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segunda-feira, 13 de julho de 2026

ÁS GÁRGULAS DOS CASTELOS MEDIEVAIS




AS 



Durante uma das nossas viagens à França, ao visitar um dos majestosos castelos da região do Loire, ergui os olhos e vi — lá no alto — figuras esculpidas em pedra, monstruosas e silenciosas. 


Naquele instante, como se despertassem memórias ancestrais, veio à mente tudo aquilo que a imaginação e a história já haviam me contado.


São desaguadouros, ou seja, partes salientes das calhas e telhados destinadas a escoar águas a certa distância das paredes. Mas na Idade Média, essas estruturas ganharam formas grotescas — híbridos de homens, feras e demônios — e passaram a ocupar um papel simbólico.


Acreditava-se que eram guardiãs das catedrais e castelos, e que, à noite, ganhavam vida. Sob ordens dos implacáveis senhores feudais, podiam atacar as propriedades dos camponeses, que viviam sob um regime de servidão

O medo era cultivado como ferramenta de controle.
O poema - ( INSPIRADO NAQUELA OCASIÃO) - abaixo retrata esse imaginário, onde o poder se alimenta do medo, e os camponeses, para proteger suas plantações, entregavam tributos em forma de alimentos — tudo para evitar a fúria das criaturas e dos cavaleiros que, segundo a lenda, rondavam na calada da noite.


Encravadas nas muralhas seculares
Enfouillées dans les murailles séculaires
Olhavam para o povo sofrido
Elles regardaient le peuple souffrant
Sentinelas do poder e do tempo
Sentinelles du pouvoir et du temps
Mistura de humanóide e dragão
Mélange d'humanoïde et de dragon
Guardavam a entrada do castelo
Elles gardaient l'entrée du château
Dos senhores feudais
Des seigneurs féodaux

À noite ganhavam vida e voavam
La nuit, elles prenaient vie et volaient
Mostrando poder e assustando os camponeses nos vilarejos
Montrant leur pouvoir et effrayant les paysans dans les villages
Que cumpriam com o pagamento de impostos
Qui s'acquittaient du paiement des impôts
Levando mantimentos
Apportant des provisions
Para o povo da corte viver na libertinagem
Pour que le peuple de la cour vive dans la débauche.




Em meus textos, compartilho reflexões sobre o cotidiano e relatos de viagens que me levaram a conhecer culturas e histórias ao redor do mundo.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Pensador | Criador de conteúdos culturais

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terça-feira, 23 de junho de 2026

GIVERNY: ENTRE FLORES, ARTE E ETERNIDADE

 

“Uma jornada em família pelos jardins de Monet, do café francês ao repouso eterno do mestre impressionista.”

Giverny, França — onde a arte floresce entre o perfume das flores e o encanto das memórias familiares.

Há lugares que não se visitam apenas, mas se vivem. Giverny é um deles. Entre o aroma de um café da manhã francês, os jardins que inspiraram Monet e o silêncio respeitoso diante de seu túmulo, nossa viagem em família se transformou em uma experiência de arte, memória e encanto.

Uma Jornada a Giverny: Entre Arte, Família e Encanto


Desde sempre, a França exerce sobre mim um fascínio especial. Cada visita é como reencontrar um velho amor, e foi com esse espírito que cheguei a Giverny, a pequena vila que guarda um dos tesouros mais delicados da arte e da natureza: a casa e os jardins de Claude Monet.

Dessa vez, a viagem teve um sabor ainda mais especial. Caminhei ao lado da minha esposa, companheira de todas as aventuras, e juntos exploramos cada detalhe com o coração leve. Minha irmã, Maria Clara, e seu marido, Antonio Luiz, também estavam conosco, tornando o passeio uma experiência compartilhada em família.

 Café da manhã francês

Antes de entrar nas dependências da casa de Monet, fizemos uma pausa em um café tradicional francês, localizado próximo à propriedade. O ambiente era acolhedor, com mesas de madeira, croissants frescos e o aroma irresistível de café. Foi um momento de pura alegria: conversávamos animadamente, saboreando a simplicidade da vida francesa, que sempre me encanta.

Os Jardins de Monet

Ao atravessar o portão da propriedade, fomos recebidos por uma explosão de cores e perfumes. O jardim normando, com suas fileiras de flores cuidadosamente dispostas, parecia uma tela viva. Caminhávamos juntos, comentando cada detalhe, como se estivéssemos dentro de uma pintura impressionista.

Mais adiante, o famoso jardim aquático nos deixou em silêncio. O lago com nenúfares refletia o céu, e a ponte japonesa parecia saída diretamente das telas de Monet. Ficamos ali por longos minutos, observando os reflexos na água, quase hipnotizados, como se o tempo tivesse parado.

A Casa de Monet

Entrar na casa foi como abrir uma janela para o passado. As paredes coloridas, a cozinha ampla e os objetos pessoais revelavam a vida cotidiana de um artista que soube transformar o simples em sublime. Minha esposa se encantou com os detalhes da decoração, enquanto Maria Clara admirava os utensílios e móveis que ainda guardam a essência da época. Já Antonio Luiz se deteve no ateliê, onde reproduções das obras de Monet transmitiam a energia criativa que pulsava ali há mais de um século.

O Sepultamento de Monet

A visita culminou em um momento de profunda emoção: fomos até o local onde Claude Monet está sepultado, junto a outros membros de sua família, na pequena igreja de Giverny. O espaço é simples, mas carregado de significado. Estar diante do túmulo do mestre impressionista foi como fechar um ciclo — depois de caminhar por seus jardins e sua casa, ali estava o repouso eterno de quem transformou a natureza em arte.

Curiosidade

Monet viveu em Giverny por mais de 40 anos, e foi nesse período que produziu grande parte de suas obras mais célebres. O vilarejo, com sua atmosfera inspiradora, acabou atraindo outros artistas impressionistas, tornando-se um verdadeiro refúgio da arte.

Reflexão

Ao deixar Giverny, caminhando juntos pela vila, senti que carregávamos não apenas lembranças, mas uma experiência compartilhada que reforça nossa ligação com a França. Estar ali com minha esposa, minha irmã Maria Clara e meu cunhado Antonio Luiz foi como realizar um sonho coletivo. Cada passo reafirmou minha admiração por esse país que sempre me surpreende com sua delicadeza e poesia.

 Toninho Vendramini — viajante apaixonado pela França, colecionador de memórias e admirador da arte que floresce na simplicidade dos lugares eternos.

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quarta-feira, 17 de junho de 2026

SOUS LE CIEL DE PARIS

Paris é a capital mais populosa da França. Se posiciona numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais e no coração de uma rica região agrícola tornando-se uma das principais cidades da França ao longo do século X, beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral. 

Tornou-se um dos primeiros focos europeus do ensino e da arte. Ao fixar o poder real na cidade, sua importância econômica e política não cessaram de crescer. Assim, no início do século XIV, era a mais importante de todo o mundo ocidental.

No decorrer dos séculos seguintes era a capital da maior potência política europeia e o centro cultural da Europa bem como a capital da arte e do lazer. Sua arquitetura, parques, avenidas e museus fazem-na, a mais visitada do mundo.

Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, é também uma cidade importante na história do mundo. Como símbolo da cultura francesa atrai milhões de visitantes por ano, ocupando também um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo.

No turismo uma das primeiras atrações foram desde 1855, uma série de exposições universais, ocasiões que serviram à edificação de numerosos monumentos que largamente contribuíram para fazer da cidade a atração na qual ela se tornou.

Nas diversas ocasiões em que eu e a esposa a visitamos desfrutamos de lugares que ficaram guardados como doces memórias, muitas delas repetidas, em decorrência da beleza, romantismo, e uma arquitetura esbanjando cultura e proporcionando um clima romântico. 

Dentre algumas destacamos:


A Torre Eiffel - construída em 1889, foi planejada inicialmente para ficar de pé por apenas 20 anos; é considerado atualmente o principal símbolo da cidade.

A Avenida Champs-Élysées, famosa e muitas vezes cheia de turistas. Uma das mais largas do mundo.

O Arco do Trinfo - construído por Napoleão Bonaparte, em 1806, em homenagem às vitórias francesas e aos que morreram no campo de batalha.

O Museu do Louvre - famoso por abrigar o quadro Mona Lisa.

O Montmartre - uma área histórica da cidade, onde se localiza a Basílica de Sacré Coeur, é famosa pelos seus cafés, estúdios e clubes noturnos.

Catedral de Notre-Dame - localizada no centro da cidade.

Museu de Orsay - Museu que reúne importante coleção de arte impressionista e foi, no passado, uma estação de trem. Com a sua desativação, foi quase demolida, mas por protestos foi transformada em museu.

O Cemitério do Père-Lachaise, onde estão enterradas pessoas famosas como Oscar Wilde, Jean-Francois Champollion, Édith Piaf e Chopin.

O Moulin Rouge - Antigo cabaré utilizado para divertimento dos franceses. Hoje usado como ponto turístico.


Assim sendo, desfilando nossas emoções por aquele solo, principalmente em Montmartre que nos cativou de maneira impar, prosseguindo com “Moulin Rouge”, símbolo maior da diversão dos franceses e dos turistas que visitam esse magnifico local.

Para enaltecer esses doces momentos, realizei o poema abaixo:


Cidade luz que nos seduz
Céu noturno de verão
Lugar de encantos mil

Ambiente perfumado e primaveril
Amores que chegam e que vão
Clima romântico com paixão arrebatadora

Jantar a luz de velas
Champagne borbulhante
Bateaux-mouche deslizante

Águas do Sena deslumbrante
Eifell nos emociona
Montmartre dos pintores

Sob a abençoada Sacre Coeur
Montparnasse dos escritores
Poemas e sonetos encantadores

Descanso sobre o lençol de cetim
Lábios carnudos e desnudos
Peito ofegante
Colo perfumado e provocante

Beijo delirante
Noite apaixonante
Manhã ensolarada
A alegria está no ar

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Vendramini Letras não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. 

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Antonio Vendramini Neto 

PROVENCE, A REGIÃO MAIS CHARMOSA DA FRANÇA


CAMINHANDO  POR  AVIGNON - FRANÇA

Desde Marselha, Eu a esposa Dija, a mana Maria Clara e o cunhado Antonio Luiz, percorremos cerca de 100 quilômetros até chegar a essa bela cidade. Fizemos a viagem com pouco mais de 1h de van.


Possui uma população em torno de 90 mil pessoas. Localizada no Sul da França, foi uma excelente base para explorarmos a região de Provence, possibilitando-nos um bate-volta, até as cidades/vilarejos mais próximas.
Além de ser um verdadeiro museu a céu aberto, notamos que Avignon tem excelentes e variadas opções gastronômicas, vida cultural e belezas naturais, tudo o que um visitante espera encontrar.
Foi na Idade Média, que passou a ser sede da Igreja Católica e residência oficial do papado ganhando reputação mundial.
Lá está o maior de seus símbolos: o Palácio dos Papas - uma fortaleza/castelo considerado o mais importante da Europa.
Por vários anos, os papas ali se estabeleceram. A cidade está cercada por muralhas.
Quem como nós visitando a região, nutre um profundo desejo por ver os campos de lavandas repletos de flores, não demos sorte de encontrar. A floração é imprevisível, pode ocorrer de, em alguns anos, florirem antecipadamente e, em outros, um pouco mais tarde.
Avignon não é uma cidade muito grande, mas repleta de boas atrações.
Passeando a pé pelo centro visitamos outros locais, e após, com a nossa condutora no volante, continuamos nossa viagem até Isle sur la Sorgue; trata-se de uma pequena cidade situada na Região.
A grande atração é sua feira livre, no centrinho em torno do cais do rio, onde se espalha pelas ruas, com lojinhas em um ambiente festivo. Após algumas comprinhas, fomos almoçar no restaurante Le Vivier, que fica na beira do rio, onde contemplamos um belo panorama, saboreando um prato tradicional da Região, regado com vinho local.
Após visita a igreja, rumamos para outro vilarejo encantador chamado Gordes.
É um lugar apaixonante e belíssimo. No alto de um morro ficam as casas branquinhas de pedras, a igreja e um castelo renascentista.
A história da cidade remonta aos tempos romanos, mas ali parece que o tempo parou.
O mirante no lado direito da pista, pouco antes de chegar na cidade, dá a dimensão do lugar. É possível ver todo o desenho das casas no alto da colina.
As tradicionais feiras acontecem pela manhã, momento em que o lugar fica mais efervescente. Moradores e turistas saem às ruas para umas comprinhas ou simplesmente para observar o movimento. Na feira é possível encontrar comidas, ervas da Provence, pães, peixes, bijuterias, roupas, itens de decoração e muita, muita lavanda.
Simplesmente caminhamos sem destino entre as ruelas estreitas curtindo o clima provinciano e imaginando as inúmeras histórias que já se passaram no lugar.
Nosso último roteiro desse dia, a apenas 10 km de distância de Gordes, encontramos rapidamente, Roussillon é outra parada bem interessante para quem quer conhecer um vilarejo diferente. A começar por sua arquitetura, que assim como a cidade anterior, foi esculpida no alto de uma montanha, mas se caracteriza pela sua cor avermelhada, que está presente em todos os edifícios e casas do local – 
o ocre, espécie de argila vermelha, é muito comercializado e explorado na região, por isso tudo por lá apresenta essa coloração


Terminado o momento de contemplação, regressamos para Marselha onde estávamos hospedados.


Esse blog é feito de passos, encontros e histórias.

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ROTEIRO ENCANTADO PELA PROVENCE - FRANÇA.

 

Roussillon: A Cidade Vermelha

 Roteiro Encantado pela Provence

De muralhas medievais a vilarejos de sonho: uma jornada inesquecível pelo sul da França


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Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. 

Viajar pela Provence é como folhear um livro de histórias vivas, onde cada cidade revela um capítulo repleto de beleza, cultura e sabores. Partindo de Marselha, embarcamos em uma jornada de pouco mais de uma hora até Avignon, e dali exploramos os tesouros escondidos da região. Este relato é uma celebração da arte de viajar com os sentidos: ver, sentir, saborear e se emocionar.

 Avignon: Onde a História se Impõe

Com cerca de 90 mil habitantes, Avignon é uma joia medieval cercada por muralhas e marcada pela imponência do Palácio dos Papas — o maior castelo gótico da Europa. A cidade, que já foi sede da Igreja Católica, é um verdadeiro museu a céu aberto, com excelente infraestrutura hoteleira, gastronomia vibrante e vida cultural pulsante.

Embora não tenhamos encontrado os campos de lavanda em flor, Avignon nos presenteou com outras maravilhas. A floração é imprevisível, podendo ocorrer mais cedo ou mais tarde, dependendo do ano. Ainda assim, a cidade é repleta de atrações que encantam a cada passo.

 Isle-sur-la-Sorgue: Cores, Sabores e Festas

Seguimos para Isle-sur-la-Sorgue, uma pequena cidade encantadora com feira livre às margens do rio. Entre lojinhas e barracas, o ambiente festivo nos envolveu. Almoçamos no restaurante Le Vivier, saboreando pratos típicos e vinho local com vista para o rio. A cidade é um convite ao deleite simples e à contemplação.

 Gordes: A Joia Suspensa do Luberon

Gordes é um dos vilarejos mais belos da França, incrustado no alto de uma colina no coração do Parque Natural Regional do Luberon. Suas casas de pedra branca, dispostas como se fossem esculpidas na montanha, criam uma paisagem de tirar o fôlego. Não à toa, foi cenário do filme Um Bom Ano, dirigido por Ridley Scott.

O castelo renascentista, datado originalmente de 1031 e reconstruído no século XVI, é o coração da cidade. Hoje, abriga exposições de arte e é classificado como Monumento Histórico da França. Ao seu redor, ruelas estreitas e construções centenárias revelam o charme medieval que atraiu artistas como Marc Chagall e Victor Vasarely.

Antes de chegar ao centro, o mirante à direita da pista oferece uma vista panorâmica inesquecível. Pela manhã, a feira local transforma Gordes em um centro vibrante, com barracas de lavanda, pães, queijos, artesanato e especiarias da Provence.

A apenas 5 km de Gordes, a Abadia Notre-Dame de Sénanque é outro ponto imperdível. Cercada por campos de lavanda (quando em flor), essa abadia cisterciense do século XII oferece visitas guiadas e interativas com tablets que recriam os ambientes medievais.

Almoçar no restaurante Bastide de Gordes é uma experiência sensorial: pratos típicos da região, vinhos locais e uma vista espetacular. A atmosfera solar e acolhedora do vilarejo convida à contemplação e à pausa — como se o tempo ali tivesse desacelerado para que cada visitante pudesse saborear a vida em pequenos goles.

 Roussillon: A Cidade Vermelha

A poucos quilômetros de Gordes, Roussillon nos surpreende com sua arquitetura avermelhada, fruto da abundância de ocre na região. Caminhar por suas vielas é como entrar em uma pintura viva. Visitamos lojinhas, exploramos uma antiga mina de ocre e mergulhamos na história dessa coloração única que dá identidade ao vilarejo.

 Retorno com a Alma Cheia

Após dias de descobertas, regressamos a Marselha com a alma leve e o coração cheio de memórias. A Provence nos ensinou que a beleza está nos detalhes, nas paisagens, nas pessoas e nas histórias que cada pedra e flor têm a contar. Foi uma viagem que nos tocou profundamente — e que ficará para sempre guardada em nossa memória.


“Este conteúdo integra meu blog, onde registro pensamentos e histórias ao longo do tempo. Se tocou você de alguma forma, siga e compartilhe — e deixe seu comentário no espaço indicado, pois cada leitor é parte dessa caminhada.”


“Continue comigo no blog e deixe sua opinião nos comentários — será um prazer ler você.”


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O CARCARÁ ALADO

    O Carcará Alado: Entre o Sertão  e o Mistério de 1986 “Naquele voo, o destino parecia testar os limites da fé e da paciência.”   Petroli...