sábado, 7 de março de 2026

BROCHE UM REFLEXO DA ALMA VESTIDA

 O USO E A ELEGÂNCIA


Broches são mais do que simples acessórios: são símbolos de arte e sofisticação. Tradicionalmente feitos de metais como prata, ouro ou bronze, muitas vezes adornados com pedras preciosas, eles podem ser usados tanto como ornamento quanto como prendedores em mantos e vestes. Mais do que um detalhe, o broche é um toque de elegância que completa a silhueta e revela personalidade.

🎼 Poema

Silhueta de mulher,
corpo moreno, sereno.
Brilho intenso nos olhos,
um perfume doce no ar.
Adorno fulgurante, apaixonante,
acolhe o colo com encanto.
Reluzente, deslumbrante, fascinante,
como valsa que embala passos,
compassos que celebram o instante,
elogio enamorado.
Abraço apertado,
beijo delirante,
em noite estrelada.

🌟 

E no broche repousa a memória,
um detalhe que guarda histórias.
Entre o brilho e a ternura,
a joia se torna poesia,
um reflexo da alma vestida.


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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

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sexta-feira, 6 de março de 2026

QUANDO A ALMA CONVERSA COM O CÉU

Na quietude da noite, entrei em silêncio e conversei com Deus.

Ele me ouviu com carinho e pediu que eu te dissesse:

Tudo está bem.
Você é alguém destinado à vitória.

Seus sonhos não foram esquecidos.


Neste novo tempo, a dor se dissipará e a esperança florescerá.

🙏 
 Uma oração que abraça
Hoje, bati à porta do céu.
Deus me perguntou:

“Que posso fazer por ti?”
Respondi com o coração:

“Proteja e abençoe quem está lendo esta mensagem.”
Ele sorriu... e confirmou.

Agora, leia em voz baixa:

“Senhor Jesus, perdoa meus pecados.
Te amo, te necessito, estás no mais profundo do meu coração.

Cobre com teu manto minha família, minha casa, meus sonhos, projetos e amigos.”

Que essa oração te envolva com paz, força e luz.

Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais
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Antonio Vendramini Neto – Face Book.

PENSAR BEM É VIVER MELHOR



O pensamento está presente em tudo o que fazemos: no trabalho, nos estudos, nas relações com a família e os amigos. Se não aprendermos a organizar a mente, corremos o risco de nos perder em preocupações e dúvidas. Mas quando treinamos para pensar de forma positiva e clara, conseguimos tomar decisões melhores e viver com mais equilíbrio.

Imagine um jovem que aprende desde cedo a refletir antes de agir. Ele evita cair em más influências, escolhe amizades saudáveis e se dedica aos estudos com mais foco. Esse hábito de pensar bem molda não só o futuro dele, mas também o ambiente em que vive.

Pensar com clareza é como colocar filtros na nossa consciência: não deixamos entrar ideias que nos desanimam ou nos afastam dos nossos objetivos. Por exemplo, no trabalho, em vez de se fixar em problemas, podemos buscar soluções. Nos relacionamentos, em vez de alimentar desconfianças, podemos escolher a confiança e o diálogo.

Por isso, é importante rejeitar pensamentos negativos e vagos, e treinar nossa mente para enxergar que até as dificuldades podem trazer aprendizado. Quando acreditamos que tudo pode contribuir para o bem, enfrentamos os desafios com mais coragem e serenidade.

O sabor da vida como ela é — feita de raízes e de amizade.

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Antonio Toninho Vendramini Neto



quinta-feira, 5 de março de 2026

POEMAS E HISTÓRIAS...

Há livros que se abrem como portas.
Outros, como janelas.
Este, porém, abre-se como um campo fértil,
onde cada palavra é semente,
cada verso é raiz,
cada imagem é flor que se oferece ao olhar.
O êxito da escrita não está apenas na técnica,
mas na felicidade da expressão que toca o íntimo. Aqui, o verbo não é apenas som,



É o eco de vidas passadas,
o clarim que desperta sentimentos,
a água que renova,
o sol que fecunda,
o espantalho que revela nossas ilusões.
Cada poema é um ciclo,
um nascer e morrer,
um brotar e florescer.
E todos juntos formam um jardim invisível,
onde o leitor caminha entre lágrimas e flores,
entre o peso da alma e a leveza do canto dos pássaros.
No fim, a revelação se impõe:
não há começo nem fim,
há apenas o contínuo florescer da alma,
que se renova em cada manhã,
em cada lágrima,
em cada semente.
💢

Este livro é convite e epifania.
É colheita e promessa.
É o testemunho de que a poesia,
quando nasce do coração,
não é apenas escrita —
é eternidade que se faz palavra.
💅
Rompe a madrugada,
abre-se uma flor.
Som de pássaros,
música no ar.
Vontade de viver,
alegria contagiante.
O sol se aproxima,
calor da manhã,
sorte incessante,
fonte cantante.
Sonhos presentes,
águas cristalinas.
Soltura de amarras,
entrada do esplendor.
Cultive o amor
com sol, cantos, flores e águas,
na manhã que é infinita.

Sentimentos
Lágrimas brotaram violentas,
rolaram pela face em louvor das crenças mundanas.
Caíram no chão vazio, incrédulas,
semearam incertezas e atitudes profanas.
Mas a vontade de viver veio a galope,
soberba, espontânea, em pleno trote.
Escutou o clarim, o rufar dos tambores,
despertou para a vida e novos amores.

Passos incertos, sem compasso,
arritmia galopante e incessante.
Coração desenfreado, disparado,
tormentos angustiantes endurecem sensações.
Rastros nas calçadas e jardins,
jasmins com cheiro de alecrins,
caminhos de flores que choram por uma vida.
Caminhar sofrido, cansado, combalido,
carregando um corpo de sentimentos profundos.
Marca-passo no pulsar de uma alma.

Dona Hortência abriu a janela e chamou:
— João! Plante estas sementes no canteiro vazio.
— Mas não está estercado...
— Então prepare a terra, coloque adubo e semeie; quero alface viçosa para a salada do patrão.
Uma semana depois, viu as mudas ceifadas pela fome dos pássaros.
— João! Veja o que aconteceu! Você não fez nada?
— Pois é, dona... se não atrapalharmos as aves, não teremos o que comer.
Ela insistiu:
— Coloque algo no canteiro.
João fez um boneco, cabeça de pano, chapéu de palha furado.
No dia seguinte, Hortência foi verificar.
Espantou-se: o espantalho não espantou...

Entre flores e sementes, lágrimas e despertares, entre o labor humano e o voo dos pássaros, o misticismo da vida se revela. Nada é em vão: cada gesto, cada dor, cada riso é parte de um ciclo maior.
O surpreendente é compreender que o verdadeiro espantalho não está no campo, mas dentro de nós — nas ilusões que criamos para afastar o inevitável.
E então, como um sopro de eternidade, a revelação se faz:
não há começo nem fim, apenas o contínuo florescer da alma, que se renova em cada manhã, em cada lágrima, em cada semente.

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Antonio Toninho Vendramini Neto
Escritor | Criador de conteúdos culturais

💌 Cartas que nunca foram enviadas

Palavras escritas para quem partiu, para quem ficou, para quem nunca soube.

Tudo são Cartas que não pedem resposta — apenas repousam no papel.

 

MISTICISMO: ALÉM DA RELIGIÃO

Misticismo: além da religião
O misticismo não se prende às fronteiras da religião tradicional. Ele é a busca pela experiência direta com o divino, sem intermediários, sem dogmas. É o mergulho no invisível que habita todas as coisas, o encontro íntimo com aquilo que transcende o tempo e a matéria.
Estudos sobre o tema partem da premissa da alma e da reencarnação. Acredita-se que vidas passadas ecoam na existência presente, moldando destinos e revelando que somos mais do que lembranças: somos continuidade, somos memória viva do universo.
Foi nesse horizonte que nasceu o meu poema:


Duas vidas vividas
Perdidas no tempo...
Chegaram ao meu corpo
Absorto...

Espíritos encarnados
Peso nos ombros...
De onde vieram?
A vida como ela é...

Em alguns momentos sou eu
Em outros não sei quem.

Tudo o que somos...
São consequências do passado
Seremos então...
Aquilo que prepararmos no presente.
💫

E talvez o maior segredo do misticismo seja este: não somos apenas um nome, uma história ou uma vida. Somos fragmentos de eternidade, ecos de existências que se entrelaçam em silêncio.
O surpreendente é perceber que, ao buscar o divino fora de nós, acabamos encontrando-o dentro. O mistério não está em templos ou escrituras, mas no próprio coração humano.

E então, como se o vento trouxesse um oráculo esquecido, o misticismo nos sussurra sua epifania:
Não há duas vidas, nem mil vidas... há apenas uma — infinita, pulsando em cada instante. Somos o sopro que atravessa os séculos, o silêncio que guarda segredos, a chama que nunca se apaga.
E nesse instante, compreendemos: o tempo é apenas véu. A eternidade é o nosso verdadeiro nome.

A vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia. 

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terça-feira, 3 de março de 2026

CALÇADAS LUSITANAS: MEMÓRIAS QUE CAMINHAM COMIGO


Um olhar poético sobre Lisboa antiga, onde cada pedra guarda histórias e cada rua se transforma em verso.



As velhas calçadas portuguesas são mais do que pedras dispostas em desenhos geométricos: são páginas vivas de uma história que se desenrola a cada passo. Lisboa antiga, com seus becos sinuosos e ruelas românticas, guarda o burburinho matinal, os fados que ecoam nas sacadas e o arrulhar dos pombos que ainda hoje acompanham o caminhar dos transeuntes. O poema "Calçadas Lusitanas" é uma saudação a esse patrimônio afetivo, um tributo às memórias que se entrelaçam entre o passado e o presente, revelando o encanto de uma cidade que respira tradição e poesia.


Ao percorrer essas ruas, percebi que não caminhava apenas sobre pedras, mas sobre lembranças. Vi o bonde elétrico barulhento, ouvi o jornaleiro e o leiteiro, senti a presença das velhas senhoras com seus fados e dos olhares curiosos que se debruçavam nas janelas. Foi nesse instante que compreendi: Lisboa não se mostra apenas aos olhos, mas também ao coração. E foi dessa visão, dessa emoção que me atravessou, que nasceu este poema. Ele é o reflexo daquilo que vivi e enxerguei, transformado em palavras que buscam eternizar o espírito das calçadas lusitanas.

Meu Blog Vendramini Letras

Vendramini Letras não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia.

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TIETA, DA PRAIA DA NOVELA




No sopro eterno das memórias,
ergue-se a voz da terra nordestina,
onde o sol acende paixões
e o vento desenha histórias nas dunas.
É o chamado da beleza agreste,
da mulher que se fez mito,
da lenda que atravessa páginas e novelas.

💢

O POEMA...


Dunas brancas no Porto do Mato.
Ventos uivantes... Coqueirais esvoaçantes...
Ondas e lendas do mar.

Corpos ardentes.
Amor nas areias e dunas.
É a terra de Tieta...
A bela!

Do agreste... Do livro... Da novela.

E quando o horizonte se veste de fogo,
a lembrança de Tieta resplandece,
como um canto que não se apaga,
como um destino que se eterniza.

Na apoteose das areias,
ela reina — soberana, indomável, infinita.

💫


Palavras que viajam, sabores que ficam

Meus textos são como malas abertas: cheios de lembranças, ideias e sabores.
 
Meu Blog:

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segunda-feira, 2 de março de 2026

A FLORADA E O CANTO DAS ABELHAS




Quando chega a primavera, os campos se vestem de cores e perfumes. As floradas se espalham como um espetáculo da natureza, atraindo abelhas que, incansáveis, percorrem pétalas e corolas em busca do néctar. O zunido no ar anuncia a dança da vida: cada voo é um gesto de sobrevivência, cada pouso uma promessa de transformação. Nesse ciclo, a abelha não apenas recolhe o mel, mas também perpetua a beleza, garantindo que a terra floresça em abundância.

 O Poema

Ouvia-se de longes zunidos do ar!
Os zangões ansiosos clamavam por amor.
Lá embaixo a colméia gigante retorcia seu útero.

Aventurou-se acima a filha rainha-mãe.
Sedução nas alturas em vôo nupcial...
Retornou ao galho da árvore protetora.

Fez seu ninho e criou sua geração.
Lançou sobre as campinas o seu odor.
Atraiu a semente para o cio da terra.

Magnífica metamorfose nasceu uma flor!
Seu fruto cresceu e glorificou.
Abelhas rodeando em profusão.

Busca do pólen e migração sazonal.
Produziu-se o mel, o néctar dos Deuses!


 Encerramento
Assim como descreve o poema, a abelha e a flor se encontram em um pacto silencioso de vida. A abelha perpetua o ciclo, e a flor se abre em gratidão. Juntas, revelam a essência da natureza: a beleza que nasce da união, da metamorfose e da continuidade. O mel, fruto desse encontro, é mais que alimento — é símbolo de eternidade e poesia.

Meu Blog Vendramini Letras

 Não é apenas um espaço de escrita: é uma casa de encontros, de memórias e de afetos. Aqui, cada palavra é servida como se fosse pão fresco, acompanhado de café quente e da saudade que tempera a vida. É um lugar onde a literatura se mistura ao cotidiano, onde uma crônica pode nascer de uma receita, uma flor plantada ou uma lembrança acesa. Mais do que textos, é um convite à pausa, à escuta e ao sabor da vida como ela é — feita de raízes, de amizade e de poesia. 

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Antonio Toninho Vendramini Neto
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DE ALFREDO LOBÃO: PARA: O ÚLTIMO MALANDRO DO ESTÁCIO

A despedida de Alfredo Lobão , transformado em Fred, como o último representante de uma era que se esvaiu. Ele é direto, marcante e dialoga ...