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quarta-feira, 8 de abril de 2026

O VALOR DA CALMA NA VIDA


 O Despertar

  • A brisa da manhã traz consigo o convite para renascer.
  • “E no sopro da manhã, que descubro cada amanhecer é um convite para renascer.”
Não se deixe consumir pelas agitações e ansiedades dos dias modernos. É natural que, em uma época em que o dinheiro ainda é visto como prioridade, surjam impulsos de correr atrás de ganhos constantes, temendo as necessidades do futuro.

Cada negócio ou ocupação exige atenção e dedicação, mas é importante lembrar: tudo isso é secundário diante da vida da alma, pois o que é material permanece no pó do mundo.

O corpo físico nos é emprestado enquanto estamos na Terra, com o propósito divino de crescimento espiritual. Por isso, a calma deve ser nossa companheira diária, ensinando-nos a agir com equilíbrio e a conectar a mente ao que é elevado, evitando transformar a vida em tormento quando ela deveria ser fonte de alegria.

Reserve momentos de repouso para corpo e mente. Medite sobre sua realidade no mundo e busque sintonia com seu anjo guardião ou mentores espirituais, especialmente ao iniciar um novo dia.

Com serenidade, evitamos conflitos, irritações no trânsito e tensões desnecessárias no lar. Nada se perde ao cultivar a calma; pelo contrário, ganhamos saúde, harmonia e felicidade. O tempo não é apenas dinheiro: é oportunidade de crescimento e de paz interior.

Mesmo que se percam algumas moedas na corrida das competições, o que se conquista é muito maior — equilíbrio e bem-estar para seguir na rota da felicidade.

Seja qual for a situação, aja com calma e confie nos resultados que virão em clima de paz. A inteligência é valiosa, mas só floresce quando usada em conformidade com a vontade divina, ajudando a humanidade a avançar.
🔆
Já conhece o Pão do Amanhecer? - veja como é.

Amassar a farinha com água e sal é como trabalhar nossas inquietações: cada gesto dissolve a aspereza do dia anterior.
O fermento, invisível, mas ativo, lembra a fé silenciosa que age dentro de nós, fazendo crescer aquilo que parecia pequeno.
O repouso da massa é o convite à paciência: nada floresce sem tempo, nada amadurece sem calma.
E quando o pão vai ao forno, o calor transforma o simples em alimento — como o fogo da vida que nos molda e nos fortalece.

Ao partir o pão, partimos também a rotina, e descobrimos que cada fatia é um pedaço de renascimento.
Assim como o pão fresco perfuma a casa, a serenidade perfuma a alma.
O pão é o símbolo do despertar: simples, cotidiano, mas essencial.

Meu Blog

Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

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Antonio Toninho Vendramini Neto

terça-feira, 31 de março de 2026

O QUE VOCÊ SABE SOBRE DEUS?



O  QUE  VOCÊ  SABE  SOBRE  DEUS?


Muitas pessoas dizem que acreditam em Deus. Mas se você perguntar para elas quem é Deus, as respostas vão ser bem diferentes. Para alguns, Deus é um juiz duro que só quer castigar as pessoas pelos seus erros. 

Outros acham que Deus é sempre amoroso e que ele perdoa todos os erros deles, não importa o que façam. 

Ainda outros acham que Deus está muito longe e não se importa com as pessoas. Com tantas ideias diferentes sobre Deus, muitos acham que é impossível saber quem ele realmente é. Então ficamos pensando; Quem criou Deus? Muitas pessoas perguntam isso. Talvez você também se pergunte. E na verdade, o que gostaríamos de saber é: se Deus criou o Universo e tudo que existe nele, então quem criou Deus?

Em geral, os cientistas concordam que o Universo físico, o que inclui as estrelas e os planetas, teve um começo.

O Universo não criou a si mesmo. Ele não poderia ter surgido do nada. Uma coisa não pode surgir do nada. Para o Universo existir, seria necessário que algo ou alguém que já existisse, e que não fizesse parte do universo físico, criasse o Universo. Então, ninguém criou Deus; ele sempre existiu. 



Antonio Vendramini Neto é um contador de histórias do cotidiano. Escreve crônicas que brotam da terra, do fogo e da memória, compartilhando palavras que aquecem como pão no forno e perfumam como lavanda ao sol.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

sexta-feira, 6 de março de 2026

QUANDO A ALMA CONVERSA COM O CÉU

Na quietude da noite, entrei em silêncio e conversei com Deus.

Ele me ouviu com carinho e pediu que eu te dissesse:

Tudo está bem.
Você é alguém destinado à vitória.

Seus sonhos não foram esquecidos.


Neste novo tempo, a dor se dissipará e a esperança florescerá.

🙏 
 Uma oração que abraça
Hoje, bati à porta do céu.
Deus me perguntou:

“Que posso fazer por ti?”
Respondi com o coração:

“Proteja e abençoe quem está lendo esta mensagem.”
Ele sorriu... e confirmou.

Agora, leia em voz baixa:

“Senhor Jesus, perdoa meus pecados.
Te amo, te necessito, estás no mais profundo do meu coração.

Cobre com teu manto minha família, minha casa, meus sonhos, projetos e amigos.”

Que essa oração te envolva com paz, força e luz.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

ONDE VÔ - UM PRESENTE CHAMADO MEMÓRIA



🌿 Introdução

Há lembranças que não se apagam com o tempo — elas se transformam. O que antes foi tristeza, hoje é ternura.

 O que foi ausência, hoje é presença em forma de saudade serena. Em 2017, nossa família viveu um momento de dor com a partida precoce de Norberto
Mas hoje, com o coração mais leve e os olhos voltados para o que ele deixou, escolhemos homenageá-lo com gratidão.

Norberto não foi apenas um primo querido — foi um espírito sensível, um observador da vida, um poeta da simplicidade. E é com essa leveza que revisitamos seu manuscrito, encontrado sobre sua mesa de trabalho, como quem encontra um tesouro escondido no tempo.

“ONDE VÔ”
(Encontrado em sua mesa de trabalho)

Os lugar onde vô
Nem eu sei escolher.
Quando o zóio piscô,
Já cheguei, sem querer.

Sem querer, também não!
Eu so vô se eu gosto
E, se lá não for bão,
Curto da maneira que eu posso.

Normalmente, fica afastado
Do que se chama civilização.
Nunca vô apressado,
Presto muita atenção.

Pode sê o mato crescendo,
Ou, então, a cachoeira caindo.
Eu ali, quieto, só vivendo.
E a natureza explodindo.

O Vento batendo depressa
Como com pressa de ir embora;
A verde mata atravessa
E parte para o mundo afora,

Trazendo e levando perfume,
Arrastando as foia do chão.


 Encerramento

Hoje, ao reler essas palavras, não sentimos apenas a ausência — sentimos a presença. A tristeza daquela data se transformou em dádiva: um convite à contemplação, à poesia, à natureza, à vida. 

Norberto segue “vôando” por aí, em cada brisa que toca a pele, em cada folha que dança no chão. 

E nós, sua família, seguimos com ele — mais leves, mais atentos, mais vivos.

📜

Cartas que nunca foram enviadas

Palavras escritas para quem partiu, para quem ficou, para quem nunca soube.

Cartas que não pedem resposta — apenas repousam no papel.

💯

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 Toninho Vendramini 

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terça-feira, 11 de novembro de 2025

A FONTE DOS DESEJOS - FONTANA DI TREVI - ROMA - ITÁLIA


Fontana Seca, Emoção Transbordando:


Uma Romaria à Italiana




"Cada termo em negrito/link nas palavras do texto é uma porta aberta. Clique e entre."


Roma é um daqueles lugares que se visita com os olhos, o coração — e o paladar. 

Em uma viagem marcada por descobertas deliciosas e surpresas inesperadas, um encontro inusitado com a Fontana di Trevi acabou se tornando o clímax de uma verdadeira romaria romana, recheada de charme, humor e muita história.

Uma noite encantadora e a promessa de um reencontro

Após um dia repleto de passeios pela magnífica Cidade Eterna, voltamos ao hotel e combinamos um jantar à italiana. O restaurante estava em clima de festa — um burburinho bom, contagiante, fazia da noite um espetáculo à parte.

Pedimos, como prima portata, uma massa envolta em aroma divino, que nos fez salivar antes mesmo do primeiro garfo. O sabor? Irretocável. Como só “aquela gente” sabe fazer. Mas foi no secondo piatto que a noite ganhou alma: um brasato alla piemontese, carne de contrafilé lentamente assada em vinho tinto, ladeada por legumes caramelizados e um molho espesso, perfumado com ervas frescas e especiarias. Cada garfada era uma ode à tradição — um abraço quente vindo dos vales do Piemonte.

Para acompanhar, escolhemos um Barolo, o rei dos vinhos tintos italianos, nascido das colinas de Langhe. Encorpado, elegante, com notas de frutas escuras e toques de alcaçuz, o vinho parecia conversar com o prato, como velhos amigos que se reencontram após anos. Dionísio, o deus do vinho, parecia estar à mesa conosco — sorrindo entre um gole e outro.

Entre risadas e goles inspirados, fizemos planos: no dia seguinte, visitaríamos a Fontana di Trevi. Na viagem anterior, optamos por Nápoles, Pompeia e a Ilha de Capri — e a fonte ficou para depois.

Caminhos despretensiosos e a beleza dos encontros

Saímos como bons turistas: óculos escuros, mapa na mão, câmera pendurada no pescoço, e um italiano improvisado misturado ao inglês e ao português. O caos linguístico? Parte da diversão.

Pelas ruas, encontramos monumentos que tiravam o fôlego — entre eles, o majestoso Pantheon, cuja imponência parecia rir da passagem do tempo. Lá dentro, heróis italianos repousavam sob o olhar de mártires e deuses, enquanto fiéis rezavam com devoção tocante.

Saímos de alma leve e coração em transe: “Onde estamos?” — “Perto da Fontana, acho…” — “Ali, talvez?” — “Grazie!” E seguimos.

A Fontana estava... seca!

A movimentação aumentava. Vozes se misturavam em vários idiomas. Entramos na Via del Lavatore, por onde a tradição mandava passar. A fome apertava ao ver as cervejas nas mesas das calçadas — mas a ansiedade pela fonte falava mais alto.

E então… deparamos com ela. Mas algo estava errado. A Fontana estava seca! Dentro dela, homens limpavam o fundo e recolhiam moedas. Vozes indignadas ecoavam palavrões — em italiano, francês, inglês, espanhol. A decepção era global.

Rimos. Jogamos uma moeda argentina que estava misturada com os euros e brindamos à surpresa com uma boa cerveja ali por perto. Descobrimos, enfim, que toda segunda-feira é dia de manutenção e retirada das moedas. Cazzo! Pois é.

O retorno triunfal

No dia seguinte, tudo mudou. A Fontana di Trevi jorrava sua beleza em cascatas vibrantes. Os turistas se aglomeravam, as câmeras disparavam. Fizemos nossos pedidos — sempre pensando na família — e jogamos as moedas, agora em euros, como manda o ritual.

Ali, diante de Netuno e seu cortejo aquático, vimos Roma sorrir para nós. A Fontana enfim transbordava, mas nossa emoção já estava transbordando desde antes.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
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segunda-feira, 8 de setembro de 2025

ENTRE O CÉU E O SILÊNCIO

 

A  TEMPESTADE


O sol, durante o dia, parecia castigar a terra com sua luz incandescente — uma tensão térmica que pressionava tudo sob uma atmosfera quase cruel. Era como se o planeta estivesse sendo apertado por garras invisíveis, sufocado por uma força que não podíamos controlar.
E nós?

Ah, nós... pequenos, frágeis, limitados em nosso microcosmo. Tínhamos até medo de pensar sobre tudo isso. A vastidão nos intimidava.

Mas então, no momento das preces — quando a natureza se transforma em palco — as cortinas da noite começaram a descer sobre o firmamento, bordadas por nuvens cúmulo disformes que dançavam como atores silenciosos.

Eu observava tudo, sem entender direito a beleza daquele espetáculo. Aos poucos, fui me perdendo... já não havia céu, nem terra. Só uma sensação de dissolução.
Tudo era Unidade. O Absoluto. O Indivisível.

Para quem conseguia se conectar com aquela grandeza, era como se Deus estivesse ali, escrevendo com relâmpagos no pergaminho do céu uma mensagem de fé, força e coragem — mal traduzida pelos roncos dos trovões.

Por trás dos blocos densos de nuvens, os clarões pareciam o faroleiro do Senhor. Sua lanterna tremia de um lado para o outro, revelando uma luz róseo-alaranjada que cortava a escuridão como um chamado à Verdade.

A chuva descia como uma borracha viva, apagando as marcas do medo que o homem havia deixado. O vento, impiedoso, arranhava as árvores como se quisesse limpar das folhas o pó das blasfêmias e dos pensamentos corrosivos.

O corpo tremia. Mas o espírito? O espírito permanecia firme, indiferente ao medo da carne. Sentia-se forte. Indestrutível.
E então... silêncio.

A natureza se acalmou. A noite avançava, e algo leve, quase alegre, brotava em meu coração. Foi nesse instante que me dei conta:
Tudo havia passado.

Mas onde estive esse tempo todo?
Talvez não tenha sido sonho. Talvez não tenha sido delírio. Talvez tenha sido apenas... realidade vista com os olhos da alma.

💥

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 Toninho Vendramini

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quinta-feira, 24 de julho de 2025

A FELICIDADE QUE TRANSCEDE A LÓGICA


No tempo da alma, cada instante pode ser eternidade.


Por mais que a Ciência avance, ela ainda não consegue decifrar o enigma da felicidade. Isso acontece porque a felicidade não pode ser medida em fórmulas ou equações: ela está enraizada na alma humana.

Seja o homem fruto de um destino previamente traçado ou livre para escolher seus caminhos, a verdade permanece — a felicidade é uma experiência interior, uma vibração espiritual que escapa da razão.

Desde que o Criador nos fez à sua imagem e semelhança, nos presenteou com algo eterno e divino dentro de nós: uma centelha do infinito que pulsa na alma. É nesse espaço invisível e profundo que mora a possibilidade de sermos verdadeiramente felizes.

Aristóteles, sábio entre os sábios, acreditava que a alma é a origem da vida psíquica e também influencia tudo o que vivemos no plano material. Quando permitimos que nosso Eu superior conduza nossos passos, percebemos que o mundo ao nosso redor se transforma — e junto dele, nossa própria consciência.

Aquele que vive com os olhos voltados para o espírito, enxerga na beleza da vida exterior uma prova da justiça divina. E é nela que encontramos a serenidade: a certeza de que existe uma força capaz de distinguir entre o bem e o mal, exaltando a dignidade e punindo o desequilíbrio.

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O MURO DAS LAMENTAÇÕES

O PEDIDO COMPRIMIDO ENTRE AS PEDRAS ANCESTRAIS Jerusalém é mais que uma cidade — é um portal entre o humano e o divino. Suas muralhas guar...