Muitas amizades virtuais nascem de interesses comuns, como hobbies ou gostos parecidos. Mas o que realmente sustenta uma amizade é compartilhar valores, princípios e apoio mútuo. Não importa ter muitos amigos; importa ter aqueles que nos ajudam a crescer e ser melhores.

Nada substitui uma conversa frente a frente. O olhar, o tom de voz, os gestos — tudo isso transmite sentimentos que nenhuma mensagem consegue reproduzir.

Amizade verdadeira exige mais do que presença digital. Ela se constrói com empatia, amor e perdão. São essas qualidades que tornam qualquer amizade realmente valiosa. E, para cultivá-las, precisamos ir além das telas.

Mensagem de encerramento:
À medida que o ano chega ao fim, é tempo de refletir sobre os laços que realmente importam. Que neste novo ano você possa cultivar amizades verdadeiras — daquelas que não dependem de curtidas, mas de presença, carinho e confiança.

Que as festas tragam reencontros sinceros, conversas olho no olho e abraços que não cabem em emojis. Porque no fim das contas, são as conexões humanas que tornam a vida mais leve, mais rica e mais feliz.

Escrevo para inquietar silêncios. Depois, siga os rastros: os mais lidos abaixo, as palavras à direita."

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
📬 Abaixo, - outro espaço de cultura e amizade 

 clique e divirta-se.

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

sábado, 13 de junho de 2026

RETIRANTES: PROTAGONISTAS DE UM POEMA


Antônio é um viajante das palavras. Entre raízes de Jaú e horizontes de Jundiaí, sua escrita é ponte entre lembranças e descobertas. Cada crônica é um convite ao leitor: mergulhar na memória, celebrar o instante e reconhecer o humano que habita em cada história.

Texto elaborado por terceiros, originalmente publicado em O Olhar do Escritor.


Durante um trabalho temporário no sertão nordestino, fui tocado por uma paisagem que falava mais alto que palavras. O chão rachado, o sol impiedoso, os rostos marcados pelo tempo e pela luta — tudo ali parecia contar uma história ancestral de resistência.

Foi nesse cenário que nasceu este poema, inspirado nos retirantes: homens, mulheres e crianças que, mesmo diante da escassez, carregam consigo a dignidade e a esperança.

Assolava fome e tristeza.
Não nascia mais ninguém.
Povo cansado e calejado,
Faltava maternidade,
Faltava parteira também.
Batiam em dura retirada,
Com o amparo do cajado.

Força da mãe natureza,
Num lugar não reluzente.
Sol de luz sempre presente,
Mas sem luz materna acesa.

Sítio ermo e doentio,
Muito pó pelo caminho.
Pedras de duro feitio,
Ventre pesado no ninho.

Visão distante da cidade,
Gemido em conflito ardente.
Garganta periclitante,
Vento uivando de verdade.

E ali, contra o desatino,
Nasceu a vida — sem eira, sem beira.
Para o desencanto da alma,
E o desespero dos recursos.

 Encerramento Poético Dramático 
Mas mesmo ali, onde o chão não dá trégua,
Onde o tempo parece esquecer os nomes,
Brota um olhar que desafia o destino.
Retirantes seguem — não por fuga,
Mas por fé no que ainda pode florescer.
São protagonistas de um poema sem fim,
Escrito com poeira, suor e esperança.
Porque o sertão, mesmo seco,
Ainda sonha com chuva.
💫

Depois de muitos anos atuando nas áreas de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade (ISO 9001), inclusive como auditor de certificação, troquei os relatórios por passagens aéreas e os manuais por mapas. Hoje, escrevo sobre o que vejo, vivo e sinto — misturando histórias do cotidiano com experiências de viagens que me levaram dos desertos ao gelo, das vielas escondidas às grandes avenidas do mundo. Cada texto é uma bagagem aberta, cheia de curiosidades, reflexões e encontros que merecem ser compartilhados. 



Acesse meus espaços de cultura e amizade:

 🔗 YouTube 🔗 Slides e conteúdos 🔗 Blog Vendramini Letras

Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

quinta-feira, 11 de junho de 2026

O ÚLTIMO PASSO DO AVENTUREIRO


A HISTÓRIA DE UM HOMEM PERDIDO

Ao longo da história, o espírito aventureiro tem sido o combustível das jornadas mais desafiadoras, aquelas que levam homens e mulheres a lugares inexplorados, onde os limites do corpo e da mente são postos à prova. Encontros com o desconhecido, com a natureza selvagem, e até com a própria morte, fazem parte do cerne dessas experiências. Um dia, ao assistir a um documentário sobre essas expedições extremas, deparei-me com uma tragédia que me deixou inquieto: um dos participantes de uma caminhada, em um dos lugares mais inóspitos do mundo, morreu no meio da jornada. O local era o Vale da Morte, um deserto cruel onde a aridez da terra e o calor sufocante são os menores dos desafios.

“Este conteúdo integra meu blog, onde registro pensamentos e histórias ao longo do tempo. Se tocou você de alguma forma, siga e compartilhe — e deixe seu comentário no espaço indicado, pois cada leitor é parte dessa caminhada.”

Isso me fez refletir profundamente: o que passa pela mente de alguém que, diante da iminente morte, se vê perdido nesse cenário? Como o espírito humano reage quando confrontado com o fim inevitável? E, mais importante, o que é o medo, senão a reação natural à sensação de que estamos prestes a ser derrotados pela própria existência?

Foi a partir dessa reflexão que decidi imaginar a história de um homem perdido naquele mesmo Vale da Morte, onde cada passo parecia uma luta contra seu próprio corpo e contra a própria vida.

A Narrativa:

A aventura o aguardava.
Não havia como voltar atrás.
O calor do sol parecia derreter o próprio chão sob seus pés, e as pedras afiadas formavam um labirinto de dor, a cada passo, um golpe contra o corpo cansado.
No horizonte, tudo parecia uma miragem: silhuetas distorcidas pela ondulação do calor.
E, na alma, uma névoa de imagens quebradas, como se a realidade se fragmentasse a cada segundo.

Ele avançava, movido por uma força que não sabia mais de onde vinha.
O corpo, já marcado pela exaustão, implorava por descanso. As pernas, pesadas como ferro, não podiam mais sustentar sua jornada. Mas havia uma vontade maior, uma necessidade de chegar, de continuar... Não importava o quanto fosse árduo.
Ele precisava encontrar o fim dessa estrada, ou talvez o fim dele próprio, o fim que já parecia esperado, mas que ele se recusava a aceitar.

A mochila, cada vez mais insuportável, pesava sobre seus ombros, e seu passo vacilava, cada movimento uma tentativa de resistir ao desânimo.
Finalmente, exausto, ele caiu no chão, sobre a areia que o queimava, uma cama inclemente, dura como a própria realidade que o cercava.
Em um último suspiro, olhou para o céu, como se pedisse ao universo, à natureza, um milagre qualquer... mas o que ele não sabia é que a natureza, naquele instante, já havia feito sua escolha.

O vento levantou-se, quase como uma presença, e varreu seus pensamentos, espalhando-os no ar quente. O pó entrou em seus olhos e narinas, fazendo com que tudo ao redor se tornasse um borrão.
A sede, cruel e incessante, martelava sua garganta. Cada gota de suor em seu rosto era uma memória da luta travada, da busca por algo que talvez não existisse.

O arrependimento invadiu sua alma, mas não como uma força negativa. Ele não tinha tempo para arrepender-se; o que ele sentia agora era mais profundo: uma mistura de reconhecimento de sua fragilidade e uma tristeza pela inevitabilidade daquilo.
Naquele momento, o que antes parecia aventura, agora era uma tragédia. A desventura de um homem que desafiou o impossível, mas que não pôde vencer a si mesmo.

Sua visão, já turva pela exaustão e pela angústia, se fechou, e o sonho que o guiara até ali desfez-se como um castelo de areia sendo engolido pela maré.
O chão frio da terra escaldante o acolheu, e ali, no silêncio do deserto, o último suspiro escapou de seus lábios, junto com a última fagulha de esperança. Seu corpo agora inerte era tudo o que restava da grande aventura.

A vida, por fim, o havia deixado. O homem que um dia se atreveu a desafiar o impossível, e que em seu último suspiro reconheceu sua própria limitação, agora era parte do deserto. Seu nome, como todos os nomes de aventureiros, seria levado pelo vento. E a lenda de sua jornada, uma história sem fim, eternizada em cada grão de areia.

Final emocionante:

Enquanto o sol se punha no horizonte, o deserto voltava a seu estado de tranquilidade implacável.

Naquele vazio, onde a solidão é tão grande quanto a morte, o vento continuava a soprar, sem testemunhas, sem julgamentos. Apenas um eco distante, lembrança de um homem que ousou viver sua própria lenda.

💢

A estrada às vezes é silenciosa, mas vocês sempre estiveram por perto.

Obrigado por caminhar comigo.

 Toninho Vendramini

Depois de muitos anos atuando nas áreas de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade (ISO 9001), inclusive como auditor de certificação, troquei os relatórios por passagens aéreas e os manuais por mapas. Hoje, escrevo sobre o que vejo, vivo e sinto — misturando histórias do cotidiano com experiências de viagens que me levaram dos desertos ao gelo, das vielas escondidas às grandes avenidas do mundo. Cada texto é uma bagagem aberta, cheia de curiosidades, reflexões e encontros que merecem ser compartilhados.

Às vezes, basta um clique para abrir novas histórias, que ajudam a manter este espaço vivo.

📌 Acesse meus espaços de cultura e amizade:

 🔗 YouTube 🔗 Slides e conteúdos 🔗 Blog Vendramini Letras

terça-feira, 9 de junho de 2026

UM CAMINHO DE TRABALHO, AMOR E HERANÇA DE VALORES


QUE DEUS ME CONCEDA MAIS TEMPO

Celebrar mais um aniversário é, para mim, mais que contar anos: é revisitar uma trajetória de lutas, conquistas e afetos. 

Olhar para trás me permite reconhecer as mãos que me guiaram, o trabalho que me formou e, sobretudo, a família que hoje ilumina meus dias. Este relato é um brinde aos que vieram antes e aos que hoje dão sentido ao meu presente — especialmente meus netos, que seguem escrevendo comigo a história da nossa família.

MAIS UM ANO DE VIDA

Foi com imensa satisfação que, no último mês de março, comemorei mais um ano de vida. Desde os doze anos mergulhei no universo do trabalho. Logo na flor da idade, ajudava no sustento da família, estimulado pelo exemplo firme de meu pai.

Não me arrependo: louvo, sim, a dedicação de meus pais — que Deus os acolha em um bom lugar, junto de minha querida mãe. Ambos direcionaram meu caminho para que, por meio de um trabalho honrado, eu construísse meu aprendizado e, mais tarde, minha própria família.

Cresci sob esse ideal e jamais medi esforços para ajudar na difícil missão de criar filhos em tempos de recursos limitados. Naquela época, ser pai e mãe exigia coragem e trabalho dobrado para garantir uma educação digna.

Meu início profissional foi simples: fazia pequenos serviços em escritórios, entregava livros a pé e, depois, de bicicleta. Era o autêntico “menino de recados”, como se dizia então — mais tarde conhecido como “office-boy”.

Passado um ano, minha mãe conseguiu, não sei como, um emprego para mim em uma indústria. Para começar, precisei de autorização do Juiz da Comarca, já que menores só podiam trabalhar aos quatorze anos. Fiquei lá por quatro anos e, nesse período, conheci a jovem Dijanira, (que mais tarde se tornaria minha esposa). Na tentativa de chamar sua atenção, escrevia bilhetinhos em forma de poesia.

Mais tarde, meu pai me arrumou trabalho no mesmo local onde ele atuava, no Departamento de Pessoal. Permaneci pouco tempo: já mais maduro e com o namoro firme, pensava em casar. Consegui então uma vaga em uma multinacional, onde cresci profissionalmente, galgando cargos de liderança até a aposentadoria.

Depois, tornei-me consultor em gestão da qualidade, introduzindo as normas ISO-9001 e, em seguida, especializei-me em auditorias para certificação. Enquanto isso, minha esposa também exerceu com dedicação a sua profissão, contribuindo para que a família se mantivesse unida e sólida.

Da nossa união vieram os filhos Alexandre e Erika, que, com o mesmo amor, cuidam dos netos queridos: Lucas, hoje com 26 anos, e Augusto, com 16 — os grandes tesouros que nos enchem de orgulho e esperança.

No meu último aniversário, estivemos todos reunidos. Foi uma celebração de alegria e gratidão, um presente maior do que qualquer outro.

Que Deus me conceda mais tempo para acompanhar o crescimento desses dois jovens — para vê-los desbravar seus caminhos, sonhar alto e, sempre que possível, continuar a brincar de avô e netos, em risadas e abraços que não têm idade.


Antônio, escritor e cronista, transforma memórias e vivências em literatura que celebra o ser humano.

Texto elaborado por terceiros, originalmente publicado em O Olhar do Escritor.

 Acesse meus espaços de cultura e amizade:

 🔗 YouTube 🔗 Slides e conteúdos 🔗 Blog Vendramini Letras

Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

HARMONIA E O PODER DA MENTE


O   PORQUE  DA  HARMONIA

Constitui imperativo da ética manter sob firme freio todas as paixões que o assaltam e todos os vícios que o tentam.

Afirma-se que a força da vida se manifesta por impulsos em busca da felicidade.

Que este blog seja um convite à contemplação: um lugar onde o leitor possa repousar o pensamento, saborear a beleza das pequenas coisas e reencontrar-se com o que há de mais essencial — a esperança.


Antonio Vendramini Neto é um contador de histórias do cotidiano. Escreve crônicas que brotam da terra, do fogo e da memória, compartilhando palavras que aquecem como pão no forno e perfumam como lavanda ao sol.
 

Esses impulsos  visam o prazer, mas, muitas vezes, levam o homem a dor e este, fazendo alto em sua carreira desenfreada, medita e a inteligência novamente o governa.

É assim que, através de sucessivas etapas e a medida que o espirito adquire madureza, os impulsos do homem são restringidos e dirigidos  convenientemente. 

É a inteligência que aprende finalmente a discernir entre o bem e o mal.

A memoria registra as emoções passadas, anotando como gratas aquelas cujas vibrações são harmônicas e como dolorosas as que produzem vibrações inarmônicas. 

Disto se deduz  que o gozo da felicidade depende da harmonia. 

Esta poderá carecer de caráter absoluto na vida  do plano físico, porem não devemos esquecer que este mundo é o da relatividade.

A experiência aconselha a prudência e esta nos aponta a calma, como de indulgencia e de tolerância, expressões de emoções desarmônicas, desencadearam sobre o mundo tempestades que a historia compungida.

As guerras e as perseguições religiosas, que fazem o homem perder a divina virtude da compaixão, são causadas pela falta de harmonia.

  Acesse meus espaços de cultura e amizade:

 🔗 YouTube 🔗 Slides e conteúdos 🔗 Blog Vendramini Letras

Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

Curiosidades:

Os Doze Meses do Ano:

Janeiro:    homenagem ao Deus Janus, protetor dos lares

Fevereiro:    mês do festival de Februália (purificação dos pecados), em Roma;

Março:   em homenagem a Marte, deus guerreiro;

Abril:    derivado do latim Aperire (o que abre). Possível referência à primavera no Hemisfério Norte;

Maio:    acredita-se que se origine de maia, deusa do crescimento das plantas; 

Junho:    mês que homenageia Juno, protetora das mulheres;

Julho:   No primeiro calendário romano, de 10 meses, era chamado de quintilis (5º mês). Foi rebatizado por Júlio César;

Agosto:   Inicialmente nomeado de sextilis (6º mês), mudou em homenagem a César Augusto; 

Setembro:   era o sétimo mês. Vem do latim septem;

Outubro:    Na contagem dos romanos, era o oitavo mês; 

Novembro:   Vem do latim novem (nove);

Dezembro:   era o décimo mês. 

QUANDO A TERRA DANÇA EM PUERTO VARAS

Crônica da Viagem ao Chile Um relato informativo sobre a viagem ao Chile, os encantos culturais de Puerto Varas e a inesperada experiência d...