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domingo, 21 de junho de 2026

O CICLO DOURADO: RESGATANDO A ESPERANÇA EM TEMPOS DE MUDANÇA


Muitas das culturas mais antigas possuem mitos e histórias folclóricas que narram a existência de um ciclo de idades, intrinsecamente ligado ao movimento dos céus. Em um momento de introspecção, refleti sobre a ideia de uma "era dourada", um período mítico de paz, harmonia, estabilidade e prosperidade.
Algumas crenças sugerem que essa era retornará à vida das pessoas após um ciclo de bem-aventurança e subsequente decadência progressiva. Outras visões defendem que seu retorno ocorrerá de forma gradual, como uma consequência natural dos acontecimentos.
Inspirado por essa filosofia, concebi um micro conto que ilustra minha visão:
O Segredo da Era Dourada
Em um vilarejo situado entre montes, à beira de um ribeirão, vivia um pastor já com longos anos de vida. Era uma figura de grande respeito entre os moradores, aclamado pelos anciãos durante suas oratórias dominicais na pequena igreja, pois detinha o genuíno poder das palavras.
Em uma noite de inverno rigoroso, ele reuniu os mais velhos ao redor de uma fogueira e profetizou, aos descrentes homens, uma mensagem de esperança por uma vida menos sofrida. Incentivou-os a prepararem a terra, aproveitando as chuvas recentes, para garantir uma safra de grãos mais abundante. Isso suavizaria os períodos de fome que se aproximavam, devido à escassez de chuvas na região.
Após ver o paiol da aldeia cheio, o pastor sentiu que sua jornada à frente daquele povo estava chegando ao fim. Com o passar do tempo, seu papel mudou. Ninguém mais lhe pedia conselhos sábios, e o louro das vitórias habituais não mais lhe cabia na fronte.
O poder e a liderança passaram para outro religioso, vindo de outras pradarias, que assumiu o destino daquelas pessoas.
A partir daquele dia, o dom de sua palavra permaneceu adormecido em sua memória. Seu saber esvaiu-se, o coração fraquejou, e seus pés cansados pararam a marcha de sua vida. Morreu ignorado por todos, mas feliz, pois sabia que havia semeado o grão que nutriria a comunidade futura, uma semente que um dia produziu flores e frutos maravilhosos.

Meu Blog Vendramini Letras

Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

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Antonio Toninho Vendramini Neto

quinta-feira, 18 de junho de 2026

MEUS NETOS: NOSSO ORGULHO


Meus Netos,

ORGULHO DA VÓ E DO VÔ.

O tempo, com sua dança silenciosa, nos lembra de que a vida é feita de ciclos e de laços que se fortalecem. Há alguns anos escrevi sobre a chegada dos meus netos, quando ainda eram crianças. Hoje, ao reler aquelas linhas, percebo como cada palavra continua viva, mas agora carrega novas cores: Lucas já tem 26 anos e Augusto, 16. E é com o coração cheio de gratidão que atualizo estas memórias.

Eu tenho Neto no meu nome — escolha feita para me diferenciar do meu avô. Com o tempo, a vida tratou de dar um novo significado a essa palavra. Primeiro veio Lucas, filho de minha filha Erika e de seu marido Guará.

Desde cedo, Lucas se mostrou um garoto esperto, inteligente, estudioso e muito educado. Sua personalidade firme e seu amor pelos esportes — especialmente pelo nosso glorioso Timão — sempre nos encheram de alegria. Hoje, aos 26 anos, continua a trilhar seu caminho com a mesma determinação e brilho que encantavam quando era menino.

Anos depois, a vida nos presenteou com mais um tesouro: Augusto, filho de meu filho Alexandre. Quando chegou, em 2 de outubro de 2009, invadiu nossas vidas com sua serenidade de bebê, riso fácil e choro manhoso de quem tem muita vontade de viver.

Seu nome soa forte como o de um imperador, e carrega a letra A dos ascendentes, levando com orgulho o sobrenome da família. Hoje, aos 16 anos, continua a caminhar com coração alegre, descobrindo paixões, vivendo seus sonhos e revelando, a cada passo, o homem de bem que se torna.

Que privilégio é acompanhar de perto a história desses dois netos queridos! Lucas e Augusto iluminam nossos dias com amor, inspiração e esperança. Ter vocês em nossas vidas são uma dádiva que enche nosso coração de alegria — e faz de cada momento em família uma celebração daquilo que realmente importa.

Este é o meu Blog.

Aqui, Toninho Vendramini escreve como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que ainda vivem em mim.

Cada linha é um convite, cada frase uma travessia.

Às vezes, basta um clique para abrir novas histórias, que ajudam a manter este espaço vivo.

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quarta-feira, 17 de junho de 2026

NA GRUTA AZUL DA VIDA

 




Toninho: – Pensador e condutor de frases que inspirou este pensamento

 Prefácio
Recebi de um leitor anônimo

Ao ler o poema Na Gruta Azul da Vida, de Toninho Vendramini, fui imediatamente envolvido por uma atmosfera de mistério, emoção e beleza. Antonio, pensador e condutor de frases que inspiram reflexões profundas, nos oferece aqui uma travessia lírica que vai do ventre ao mundo, do silêncio à luz, do amor à consciência.

Cada verso pulsa com a memória líquida da origem, com o cansaço da jornada e com a alegria do nascimento. É uma celebração poética do milagre de estar vivo — e da força criadora que habita em cada ser humano. Este poema não apenas toca, mas transforma. Ele nos convida a mergulhar na essência da vida e a emergir com os olhos abertos para o invisível.

📝 Poema
Na Gruta Azul da Vida

Mergulhei na gruta azul,
Buscando o universo da vida,
Na explosão de um amor silencioso
Que acendeu meu primeiro brilho.
Cheguei cansado,
Em uma jornada extenuante,
Por um túnel profundo e secreto
Onde o tempo não tem nome.
Lá dentro da casinha,
Fiz minha caminha de sonhos.
Cresci protegido,
Desde que fui concebido.
Estive na bolsa de águas escuras,
Desejando ver a luz brilhar.
E então cheguei...
Enxergando este mundo,
Sentindo emoções,
Com bondade,
Com alegria,
Com tudo que pulsa e vibra.

 Final Arrebatador
E ao romper o véu da escuridão,
Descobri que viver
É dançar entre mistérios e milagres.
Sou filho da luz,
Sou sopro do amor,

💭 Reflexão do Autor
Este poema é meu tributo à origem da vida e à luz que nos guia desde o primeiro instante. É também um convite à contemplação: que possamos enxergar a beleza do invisível, o poder do silêncio e a grandeza de cada nascimento — físico, emocional ou espiritual.

👤 Sobre o Autor
Antonio é um pensador contemporâneo que transforma sentimentos em palavras e palavras em pontes para o entendimento humano. Suas frases carregam a força da introspecção e a leveza da poesia. Inspirado pela vida, pelo mistério e pela emoção, Antonio escreve para tocar almas e despertar consciências.



Este é o meu caderno.

Aqui, escrevo como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que ainda vivem em mim.

Cada linha é um convite, cada frase uma travessia.

Depois de muitos anos atuando nas áreas de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade (ISO 9001), inclusive como auditor de certificação, troquei os relatórios por passagens aéreas e os manuais por mapas. Hoje, escrevo sobre o que vejo, vivo e sinto — misturando histórias do cotidiano com experiências de viagens que me levaram dos desertos ao gelo, das vielas escondidas às grandes avenidas do mundo. Cada texto é uma bagagem aberta, cheia de curiosidades, reflexões e encontros que merecem ser compartilhados

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TENTANDO PREVER O FUTURO


Bem-vindo ao
Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade.

Como você acha que vai ser o seu futuro e o da sua família? Vocês vão ter muito dinheiro ou dificuldades financeiras? 
Vão estar cercados de amor ou levando uma vida solitária? 

Você vai viver muito tempo ou sua vida vai acabar de repente? Há milhares de anos, as pessoas tentam adivinhar como vai ser o futuro.

Hoje, especialistas estudam os acontecimentos mundiais e fazem previsões sobre o futuro. 

Algumas se cumpriram, outras não. Em alguns casos, fracassaram totalmente. Veja o caso de Guglielmo Marcone, inventor de um tipo de telegrafia sem fio. Alguns contam que em 1912, ele fez a seguinte previsão: " A era da tecnologia sem fio vai tornar a guerra impossível". E um representante da gravadora Decca, que rejeitou os Beatles em 1962, pensava que grupos que tocavam guitarra iam parar de fazer sucesso.

Muitas pessoas buscam no sobrenatural dicas sobre o futuro. Algumas procuraram a orientação de astrólogos. Por exemplo, elas leem os horóscopos que sempre aparecem em jornais e revistas. Já outras consultam adivinhos e videntes que dizem conseguir "ler" o futuro usando cartas de tarô, numerologia ou a palma da mão de alguém.

No passado, algumas pessoas tentavam saber o futuro consultando oráculos, que eram os que se consideravam representantes de certo  deus e que passavam para outros mensagens desse deus.

Por exemplo, dizem que o rei Creso, do reino de Lídia, mandou presentes muito caros para o oraculo de Delfos, Grécia. Ele queria saber qual seria o resultado se ele lutasse contra Ciro, o rei da Pérsia.

O oraculo disse que Creso destruiria "um grande império". Confiante na vitoria, Creso foi para a guerra.

Mas o grande império que Creso destruiu foi o dele mesmo!

A previsão feita pelo oraculo foi bem genérica e inútil. Ela ia parecer verdade não importando quem vencesse a guerra. Creso pagou muito caro por causa dessa previsão enganosa - seu império foi destruído.

E Hoje? As pessoas que procuram formas populares de prever o futuro estão conseguindo resultados melhores? 

"Escrevo para quem sente o mundo em desalinho. Role, explore os mais lidos e deixe que as palavras te levem."


Antonio Toninho Vendramini Neto

Escritor | Criador de conteúdos culturais
📬 Abaixo, - outro espaço de cultura e amizade - clique e divirta-se.

Antonio Vendramini Neto – Face Book 


quarta-feira, 10 de junho de 2026

O VALOR DA PONTUALIDADE


  Sementes de Confiança, Frutos de Sucesso

Chegar alguns minutos antes do horário marcado pode parecer um detalhe... mas esse simples hábito reduz o estresse e transmite uma mensagem poderosa: você se importa. Além disso, a pontualidade é frequentemente associada à boa reputação e ao profissionalismo.

Blog Vendramini Letras

Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. 

Competência com Hora Marcada
Ser pontual revela que você tem domínio sobre sua rotina. Mostra que você se antecipa aos imprevistos, que planeja com consciência, e que valoriza o tempo — o seu e o dos outros.

Confiança que Se Cultiva
Num mundo em que promessas nem sempre são cumpridas, cumprir horários é como manter a palavra silenciosamente. Pessoas pontuais são vistas como confiáveis — por colegas, amigos e pela família. No ambiente profissional, esse valor não passa despercebido: funcionários pontuais tendem a receber mais responsabilidades, reconhecimento e até melhores salários.

O Tempo da Colheita
O agricultor não espera o dia ideal — ele planta quando é preciso. O tempo de plantar não volta, e a pontualidade nesse momento determina tudo. É a natureza ensinando que o tempo, respeitado, é aliado da prosperidade.

 Seja o Agricultor do Seu Próprio Sucesso
A pontualidade é como uma semeadura silenciosa: exige constância, disciplina e respeito. Mas quem a pratica, colhe. Colhe paz, colhe confiança, colhe resultados. Chegar no tempo certo é plantar o amanhã que você deseja viver.


Aqui, Toninho Vendramini escreve como quem costura o tempo com palavras.

Cada texto é uma janela aberta para o mundo — um mundo que vivi, sonhei ou apenas imaginei com olhos de quem nunca deixou de se encantar.

Não escrevo para guardar. Escrevo para libertar.

Libertar memórias, afetos, lugares e pessoas que vivem em mim.

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O SOM DOS ANOS DOURADOS - ANNI MODERNI

Memórias Douradas

Em uma velha caixa de papelão, repousavam ecos de um tempo que se perdeu nas dobras da memória. Fotografias amareladas, recortes de jornal, vestígios de um passado que, ao serem tocados, despertaram lembranças como folhas ao vento.

Blog Vendramini Letras

Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. 

Abri essa janela do tempo e vi os dias dourados renascerem, os anos de juventude pulsando em cada registro. Entre os tesouros guardados, uma imagem destacou-se: lá estava eu, jovem e audacioso, tocando bateria na orquestra das domingueiras matinais, aquelas que se acendiam no Clube Grêmio dos Ferroviários logo após a missa das nove horas na igreja da Matriz.

Era a época do frenesi juvenil. Uns corriam para o Cine Ypiranga, ansiando por risos e travessuras de Tom e Jerry, enquanto outros, seduzidos pelo frenético ritmo do rock, desciam para dançar na rua logo abaixo da praça. Elvis Presley era o rei, sua voz ecoava incessante nas rádios, e nós, músicos apaixonados, o evocávamos em acordes selvagens e melodias de pura devoção.

Nosso próprio Elvis, Ted Milton, encarnava a essência do astro: voz imponente, presença magnética, e um balanço que arrebatava os sentidos. Tutti Frutti incendiava a pista, Blue Suede Shoes fazia os pés rodopiarem, enquanto Love Me Tender e Always On My Mind se tornavam os suspiros de almas enamoradas.

Até que, como um acorde interrompido, as domingueiras silenciaram. Os músicos chegavam cansados dos bailes de sábado, e eu, que só tocava aos domingos, senti a tristeza de ver aquele ritual desaparecer.

Mas a música não aceita despedidas, apenas metamorfoses. Assim nasceu o trio, pequeno em número, mas imenso em sonho. As primeiras “brincadeiras dançantes” aconteceram timidamente, inspiradas pelos filmes americanos. A primeira delas, na casa de uma moça cujo nome a névoa do tempo apagou, quase não aconteceu – até que os pais, após muita conversa, abriram as portas para nossa arte.

A grande garagem nos recebeu como palco. O piano, sentinela de melodias, tornava-se a espinha dorsal do trio. Eu, Tony Vendra, estampava meu nome no surdo de pedal da bateria que meus pais me concederam após tanta insistência. Ao meu lado, Joel das “Candongas” no piano e Joãozinho “Boa-Pinta” ao saxofone.

Com camisas vermelhas e calças negras, éramos uma visão. Meu pai, com paciência e afeto, transportava a bateria no Ford que parecia uma barca, e assim seguíamos para onde a música nos chamasse.

As canções italianas imperavam e, por ordem dos anfitriões, as melodias deveriam ser suaves, próprias para danças de rosto colado e murmúrios secretos trocados ao pé do ouvido.

A primeira nota da noite pertencia à delicada Non Ho L’età, interpretada por uma menina do grupo, ecoando o timbre de Gigliola Cinquetti. A canção falava de juventude e espera, encantando os pais e aquecendo os corações juvenis.

Nossa fama crescia. Professores dançavam, alunos conversavam na escola sobre os próximos encontros, e nos intervalos das festas, floresciam poesias declamadas com brilho e emoção.

Até os adultos deixavam escapar pequenos excessos. O ponche servido pela mãe da anfitriã, insuspeito em sua doçura, recebia, como um segredo, um toque de vodka, e então, alegrias se multiplicavam, verdades eram ditas, declarações floresciam ao som do nosso trio.

O encanto era tanto que alguns jovens levavam a dança para as ruas, e ali, entre olhares de aprovação e reprovação dos vizinhos, o ritmo se espalhava como uma brisa inquieta.

Foi nesse turbilhão de música e vida que recebi um convite inesperado: aos sábados pela manhã, eu atenderia telefonemas na rádio Difusora, selecionando canções e declamando versos escolhidos com o programador.

A recompensa? Entradas para os cinemas Ypiranga e Marabá – um prêmio que era, para mim, tão valioso quanto os aplausos que ecoavam em nossas apresentações.

E eu tinha uma exigência: apenas música italiana. Assim, garantíamos que ressoassem nas ondas do rádio as vozes de ícones como John Foster, Lorella Vital, Pino Donaggio, Sérgio Endrigo, Peppino Di Capri e Luigi Tenco.

Mas acima de todos, havia Modugno, o poeta da canção. Sua voz preenchia o silêncio com magia, suas composições atravessavam fronteiras e, quando ele veio ao Brasil, deixou sua marca de maneira inesquecível.

Hoje, folheando essas memórias, revivendo os dias de juventude efervescente e melodias que nunca envelhecem, sinto no peito um misto de saudade e gratidão. Os Anni Moderni foram mais que um tempo. Foram um sentimento, um instante eterno, uma melodia que ainda ressoa na alma.


Que este blog seja um convite à contemplação: um lugar onde o leitor possa repousar o pensamento, saborear a beleza das pequenas coisas e reencontrar-se com o que há de mais essencial — a esperança.

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Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais


terça-feira, 9 de junho de 2026

HARMONIA E O PODER DA MENTE


O   PORQUE  DA  HARMONIA

Constitui imperativo da ética manter sob firme freio todas as paixões que o assaltam e todos os vícios que o tentam.

Afirma-se que a força da vida se manifesta por impulsos em busca da felicidade.

Que este blog seja um convite à contemplação: um lugar onde o leitor possa repousar o pensamento, saborear a beleza das pequenas coisas e reencontrar-se com o que há de mais essencial — a esperança.


Antonio Vendramini Neto é um contador de histórias do cotidiano. Escreve crônicas que brotam da terra, do fogo e da memória, compartilhando palavras que aquecem como pão no forno e perfumam como lavanda ao sol.
 

Esses impulsos  visam o prazer, mas, muitas vezes, levam o homem a dor e este, fazendo alto em sua carreira desenfreada, medita e a inteligência novamente o governa.

É assim que, através de sucessivas etapas e a medida que o espirito adquire madureza, os impulsos do homem são restringidos e dirigidos  convenientemente. 

É a inteligência que aprende finalmente a discernir entre o bem e o mal.

A memoria registra as emoções passadas, anotando como gratas aquelas cujas vibrações são harmônicas e como dolorosas as que produzem vibrações inarmônicas. 

Disto se deduz  que o gozo da felicidade depende da harmonia. 

Esta poderá carecer de caráter absoluto na vida  do plano físico, porem não devemos esquecer que este mundo é o da relatividade.

A experiência aconselha a prudência e esta nos aponta a calma, como de indulgencia e de tolerância, expressões de emoções desarmônicas, desencadearam sobre o mundo tempestades que a historia compungida.

As guerras e as perseguições religiosas, que fazem o homem perder a divina virtude da compaixão, são causadas pela falta de harmonia.

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Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

Curiosidades:

Os Doze Meses do Ano:

Janeiro:    homenagem ao Deus Janus, protetor dos lares

Fevereiro:    mês do festival de Februália (purificação dos pecados), em Roma;

Março:   em homenagem a Marte, deus guerreiro;

Abril:    derivado do latim Aperire (o que abre). Possível referência à primavera no Hemisfério Norte;

Maio:    acredita-se que se origine de maia, deusa do crescimento das plantas; 

Junho:    mês que homenageia Juno, protetora das mulheres;

Julho:   No primeiro calendário romano, de 10 meses, era chamado de quintilis (5º mês). Foi rebatizado por Júlio César;

Agosto:   Inicialmente nomeado de sextilis (6º mês), mudou em homenagem a César Augusto; 

Setembro:   era o sétimo mês. Vem do latim septem;

Outubro:    Na contagem dos romanos, era o oitavo mês; 

Novembro:   Vem do latim novem (nove);

Dezembro:   era o décimo mês. 

QUANDO A TERRA DANÇA EM PUERTO VARAS

Crônica da Viagem ao Chile Um relato informativo sobre a viagem ao Chile, os encantos culturais de Puerto Varas e a inesperada experiência d...