sexta-feira, 9 de novembro de 2012

El Senõr Tango



Sua origem encontra-se na área do Rio da Prata, nas cidades de Buenos Aires e Montevidéu.

A música não tem uma origem muito clara e não dispõe de numerosa documentação; descenderia da habanera (música cubana em compasso binário) e, se interpretava nos prostíbulos. Nas duas últimas décadas do século XIX, começou a ser acompanhada de violino, flauta e violão. Nessa época inicial era dançado por dois homens, daí o fato dos rostos virados, sem se fitar. Depois, já nos anos 1910, com o sucesso em Paris foi aceito pela aristocracia.

O bandonéon (espécie de acordeon) que atualmente caracteriza o tango chegou à região por volta do ano 1900, nas maletas de imigrantes alemães. Não existem muitas partituras da época, pois os músicos não sabiam escrever a música e provavelmente interpretavam sobre a base de melodias já existentes, tanto de habaneras como de polcas.

O Tango mescla o drama, a paixão, a sexualidade, a agressividade, é sempre e totalmente triste.

Os pesquisadores identificam duas fases de ouro do tango, a primeira nos anos 20, quando várias figuras do ambiente artístico de Buenos Aires e Montevidéu, canalizaram seus esforços no fomento da música popular, e em especial o tango.

Os cantores como Carlos Gardel (que na verdade era de origem francesa) e outros notáveis, venderam muitos discos na florescente indústria discográfica e difundiram o tango para fora da Argentina, tanto, que muitos turistas viajam para Buenos Aires para apreciar esse ritmo, com apresentações em casas noturnas e teatros, destacando-se o da “Esquina Carlos Gardel”, onde pudemos apreciar o ritmo, danças e a gastronomia.

Vimos com grande emoção um sósia (individuo muito parecido com outro, tanto no físi co como na voz) de Gardel em noite esplendorosa; um belo espetáculo que me levou a escrever um poema conforme abaixo:


O POEMA


Noite caliente, ambiente refinado.

Momento de emoção!

 Resgate magnífico do estilo de uma época.

Vislumbravam-se momentos arrebatadores.


Chegou o canto, a dança e a orquestra.

O ritmo soava em sua máxima expressão.

A sensação impulsionava os passos dos bailarinos.

Corpos ardentes, pernas entrelaçadas, rostos hipnotizados.


Cantante emocionado, voz embargada.

Falava de milongas sobre o manto de Gardel.

Se desejar ver essa versão em formatação acesse o site:
http://sergrasan.com/toninhovendraminislides

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