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quinta-feira, 14 de maio de 2026

UM BANCO VAZIO NA PRAÇA


“FALA-MOÇO”

Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade. Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa. É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. Sinta-se em casa.



Convido o leitor a caminhar pelas trilhas da lembrança e do cotidiano, onde cada gesto simples guarda uma história. 

Amanheceu um banco vazio naquela praça de muito movimento, defronte à Catedral da cidade. A ausência era sentida por muitos, pois ali não estava mais um personagem marcante: o engraxate conhecido como “FALA-MOÇO”.

Esse apelido vinha de sua característica única. Sentado no banco, com sua caixa de ferramentas de trabalho, ele chamava os passantes de terno e sapatos elegantes, apontando para o calçado e, com entusiasmo, lançava seu famoso bordão:

— FALA MOÇO!

Era sua marca registrada, algo que ninguém mais ousava imitar. Seu jeito único de abordar os clientes, aliado ao talento em deixar qualquer sapato brilhando, fazia dele uma figura querida entre os fregueses. Enquanto engraxa, ele não apenas trabalhava, mas também entretinha: imitava sambas-de-breque do cantor Germano Matias, batucando com o pano na sola do sapato. Quando concluía o serviço, fazia um rodopio e, com um sorriso, agradecia uma gorjeta que muitas vezes era dada não apenas pelo brilho do calçado, mas pela simpatia contagiante.

Mudança dos tempos

Com o passar dos anos, os tempos mudaram. Sapatos de couro perderam espaço para tênis esportivos, e os engraxates começaram a desaparecer das praças. No lugar deles, apareceram vendedores ambulantes silenciosos, que expunham suas mercadorias sem o mesmo charme ou conexão com os passantes.

O FALA-MOÇO, que antes era símbolo de alegria e dedicação, começou a sentir o peso da solidão e da mudança. Nos momentos de calmaria, sentado no banco, seu olhar parecia atravessar paredes invisíveis, revisitando memórias de sua infância em uma cidade distante. "Graças ao Prefeito, posso trabalhar aqui", dizia ele com gratidão, lembrando que havia sido acolhido naquela cidade.

Mas a vida, às vezes, toma rumos difíceis. Com a chegada da bebida, o FALA-MOÇO tornou-se outra pessoa: um homem ranzinza, que assobiava para as moças e soltava gracejos inconvenientes. Foi uma transformação triste para quem, um dia, fora a alma daquela praça. A pressão dos motoristas de carros-de-praça, incomodados com seu comportamento, resultou em sua retirada dali.

O vazio na praça

Sem o banco da praça, ele vagava pelas ruas adjacentes, pedindo doses nos bares. Sua vida terminou em uma noite de frio intenso, na porta de um desses estabelecimentos. Não deixou família, filhos, ou herdeiros. Só restou o banco vazio na praça, um testemunho silencioso de sua história.

Hoje, quando o entardecer se instala, a praça se enche do canto alegre dos pardais. Pedestres passam apressados, talvez sem perceber a melancolia daquele banco. Lá do alto, os sinos da catedral badalam solenemente, convocando os fiéis para o culto. Quem sabe, entre eles, alguém se lembre do FALA-MOÇO e ofereça uma prece por sua alma.

O banco vazio ainda está lá, mas guarda ecos de um passado que parece distante. Alguns juram que, ao cair da noite, podem ouvir uma voz familiar ecoando na memória:

— FALA MOÇO!


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Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

quarta-feira, 13 de maio de 2026

O RASTRO BRANCO DE UMA HÉLICE


Os Meus Antepassados...

Vieram de terras distantes, guiados pelo desejo de realizar sonhos e conquistar novos horizontes. A famiglia Vendramini tem suas raízes fincadas em Treviso, na Itália, localizada na encantadora região do Vêneto, próxima à majestosa Veneza


Antônio é um viajante das palavras. Entre raízes de Jaú e horizontes de Jundiaí, sua escrita é ponte entre lembranças e descobertas. Cada crônica é um convite ao leitor: mergulhar na memória, celebrar o instante e reconhecer o humano que habita em cada história.

Texto elaborado por terceiros, originalmente publicado em O Olhar do Escritor.






A Itália Daqueles Dias...

A chegada ao Brasil aconteceu em 1884, num período em que a Itália ainda tentava se recompor da unificação, enfrentando desafios severos, principalmente no que se referia à produção de alimentos. A sobrevivência de seu povo, composto por diversas etnias, era um desafio constante, levando muitos a buscar novos caminhos além-mar.

O Brasil Daquela Época

O Brasil, ainda sob um império vacilante, com D. Pedro II no trono, dependia fortemente da mão de obra escravizada para sustentar suas vastas plantações de café, o motor de sua economia. A necessidade de substituir essa força de trabalho levou à abertura das portas para a imigração, justamente no momento em que o chamado Terceiro Reinado desenhava-se, tendo a Princesa Isabel como figura central de um projeto de "embranquecimento" da população. Assim, italianos, portugueses e espanhóis foram incentivados a migrar e recomeçar suas vidas em terras brasileiras.

O Desembarque da Família

Em 1884, o porto de Santos foi o primeiro solo que sentiram ao chegar ao Brasil. Seguiram rumo ao vilarejo de Banharão, nas proximidades de Jaú, Estado de São Paulo, onde começaram sua jornada como trabalhadores nas lavouras de café.

A vida não foi fácil. Como qualquer outro imigrante italiano da época, enfrentaram dificuldades extremas para se adaptar. Costumes desconhecidos, leis estrangeiras e, acima de tudo, um idioma completamente novo — o português — tornavam tudo mais árduo.

Os primeiros anos foram marcados por contratos injustos, obrigando-os a migrar de fazenda em fazenda na tentativa de encontrar melhores condições. Com o passar do tempo e muita luta, conseguiram comprar suas próprias terras, iniciando seu próprio cultivo de café.

Com o falecimento dos mais velhos, os filhos dividiram as propriedades, traçando destinos distintos na imensidão das possibilidades da vida.

O Chamado das Raízes

Minha afinidade com meus avós sempre foi profunda. Tanto que, em uma noite silenciosa, suas vozes ecoaram nos meus ouvidos, clamando por um retorno à terra que os viu nascer.

Movido por esse chamado ancestral, junto de minha esposa, embarquei em uma viagem de navio rumo a Treviso, carregando nos corações o sentimento daqueles que um dia partiram. Durante essa travessia, nasceu o poema que segue:

Vozes no Silêncio da Noite

Vozes ecoaram na noite,
choro sussurrado ao vento...
Eram meus ascendentes,
com saudades da pátria distante.

Falaram-me das terras abandonadas,
dos campos que jamais colheram,
dos parreirais que sonham rever...
Querem voltar.

Partiram tingidos de vermelho,
manchas de sangue e vinho
em camisas que se despediam.
Mulheres soluçavam,
com crianças em seus ventres.

No porto, águas verdes do Brasil...
Treviso ficava para trás,
Nápoles os conduzia ao mar azul,
na busca de sonhos e conquistas.

A embarcação não trouxe apenas corpos,
mas também a alma da família.

O tempo passou... Passou... Passou...
Agora retorno,
trazendo as cinzas do passado,
dos que viveram e sonharam
na terra de esperanças...

Mar revolto, canções antigas
acompanham o percurso,
na travessia das águas africanas.

Na primeira vista do continente,
solto ao oceano
uma nuvem cinza
guardada em velhas garrafas de vinho,
para marcar o caminho
daqueles que por ali passaram.

É o fim de um verão,
em um colóquio de emoções,
a bordo de um transatlântico branco europeu.

Se hoje meus textos ressoam mais, se envolvem mais, se alcançam mais corações, é porque sigo me dedicando a aprimorar minha forma de contar histórias. E é essa jornada de aprendizado e aperfeiçoamento que desejo compartilhar com vocês! 

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terça-feira, 12 de maio de 2026

O MENINO DA VIDRAÇA

Seu Pensamento vagava...

Primeiro o café, depois a conversa — aqui o texto vem depois, com calma.


Autor de crônicas que unem sensibilidade e estratégia. Autor de diversos livros e presença marcante em eventos como a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, dedica-se hoje integralmente à escrita, celebrando lembranças e imortalizando histórias humanas.

💢

Mostro aqui, um mini-conto, carregando  um mistério sutil e que dá destaque à visão perturbadora de Mr. Anthony. O título provoca curiosidade e sugere a dualidade entre realidade e ilusão na mente do protagonista.


A sala de estar mergulhava em uma penumbra suave, iluminada apenas por um tímido feixe de luz que se infiltrava pela fresta da janela daquela imensa casa onde Mr. Anthony viveu seus últimos dias.

Era 22 de setembro de 2007. Sobre sua escrivaninha, uma agenda ostentava essa data como um lembrete do tempo que escapava. Seu pensamento vagava pelas paredes da memória, onde o passado se fazia presente em uma espetacular sucessão de nostalgias.

Nervoso, ele tentava ordenar o emaranhado de pensamentos furtivos que o assaltavam—arrependimentos, impulsos reprimidos e decisões nunca tomadas. Sonhos da juventude que a vida, por caminhos incertos, havia lhe arrancado sem piedade.

Mas agora já era tarde. O tempo lhe escapava, e suas ideias inquietantes o consumiam. Pegou a caneta e começou a escrever o que lhe veio à mente: uma relação de suas posses em forma de testamento. O fato de não ter herdeiros o atormentava.

Foi então que um ruído inesperado interrompeu sua concentração—uma pedra estilhaçava a vidraça. Lentamente, ele se levantou e abriu a cortina. Do lado de fora, um menino lhe acenava alegremente. Por um momento, Anthony permaneceu imóvel, observando-o com um olhar aturdido, até que, como num passe de mágica, o garoto desapareceu em meio às frondosas árvores que rodeavam o casarão.

Seria uma visão de sua mente perturbada? O desejo inconsciente de ter um filho para quem pudesse deixar sua herança?

Na mansão, um casal de empregados cuidava dos jardins e das tarefas domésticas, zelando pelo lar que agora se tornava um mausoléu de lembranças.

Anthony voltou para sua escrivaninha e fez sua última anotação às 17 horas. No dia seguinte, foi encontrado sem vida pela esposa do jardineiro, que há tempos se dedicava a atender seus últimos caprichos.

Com as mãos trêmulas, a mulher olhou para a agenda aberta sobre a mesa e viu anotações que não conseguia compreender. Estavam escritas em inglês, em caligrafia quase indecifrável. Apesar disso, uma revelação se destacava: deixava todos os seus pertences para aquele menino que acreditava ser seu filho.

Atônita, a mulher correu para chamar o marido. Ao encontrá-lo, exclamou:

— José, ele morreu! Deixou tudo escrito sobre a mesa!

O jardineiro, que entendia o idioma, leu atentamente o testamento até se deparar com a parte que os deixou perplexos: Anthony deixava seus bens para o filho do casal. Mas como poderia? Eles nunca tiveram filhos.

💢

Acredito que a escrita é uma arte em constante evolução, refinada pelo hábito, pela observação e, principalmente, pelo desejo de transmitir emoções e ideias de forma mais autêntica. O retorno de vocês, leitores, me motiva a buscar sempre o melhor.

Atuei nas áreas de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade (Normas ISO 9001), com experiência como Auditor de Certificação de Sistemas. Em meus textos, compartilho reflexões sobre o cotidiano e relatos de viagens que me levaram a conhecer culturas e histórias ao redor do mundo.


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sábado, 9 de maio de 2026

OS BÁLSAMOS DAS MÃOS DE MINHA MÃE


QUE  ESTA  HOMENAGEM  VIVA  NO CORAÇÃO  DE QUEM  A  LER

Em uma manhã cinzenta, onde o sol parecia tímido em sua ausência, algo extraordinário chamou minha atenção no hall de minha casa. Era a singela beleza de um pequeno vaso de flores que, mesmo em sua simplicidade, trouxe aos meus olhos o esplendor da chegada de mais uma estação no eterno ciclo terrestre.

A flor, delicada e única, despertou em mim um turbilhão de memórias. Ela trouxe à tona a imagem da mulher que foi minha mãe, apaixonada por essa flor “conhecida por maio”. Com uma ternura que só ela possuía, cultivava essas flores em pequenos vasos, na nossa amada e antiga casa da Rua Zacarias de Góes. Foi lá que, entre os aromas das flores e os sons da máquina de costura, crescemos, aprendendo sobre os fundamentos do pensamento e da vida.

Minha mente, então, repousou sobre uma memória marcante: sua habilidade na arte de costurar. Não apenas como uma costureira doméstica, mas uma artista que conquistou espaço no mundo da moda, vestindo sonhos com suas mãos talentosas. Mas afinal, o que é a moda? Esse universo que minha mãe navegava com tanta destreza...

Segundo pesquisas, moda vem do latim modus, que significa costume. A evolução da vestimenta, outrora padronizada desde o nascimento até a morte, foi marcada pela Idade Média, quando as roupas começaram a refletir distinções sociais. A revolução industrial no século XVIII trouxe os avanços tecnológicos que minha mãe, em sua essência criativa, incorporou tão bem. Ela transformou tecidos em arte, costurando não apenas roupas, mas histórias, identidade e dignidade para quem as vestia.


UM POEMA PARA AS MÃOS DE MINHA MÃE

As mãos de minha mãe...

Cuidaram de alinhavos que conectavam não só partes de moldes, mas os fragmentos da família.

Fizeram bainhas que permitiram nossos sonhos crescerem, sem que fossem limitados pelo curto alcance da realidade.

Juntaram retalhos, criando mantas que nos cobriam com sua dedicação inigualável.

Prenderam botões, garantindo que nunca perdêssemos a esperança e o espírito de união.

Bordaram maravilhas, trazendo o vislumbre das dádivas da vida para o nosso cotidiano.

Criaram bolsos, lugares sagrados onde guardamos as moedas mais valiosas: nossas memórias e identidades.

E, com linhas invisíveis, conectaram seu amor eterno aos caminhos que percorremos, enquanto suas orações nos acompanham... onde quer que ela esteja.


 

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

AVENTURAS DE TRABALHO EM PETROLINA - PERNAMBUCO

 

CARCARÁ E A FORÇA  VOADORA


O Carcará Alado dos Sertões Nordestinos




Introdução

Toda trajetória profissional guarda capítulos que se destacam pela intensidade das experiências vividas. Em minha passagem por Petrolina, Pernambuco, a missão era clara: estruturar a área de recursos humanos de uma fábrica recém-construída. O que parecia apenas mais uma etapa de trabalho transformou-se em uma coleção de aventuras inesperadas, que marcaram profundamente minha memória.

O Desafio Inicial

Designado para pesquisas que garantiriam o funcionamento da fábrica, mergulhei no universo do cultivo de tomates destinados à produção de extrato. Além disso, introduzi a ideia pioneira de um restaurante dentro das dependências da fábrica, garantindo alimentação de qualidade aos futuros trabalhadores. Convênios com farmácias e benefícios essenciais também foram planejados, consolidando uma estrutura inédita na região.

Hospedado em um hotel previamente selecionado, dividi espaço com engenheiros e técnicos que montavam os equipamentos. O ritmo era intenso, mas recompensador. Após semanas de dedicação, retornei a São Paulo com relatórios que mostravam os avanços e a promessa de um futuro promissor para o empreendimento.

Aventuras nos Céus

Minha viagem de retorno, porém, reservava surpresas. Optando por um voo alternativo via Salvador, embarquei em um pequeno avião Bandeirante com apenas nove lugares. O barulho ensurdecedor já era desconfortável, mas nada se comparava ao momento em que a aeronave desceu abruptamente e pousou em uma estrada de terra para receber um malote. Sem parar completamente, o avião decolou novamente, deixando-me em estado de tensão. Essa experiência me ensinou a nunca mais arriscar em voos de pequeno porte para compromissos profissionais.

O Pássaro Ferido

Outra aventura aérea aconteceu quando o avião que me levaria de volta sofreu pane mecânica. Fui transferido para Juazeiro, na Bahia, e hospedado após atravessar a ponte Getúlio Vargas. No dia seguinte, ao retornar ao aeroporto, o ambiente era carregado: pessoas choravam, vestidas de preto. Descobri que havia um corpo aguardando transporte no mesmo voo. A tensão aumentou, pois além da recente falha mecânica, viajávamos com um falecido a bordo. O mistério sobre quem seria aquela pessoa se somava à apreensão dos passageiros.

Ao aterrissar em São Paulo, senti um alívio indescritível. Mais do que uma simples viagem de trabalho, aquela jornada se transformou em um mosaico de desafios, sustos e aprendizados.

Conclusão Empolgante

Petrolina me presenteou não apenas com conquistas profissionais, mas com histórias que transcendem relatórios e planejamentos. Aventuras que revelam como o inesperado pode se tornar parte essencial da nossa trajetória. Cada pouso turbulento, cada noite de espera e cada descoberta reforçaram em mim a certeza de que o trabalho é também uma viagem — e que, como o carcará alado, seguimos firmes, enfrentando ventos fortes e voando cada vez mais alto.





Nascido em Jaú e radicado em Jundiaí, Antônio encontrou na literatura o destino natural de sua trajetória. Com sólida experiência em Recursos Humanos e vivências adquiridas em viagens pelo mundo, transformou memórias e observações em crônicas que unem sensibilidade e estratégia. Autor de diversos livros e presença marcante em eventos como a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, dedica-se hoje integralmente à escrita, celebrando lembranças e imortalizando histórias humanas.

Texto elaborado por terceiros, originalmente publicado em
O Olhar do Escritor.

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Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

Histórias que às vezes vêm com sabor

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