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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

LEVITAÇÃO


Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade

Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa

É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. Sinta-se em casa.


🙏
O poeta está sempre olhando para dentro de sua alma, pensando e refletindo sobre o destino que tem a cumprir, só uma força suprema, poderá desviar o seu destino.

O coração fala - as palavras chegam

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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
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Antonio Vendramini Neto – Face Book.

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

O CAUSO DO TREM E O DOCE DE JABUTI

 

Contado por 

Toninho Vendramini

Pois bem, meus amigos(as)... Senta que vou te contar um causo que parece mentira, mas juro que aconteceu — ou pelo menos foi assim que me contaram, e eu acredito. Foi num tempo em que os trens ainda cortavam o interior de São Paulo, cuspindo fumaça e soltando apitos que entravam no ouvido e mexiam com a alma da gente.

Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade. Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa. É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. Sinta-se em casa.

"Clique nas palavras em negrito e vá além do texto."

Há tempos, quando os trens ainda cortavam o interior paulista com seus vagões rangentes e apitos que ecoavam na alma, aconteceu um causo que até hoje é lembrado nas rodas de prosa da cidade de Barnabina. Era uma daquelas locomotivas a vapor, cuspindo fumaça que se espalhava por léguas, e que levava gente e histórias por trilhos esquecidos.

Naquele dia, o vagão de primeira classe — que de primeira só tinha o nome — estava mais para terceira, com bancos de madeira gastos e um cheiro que misturava poeira, suor e fumo. Sentado à frente, num desses bancos, estava um sujeito de aparência bravia, que chamaremos de Zé Grandão. Usava um chapéu de peão ensebado, suava como chaleira no fogo e fumava um picadão enrolado na palha que guardava num bolsinho da cueca. O fumo vinha das bandas de Minas, e ele o afinava com um canivete que mais parecia uma peixeira.

Zé Grandão era grande, forte e de modos rudes. Atrás dele, uma senhora de meia idade segurava firme uma sacola que exalava um cheiro bom, daqueles que despertam lembranças de infância. O aroma atiçava a fome do valentão, que lançava olhares de cão danado para a sacola, como se quisesse arrancá-la das mãos da mulher.

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Foi então que surgiu o rapaz do carrinho de lanches, empurrando seu arsenal de balas, bombons e quitutes. Zé Grandão, faminto e desajeitado, levantou-se para ver o que havia, tropeçou no carrinho e espalhou tudo pelo corredor. Sem cerimônia, começou a recolher os doces e enfiá-los nos bolsos, sem pagar um tostão.

A confusão se armou. O rapaz correu até o chefe do trem, que chegou com seu boné da companhia ferroviária, mas ao ver o tamanho do Zé, encolheu-se como cachorro que levou pontapé. Os passageiros torciam pelo chefe, mas Zé Grandão o agarrou pelo pescoço e o trancou no minúsculo sanitário do vagão, onde o pobre berrava por socorro.

O maquinista, ouvindo a gritaria, deixou o ajudante na locomotiva e correu até o telegrafista. Mandou um telegrama urgente para a próxima estação, avisando da confusão. O trem parou na pequena cidade de Barnabina — batizada em homenagem à esposa do fundador, o senhor Barnabé.

Ao saber do tumulto, Barnabé foi até a estação, mas mal pisou no chão e já levou um rabo de arraia do Zé Grandão, que se gabava de ter secado uma garrafa de pinga durante a viagem. Com medo, Barnabé resolveu agradar o valentão e o convidou para ser delegado da cidade, cargo vago desde que o anterior havia tombado num confronto com jagunços.

Zé Grandão aceitou. Tirou dos bolsos os doces que havia surrupiado e começou a distribuí-los, adoçando os ânimos e conquistando os moradores. Virou figura popular, botou ordem na cidade e se gabava de visitar as casas para receber guloseimas das senhoras, que o temiam e o agradavam.

Foi numa dessas visitas que conheceu o doce de jabuti — não o animal, mas uma geleia de jabuticaba feita por Dona Maroca. Bastava uma colherada para acalmar o valentão. Ele mesmo batizou a iguaria, dizendo que aquele doce era mais valente que ele.

🍇 Receita simbólica do Doce de Jabuti (geleia de jabuticaba)

1 kg de jabuticabas maduras

500 g de açúcar cristal

Suco de 1 limão

Modo de preparo: Lave bem as jabuticabas e leve ao fogo com o açúcar e o suco de limão. Cozinhe até que as frutas estourem e a mistura engrosse. Passe por uma peneira, volte ao fogo até atingir ponto de geleia. Sirva com carinho — e, se possível, com respeito à memória de Zé Grandão.

O FINAL DO VALENTÃO

O tempo passou, e um dia Zé Grandão foi encontrado morto à beira da estrada, perto da linha do trem. Dizem que foi acerto de contas, dizem que foi destino. Mas toda vez que o trem passa por ali, o maquinista apita demoradamente, como quem presta homenagem ao fim da carreira do valentão — para alívio dos moradores de Barnabina, que enfim puderam adoçar a vida sem medo.



Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Pensador | Criador de conteúdos culturais
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Antonio Vendramini Neto – (facebook) 

DESCUBRA O VINHO PERFEITO PARA CADA PETISCO


 Um Brinde à 
Harmonia dos Sabores!

"Escrevo para provocar incêndios brandos. Após a leitura, desça aos mais lidos e caminhe pelas palavras que sussurram."


Imagine um fim de tarde dourado, uma mesa posta com petiscos irresistíveis e uma taça de vinho que dança à luz do sol. O vinho não é apenas uma bebida — é uma experiência sensorial, uma ponte entre culturas, estações e emoções. Neste artigo, você vai descobrir como harmonizar vinhos com petiscos de forma simples e prazerosa, explorando o frescor dos brancos, a sedução dos rosés e o aconchego dos tintos. E mais: ao final, uma receita especial e uma dica de ouro para escolher um vinho honesto e aromático que cabe no seu bolso. Vamos brindar?

Bem-vindo ao Vendramini Letras — um espaço onde a palavra é servida com café, pão e saudade. Aqui, cada texto vem depois de um gesto simples: uma receita compartilhada, uma flor plantada, uma lembrança acesa. É um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — com afeto, raízes e poesia. Sinta-se em casa.


Brancos: Frescor e Leveza
Os vinhos brancos, frescos e ligeiros, onde a acidez se sobrepõe à maciez, são ideais para acompanhar petiscos leves e veranis. Bruschettas de shiitake, queijo brie e presunto de Parma se harmonizam perfeitamente com um Sauvignon Blanc ou um Viognier. Se a escolha for por petiscos mais elaborados, aposte em um branco amadurecido em madeira por pouco tempo, como um elegante Torrontés ou um Chardonnay levemente barricado.

"O negrito nas palavras aponta. O clique leva."


Rosés: Sedução à Primeira Vista
Encantadores ao primeiro olhar, os rosés trazem nuances delicadas de coral e rosa e seduzem com seus aromas leves e frescos. Combinam com frutos do mar em qualquer estação; no inverno, uma focaccia recheada ou pastéis de camarão são opções ideais. Já no verão, são companheiros perfeitos para uma mesa à beira-mar, acompanhados de queijos macios, frios laminados, pãezinhos e torradas.

Tintos: Aconchego e Intensidade
Ao contrário do que se pensa, os tintos também podem ser ótimos para acompanhar petiscos. Os mais leves e frescos, como um Beaujolais Nouveau, um Tempranillo Crianza ou um Chianti, são ideais para bruschettas mais elaboradas, pastéis de carne ou uma boa tábua de frios. Já os tintos encorpados, como Malbec e Cabernet Sauvignon, pedem pratos mais robustos e não harmonizam tão bem com petiscos.

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🍇 Pausa Poética: O Encanto do Vinho


Caule vigoroso,
Terra e raiz generosa.
Folhas verdes,
Cor esplendorosa.
Branco… Rosado… Tinto…
Aromas, sabores, amores.
Néctar dos deuses,
Baco ou Dionísio.
Paixão nas alturas,
Inebriantes,
Silhueta ofegante, loucuras.
Paladar no céu da boca,
Presença sublime,
Perfume sensual, cheiro de parreirais,
Fruta madura, ternura.
Bebida sensual,
Mistério em goles.
Compreendê-la é arte,
Amante da fruta e do pecado.
Incline a taça,
Acaricie os lábios.

🍷 Receita Rápida: Vinho Quente Aromático

Ingredientes:
1 garrafa de vinho tinto seco (Merlot ou Syrah)
1 xícara de açúcar mascavo
1 laranja em rodelas
5 cravos-da-índia
2 paus de canela
1 maçã picada
1 dose de cachaça (opcional)
Modo de preparo:
1. Em uma panela, aqueça o vinho com o açúcar, as especiarias e as frutas.
2. Mexa bem e deixe ferver por 10 minutos.
3. Adicione a cachaça, se desejar, e sirva bem quente.
Dica: Sirva em canecas de cerâmica com uma rodela de laranja na borda. O aroma vai conquistar até quem não é fã de vinho!

 Dica Final: Um Vinho Honesto e Aromático
Se você busca um vinho honesto, aromático e acessível, experimente um Carmenère chileno. Com notas de frutas vermelhas, pimenta e um toque herbáceo, ele é versátil, elegante e perfeito para quem está começando a explorar o mundo dos tintos. Para os brancos, um Sauvignon Blanc da Nova Zelândia entrega frescor e aromas cítricos vibrantes — ideal para dias quentes e pratos leves.

 Encerramento:
O vinho é mais do que um acompanhamento — é um convite à contemplação. Seja em um encontro casual ou em uma celebração especial, ele transforma o ordinário em extraordinário. Compartilhe este artigo com quem aprecia bons momentos e bons goles. E lembre-se: cada taça tem uma história, cada aroma tem uma memória. Que o seu próximo brinde seja inesquecível. 

LIVRO DE VIAGENS E MEMÓRIAS

Antonio
 Toninho Vendramini Neto
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terça-feira, 19 de agosto de 2025

UMA VIAGEM COM SABOR E HISTÓRIA

A  ARTE  QUE  COMEÇA  NA  ROLHA


 Explorando as Rolhas de Champagne 

Viajar é descobrir, sentir e aprender. E foi exatamente isso que vivi ao visitar a região de Champagne, na França, ao lado da minha esposa. Mais do que apreciar o famoso espumante, nossa curiosidade nos levou a explorar um detalhe muitas vezes esquecido, mas essencial: as rolhas que selam cada garrafa com precisão e tradição.

A Experiência

Durante nossa visita às renomadas maisons de champagne, como Moët & Chandon e Veuve Clicquot, mergulhamos no universo fascinante das rolhas. Descobrimos que elas não são apenas um fechamento — são guardiãs da qualidade, da pressão e da história contida em cada garrafa. Feitas geralmente de cortiça natural, essas rolhas passam por processos rigorosos para garantir que resistam à pressão interna do champagne, que pode chegar a 6 atmosferas.

Aprendemos que a forma clássica da rolha — aquela “cintura” que se forma após o engarrafamento — é resultado da compressão e do tempo. E mais: algumas casas utilizam discos de cortiça aglomerada na base para reforçar a vedação, enquanto outras mantêm a tradição da cortiça inteira, valorizando a pureza e a sustentabilidade.

Ao lado da minha esposa, cada descoberta se tornava ainda mais especial. Compartilhamos taças, histórias e sorrisos, enquanto observávamos os detalhes técnicos e artesanais que tornam o champagne uma bebida tão singular. Foi emocionante perceber como algo tão pequeno como uma rolha pode carregar tanta ciência, cultura e respeito pela tradição.

Encerramento

Nossa jornada pela cidade de Champagne foi uma celebração do cuidado e da paixão que envolvem cada etapa da produção — inclusive aquela que muitos não veem: a escolha e aplicação da rolha perfeita. Voltamos para casa com mais do que lembranças: trouxemos conhecimento, encantamento e a certeza de que, quando se viaja com quem se ama, até os detalhes mais discretos ganham brilho.

🎨

 O Caderno de Toninho Vendramini

Um passeio por memórias, afetos e encantamentos.

Este meu blog não tem capa dura nem páginas numeradas.

Ele vive nas entrelinhas do tempo.

Cada texto é uma fresta — por onde escapa o que ainda pulsa.

Escrevo como quem conversa com o silêncio.

Como quem guarda o mundo em palavras pequenas.

Como quem acredita que lembrar é uma forma de amar.

 

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quinta-feira, 24 de julho de 2025

UM ENCONTRO COM SÃO JORGE EM LISBOA


Entre Tormentas e Triunfos: 

Viajar é mais do que deslocar-se fisicamente — é atravessar dimensões culturais e emocionais que moldam nossa maneira de ver o mundo. Neste relato, história, fé e futebol se entrelaçam diante do imponente Castelo de São Jorge, em Lisboa, numa experiência saborosa e inesquecível.


 Uma jornada de descobertas e fé

Viajando por lugares distantes, acabamos por conhecer crenças e estilos de vida até então desconhecidos. Essa troca provoca em nós uma espécie de revolução interna, abastecendo-nos com novas sensações e conhecimentos que solidificam nossa própria cultura. Por isso, conhecer outros países é uma experiência única, recomendável a todos os seres viventes do planeta.

Dentro desse contexto, conheci em Lisboa o magnífico Castelo de São Jorge, Monumento Nacional situado na zona nobre da antiga cidadela. A colina onde se ergue foi habitada desde a Idade do Ferro, abrigando fenícios, romanos, visigodos e muçulmanos ao longo dos séculos.

 Um mergulho na história

Durante o domínio islâmico, o local era conhecido como Al-Ushbuna, servindo como centro político e militar. Após a conquista de Lisboa em 1147 por D. Afonso Henriques, com apoio dos cruzados, o castelo foi dedicado a São Jorge — padroeiro dos cavaleiros — tornando-se residência real e palco de aclamações de monarcas.

Nos séculos XIII a XVI, recebeu visitas ilustres e serviu como cenário de importantes cerimônias reais. Depois do terremoto de 1755, sofreu danos severos, e só foi restaurado entre 1938 e 1940, recuperando sua imponência e sendo devolvido à cidade como patrimônio histórico.

Com muralhas reforçadas por 11 torres, o castelo conta com miradouros espetaculares, proporcionando vistas deslumbrantes para o rio Tejo, Alfama, Mouraria e a imponente Ponte Vasco da Gama — a mais longa da Europa com 17,3 km de extensão.

 Fé e futebol na entrada da fortaleza

Antes de adentrar as instalações, deparei-me com a imagem de São Jorge protegida por vidro. Fiz uma oração silenciosa: que o meu Corinthians, que também reverencia este santo guerreiro, seguisse firme rumo ao título do Brasileirão de 2011, uma vez que liderava o campeonato segundo as notícias que recebia do Brasil. E não deu outra — fomos campeões!

Na bilheteria, pedi dois bilhetes em português. A atendente gentil respondeu: — Em que idioma o senhor deseja o folheto explicativo?
Respondi: — Pode ser em nosso idioma mesmo.
Fiquei me perguntando: será que ela não entendeu que estávamos falando a mesma língua? Ou apenas seguiu o protocolo turístico?

 Arquitetura viva e curiosidades surpreendentes

A imponente Torre de Menagem, a mais robusta da estrutura, era usada como ponto de comando e para hastear o estandarte real. Já a Torre de Ulisses, antiga torre do Arquivo Real, abriga hoje a curiosa Câmara Escura, uma espécie de periscópio moderno que permite observar Lisboa em tempo real.

Visitei também a Casa dos Leões, famosa por ter abrigado dois leões guardiões do Arquivo Real no século XVI. No entanto, ao explorar os fundos da torre, encontrei dois falcões que, ao me verem, bateram asas e trinaram. Foi o suficiente para eu sair rapidamente pela escada. O zelador, questionado, apenas comentou ser o tratador das aves — o mistério permanece para aguçar a curiosidade dos visitantes e estudiosos.

 Delícias entre muralhas e memórias

Hoje o castelo é um vibrante centro turístico, com excelente infraestrutura gastronômica. Tabernas típicas oferecem pratos tradicionais portugueses — todos acompanhados por vinhos da região.

Num espaço aprazível, sob uma tenda refrescante e ao som de música ao vivo, desfrutei com minha esposa, sardinhas assadas à moda lisboeta, acompanhadas por taças de vinho branco gelado. 

Um brinde ao verão europeu e à magia de São Jorge!

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Odisseus em seu retorno à ilha de Ítaca . O mar sempre foi um palco fértil para o nascimento de mitos e lendas . Muito disso se deve à imag...