terça-feira, 9 de junho de 2026

HARMONIA E O PODER DA MENTE


O   PORQUE  DA  HARMONIA

Constitui imperativo da ética manter sob firme freio todas as paixões que o assaltam e todos os vícios que o tentam.

Afirma-se que a força da vida se manifesta por impulsos em busca da felicidade.

Que este blog seja um convite à contemplação: um lugar onde o leitor possa repousar o pensamento, saborear a beleza das pequenas coisas e reencontrar-se com o que há de mais essencial — a esperança.


Antonio Vendramini Neto é um contador de histórias do cotidiano. Escreve crônicas que brotam da terra, do fogo e da memória, compartilhando palavras que aquecem como pão no forno e perfumam como lavanda ao sol.
 

Esses impulsos  visam o prazer, mas, muitas vezes, levam o homem a dor e este, fazendo alto em sua carreira desenfreada, medita e a inteligência novamente o governa.

É assim que, através de sucessivas etapas e a medida que o espirito adquire madureza, os impulsos do homem são restringidos e dirigidos  convenientemente. 

É a inteligência que aprende finalmente a discernir entre o bem e o mal.

A memoria registra as emoções passadas, anotando como gratas aquelas cujas vibrações são harmônicas e como dolorosas as que produzem vibrações inarmônicas. 

Disto se deduz  que o gozo da felicidade depende da harmonia. 

Esta poderá carecer de caráter absoluto na vida  do plano físico, porem não devemos esquecer que este mundo é o da relatividade.

A experiência aconselha a prudência e esta nos aponta a calma, como de indulgencia e de tolerância, expressões de emoções desarmônicas, desencadearam sobre o mundo tempestades que a historia compungida.

As guerras e as perseguições religiosas, que fazem o homem perder a divina virtude da compaixão, são causadas pela falta de harmonia.

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Recanto das Letras

Antonio Vendramini Neto – Face Book.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

Curiosidades:

Os Doze Meses do Ano:

Janeiro:    homenagem ao Deus Janus, protetor dos lares

Fevereiro:    mês do festival de Februália (purificação dos pecados), em Roma;

Março:   em homenagem a Marte, deus guerreiro;

Abril:    derivado do latim Aperire (o que abre). Possível referência à primavera no Hemisfério Norte;

Maio:    acredita-se que se origine de maia, deusa do crescimento das plantas; 

Junho:    mês que homenageia Juno, protetora das mulheres;

Julho:   No primeiro calendário romano, de 10 meses, era chamado de quintilis (5º mês). Foi rebatizado por Júlio César;

Agosto:   Inicialmente nomeado de sextilis (6º mês), mudou em homenagem a César Augusto; 

Setembro:   era o sétimo mês. Vem do latim septem;

Outubro:    Na contagem dos romanos, era o oitavo mês; 

Novembro:   Vem do latim novem (nove);

Dezembro:   era o décimo mês. 

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O CARCARÁ ALADO DO SERTÃO PERNAMBUCANO

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