Um olhar poético sobre Lisboa antiga, onde cada pedra guarda histórias e cada rua se transforma em verso.

As velhas calçadas portuguesas são mais do que pedras dispostas em desenhos geométricos: são páginas vivas de uma história que se desenrola a cada passo. Lisboa antiga, com seus becos sinuosos e ruelas românticas, guarda o burburinho matinal, os fados que ecoam nas sacadas e o arrulhar dos pombos que ainda hoje acompanham o caminhar dos transeuntes. O poema "Calçadas Lusitanas" é uma saudação a esse patrimônio afetivo, um tributo às memórias que se entrelaçam entre o passado e o presente, revelando o encanto de uma cidade que respira tradição e poesia.
Ao percorrer essas ruas, percebi que não caminhava apenas sobre pedras, mas sobre lembranças. Vi o bonde elétrico barulhento, ouvi o jornaleiro e o leiteiro, senti a presença das velhas senhoras com seus fados e dos olhares curiosos que se debruçavam nas janelas. Foi nesse instante que compreendi: Lisboa não se mostra apenas aos olhos, mas também ao coração. E foi dessa visão, dessa emoção que me atravessou, que nasceu este poema. Ele é o reflexo daquilo que vivi e enxerguei, transformado em palavras que buscam eternizar o espírito das calçadas lusitanas.
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Antonio Toninho Vendramini Neto
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